segunda-feira, 31 de julho de 2017

Inquebrável

Diante de uma tragédia, existem pessoas que transformam um golpe brutal em suas existências numa oportunidade de se reinventar.


Escrito com o jornalista Pablo Miyazawa, este livro é um relato emocionante que mostra como um jovem apaixonado por esportes não se deixou abater por uma tragédia, transformando-se num exemplo nacional. Incluindo trechos impactantes do diário que Fernando escreveu no hospital dias depois da batida de carro, Inquebrável é uma história de resiliência, fé e, sobretudo, confiança no próprio potencial.

domingo, 30 de julho de 2017

Vale do Pati

A Trilha do Vale do Pati    Trilhas e Caminhos


O VALE DO PATI

O Vale do Pati está localizado bem no coração do Parque Nacional da Chapada Diamantina e, por sua exuberante beleza, é um dos lugares mais visitados por aqueles que gostam de fazer caminhadas em ambientes naturais.

Devido à variação de relevos e à sua posição geográfica, a região do Vale do Pati e seus arredores é considerada um dos refúgios paisagísticos mais belos do País, na qual se pode apreciar, com um pouco de sorte, variedades de pássaros, mamíferos e répteis que lá se refugiam. Além disto, aquela região é possuidora de uma riquíssima flora, peculiar em seus ecossistemas, como nos jardins naturais da vegetação rupestre, nos campos gerais, nas florestas estacionais de planície e sempre-verde de altitude, que se estendem pelas encostas dos morros.

Vale do Pati

Vale do Pati - Clique para ampliar

Destes campos gerais, (Gerais dos Vieira e Gerais do Rio Preto), nascem alguns rios que irão formar, mais adiante, a principal bacia hidrográfica do Estado da Bahia: a bacia do Rio Paraguaçu.

O Vale do Pati pode ser alcançado, sempre caminhando, em várias direções.

Eis as opções de partida e de chegada para quem quer cruzar o Vale do Pati:
  1. Ao norte, pela Vila do Capão
  2. A leste, pela cidade de Andaraí
  3. Ao sul, pela cidade de Mucugê
  4. A oeste, pela Vila de Guiné
Destacamos aqui, apenas, a trilha mais utilizada pela maioria dos trilheiros e guias da Chapada Diamantina:
Andaraí -> Capão  (leste -> norte).

Esta trilha pode ser feita em 3 dias de caminhada, contudo requer grande esforço dos visitantes.Caso você disponha de mais tempo ou, porventura, não esteja habituado a fazer trilhas de longo percurso, vale a pena relaxar e fazer este roteiro, sem pressa, em 4 ou 5 dias, com 3 ou 4 pernoites.


A TRILHA

Partindo da cidade de Andaraí (0) temos que vencer, inicialmente, uma subida longa até o alto da Serra do Ramalho, no Mirante do Cachoeirão, onde começa a descida para o vale, através da Ladeira do Império (1).

  • Ladeira do Império é uma longa descida, calçada de pedras em grande parte do seu percurso. Durante muito tempo, foi utilizada por seus moradores para escoar para Andaraí, no lombo de animais e suas bruacas, os alimentos produzidos no vale, como bananas de várias qualidades, além de laranja, alface, couve, café etc.

Ladeira do Imperio
Ladeira do Império - Clique para ampliar

Depois de algum tempo de caminhada, através da descida da ladeira, nos deparamos com um grande paredão de granito à nossa frente e com uma bifurcação. Podemos seguir em frente até a ponte (3) ou seguir à esquerda nesta bifurcação, ultrapassando uma cancela e adentrando mais adiante num caminho sinuoso, atravessar uma pinguela sobre o Rio Pati e chegar à Casa de Jóia (2).
Esta primeira parada é uma boa opção para pernoitar e oferece um ótimo café da manhã.

Cachoeirao
Cachoeirão - Clique para ampliar

No dia seguinte, na continuação do trajeto, seguimos caminhando rumo à Prefeitura do Pati (7), cruzamos o Rio Cachoeirão e passamos nas proximidades de algumas casas, dentre as quais a de Seu Eduardo (4), outra opção de pernoite. Existem também nos arredores algumas opções para acampar: no encontro do Rio Cachoeirão com o Rio Pati, ao lado da escola e, mais adiante, nos arredores da Ponte (3), em acampamento selvagem.

Escola do Pati
Escola - Clique para ampliar

Antes de chegar à Prefeitura, podemos fazer uma parada para tomar um banho reanimador no Poção da Árvore (6), uma corredeira com várias quedas d’água, que deságuam numa grande piscina natural.

  • Prefeitura (7) é um antigo entreposto de mercadorias e produtos produzidos no Vale do Pati que os tropeiros utilizavam como pouso e para conferir acertos de contas antes de seguir em viagem para Andaraí, grande centro urbano da época. Atualmente, a Prefeitura (7) serve como pouso dos trilheiros que visitam o Vale do Pati. Lá é fácil encontrar outros caminhantes que compartilham da mesma experiência. À noite, em volta da fogueira, sempre rola um papo interessante e animado sobre as últimas novidades e aventuras na Chapada Diamantina. 

    Prefeitura do Pati
    Prefeitura do Pati - Clique para ampliar

Ao lado da Prefeitura encontra-se a casa de Jaílson, “guardião” daquele importante pouso. Ele e sua esposa oferecem aos visitantes um bom café da manhã, uma boa janta com comida caseira, em sua própria casa, na qual nos sentimos à vontade devido à generosa hospitalidade e acolhimento.

Cachoeira do Calixto
Cachoeira do Calixto

Ao chegar à Prefeitura, temos duas opções de passeios:
  1. Conhecer a Cachoeira do Calixto (8) no sentido norte, atravessando uma floresta sempre-verde até o leito do Rio da Lapinha onde se encontra a cachoeira. 

  2. Seguir no sentido sul até o Cachoeirão por cima (5), subindo a Serra do Sobradinho através de uma fenda coberta de floresta sempre-verde, entre duas rochas monumentais. Lá do alto da serra, já no Cachoeirão, pode-se vislumbrar um panorama inesquecível do canyon do Cachoeirão o qual se estende pelo vale adentro.
    Neste passeio é indispensável o acompanhamento de um guia experiente devido à dificuldade do percurso.
Cachoeirao
Canyon do Cachoeirão - Clique para ampliar

Cachoeirão (5), em tempo de chuva, oferece um espetáculo impressionante, com 18 quedas d´água ao longo do paredão. Esta visão do Cachoeirão, com muita água, só pode ser observada por cima, no alto da serra, frente à dificuldade do percurso por baixo, no leito do rio, que é pedregoso e escorregadio.

Na volta do Cachoeirão, podemos fazer o terceiro pernoite na casa de Dona Raquel (13).
Saindo da casa de Dona Raquel, na manhã seguinte, passamos em frente à casa de Sr. Wilson (7), local onde podemos, agradavelmente, tomar uma cerveja gelada e pegar um ânimo para subir o Morro do Castelo (10).

morro do castelo
Morro do Castelo - Clique para ampliar

No alto do Morro do Castelo existe uma gruta que pode ser ultrapassada, por isso, lembre-se de levar lanterna. Na entrada da gruta existe uma nascente onde você poderá abastecer os cantis.
Do outro lado da gruta temos uma bela visão panorâmica do lado leste do morro. É o visual mais incrível do Pati!

Cachoeira dos funis
Cachoeira dos Funis

Na descida do Morro do Castelo, para quem ainda tem disposição para caminhar, a opção é tomar um bom banho na Cachoeira dos Funis (11) antes de retornar à casa de Sr. Wilson. O espaço de Sr. Wilson é outra boa opção de pernoite, oferecendo também uma boa janta e café da manhã.

Após o café da manhã reforçado, temos uma longa caminhada até o Vale do Capão.
Aqui apresentamos duas opções de percurso:
  1. Caminhar na direção dos Gerais dos Vieira, passar ao lado da Ruinha (12) (casa antiga e igrejinha que servem de ponto de apoio para os caminhantes que passam pelo Pati) e, no seguimento da trilha, contornar o Morro Branco até alcançar o Gerais dos Vieira.
    No mapa todo este trecho está na cor vermelha.

  2. Subir a Rampa e seguir pela borda leste do Gerais do Rio Preto,  um dos mais belos visuais da Chapada, tomando um caminho mais seco, até alcançar a descida da Ladeira do Quebra Bunda (16).
    No mapa todo este trecho está na cor laranja.
Gerais do Vieira
Gerais dos Vieira - Clique para ampliar

Em ambos os caminhos, as trilhas se encontram mais adiante próximo ao Rancho dos Vaqueiros (17).

Podemos dar uma parada no Rancho, tomar um banho reanimador no poço do Córrego dos Cristais, relaxar um pouco e retornar à caminhada em direção ao Vale do Capão.

  • Rancho é uma construção rústica, feita por criadores de gado e caçadores, anterior à criação do Parque Nacional da Chapada Diamantina, no ano de 1985. Esta construção servia de apoio para essas pessoas em suas jornadas no manejo com o gado, bem como para o pernoite antes de seguir caminho para o Povoado de Guiné.

A partir do Pouso do Rancho dos Vaqueiros (17), seguimos pelos Gerais dos Vieira, passando pelo Córrego da Açucena e Rio Ancorado até alcançar o Córrego da Galinha. Recomendamos uma parada neste local para abastecer os cantis e seguir em descida tranquila até o final do vale, num lugar chamado Bomba (20).
Neste local onde termina a trilha, começa uma estradinha de terra (em roxo no mapa) que conduz até a Vila de Caeté Açú (21).

Nesta parada final podemos tomar um refrescante caldo de cana, comer um pastel de palmito de jaca e aguardar um transporte para a Vila de Caeté-Açu (Capão).

Na vila, existem muitas opções de pousadas e campings, além de comidas típicas da região, a exemplo da Pizza do Thomas, integral e assada na lenha, além de um gostoso godó de banana, cortado de palmito de jaca, maniçoba, dentre outras iguarias da região.


ÍNDICE DO MAPA

0 - Cidade de Andaraí
1 - Mirante do Cachoeirão
2 - Casa de Jóia
3 - Ponte do Rio Pati
4 - Casa de Seu Eduardo
5 - Cachoeirão
6 – Poção da Árvore
7 – Prefeitura do Pati
8 - Cachoeira do Calixto
9 - Casa de Seu Wilson
10 - Morro do Castelo
11 - Cachoeira dos Funis
12 - Ruinha / Igrejinha
13 - Casa de Dona Raquel
14 - Trilha para a Cidade de Mucugê
15 - Trilha para a Vila de Guiné
16 - Ladeira do Quebra Bunda
17 – Rancho dos Vaqueiros
18 - Poço Angélicas
19 - Cachoeira da Purificação
20 - Bomba
21 - Vila do Capão (Caeté-Açú)

Locais para comer e pernoitar, sem barraca: 
2, 4, 7, 9, 12 e 13

Locais para pernoitar, com barraca:
2, 3, 4, 7, 9, 12, 13 e 17


DISTÂNCIAS APROXIMADAS

Andaraí -> Topo da Ladeira do Império9,0 Km
Topo da Ladeira do Império -> Casa de Jóia 3,2 Km
Topo da Ladeira do Império -> Ponte 9,2 Km
Casa Jóia -> Prefeitura 2,4 Km
Ponte -> Prefeitura 3,5 Km
Prefeitura -> Seu Wilson 3,0 Km
Seu Wilson -> Ruinha 2,5 Km
Ruinha -> Rancho dos Vaqueiros (via Gerais dos Vieira) 9,4 Km
Ruinha -> Rancho dos Vaqueiros (via Gerais do Rio Preto)9,6 Km
Rancho -> Bomba8,2 Km
Bomba -> Vila do Capão5,7 Km


Dicas Úteis

•Você pode comprar um mapa impresso muito mais detalhado com esta e outras trilhas da Chapada Diamantina, na página Mapas e Publicações.

• Se você não tem experiência nem equipamamento adequado para caminhadas de vários dias em ambiente selvagem, navegação, acampamento ou primeiros socorros, é aconselhável contratar um guia.

• Em feriados prolongados existe a possibilidade de não encontrar leitos na casa dos nativos. Procure se informar com antecedência ou leve barraca.

• Lembre-se de levar em sua mochila o saco de dormir e o isolante térmico.

• Caso venha a fazer o caminho inverso, Capão -> Andaraí, encha ao máximo seu cantil com água antes de subir a Ladeira do Império, uma vez que a subida é longa e você levará um bom tempo até encontrar água novamente.

• Se você fez a escolha de subir a Serra do Rio Preto, leve em consideração que esta opção é mais rápida e o visual é mais bonito, mas a subida é bem íngreme e um pouco cansativa. Encha os cantis antes de subir a serra. A segunda opção é menos recomendável por conta da lama (se houve chuva recente) ao longo da subida até o Gerais dos Vieira.

• O trecho do Vale do Capão (Bomba -> Vila) é de estrada vicinal. Vale a pena conseguir um transporte para a vila e economizar aproximadamente, 6 km de caminhada.

• É proibido fazer fogueira no parque. Se você for acampar e precisar cozinhar, leve seu fogareiro e procure um lugar bem longe da vegetação. Lembre-se, o perigo de incêndio é grande. Uma simples faísca levada pelo vento pode ter uma consequência devastadora.

• Respeite a natureza e traga todo seu lixo de volta.

sábado, 29 de julho de 2017

A ilha

Lançada em 1976, esta reportagem sobre a pequena Cuba tornou-se um dos maiores sucessos editoriais brasileiros e se converteu num ícone da esquerda brasileira nos anos 70. Reedição com caderno de fotos e prefácio em que Morais apresenta suas impressões sobre a ilha um quarto de século depois da primeira viagem.
Apresentação
Lançada em 1976, esta reportagem sobre Cuba tornou-se um dos maiores sucessos editoriais brasileiros e se converteu num ícone da esquerda brasileira nos anos 70. O livro é reeditado com caderno de fotos e prefácio em que o jornalista Fernando Morais apresenta suas impressões sobre o país um quarto de século depois da primeira viagem.
A ilha teve trinta edições esgotadas, passou mais de sessenta semanas nas listas de mais vendidos e foi traduzido na Europa, Estados Unidos e América Latina. Polêmico, o livro foi acusado de fazer a apologia da Revolução Cubana e chegou a ser apreendido pela polícia em dois estados. Naquela época o isolamento de Cuba, para os brasileiros, era total. Com o golpe militar de 1964, o Brasil rompera relações com o regime de Fidel Castro, repetindo o que já fizera quase toda a América Latina. Os passaportes brasileiros passaram a ostentar a advertência: "Não é válido para Cuba". Foi nessa atmosfera típica da Guerra Fria que Morais desembarcou em Cuba, onde passou três meses colhendo dados para uma reportagem que se tornaria histórica.
Ficha Técnica

Título original: A ILHA
Capa: Hélio de Almeida
Páginas: 264
Formato: 14.00 x 21.00 cm
Peso: 0.348 kg
Acabamento: Brochura
Lançamento: 23/05/2001
ISBN: 9788535901306
Selo: Companhia das Letras

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Advérbio TODO é variável

'Todo pode ser empregado adverbialmente, com valor de ''inteiramente'', 'em todas as suas partes". [dá exemplos]. Suas origens pronominais facultam-lhe a possibilidade de poder, por atração, concordar com a palavra a que se refere:
O professor é todo ouvidos. Ela é toda ouvidos. Ele está todo preocupado. Ela está toda preocupada. Acabamos de ver as crianças todas chorosas. "

terça-feira, 25 de julho de 2017

Esta é a peça de tricô

Escolhi a peça que vou confeccionar.


terça-feira, 18 de julho de 2017

Arrebentação

Arrebentação, sucesso de crítica e público na França, é um livro envolvente, uma trama de suspense e morte num vilarejo isolado na costa da Normandia. Uma história surpreendente sobre a busca da verdade e as chances de superação após uma vida de desamor. Claudie Gallay é insuperável ao criar ambientes de grande carga emocional, em que personagens marcados pelo passado trilham seu caminho em busca da redenção. O livro venceu o Grande Prêmio das leitoras de Elle, a mais importante premiação francesa de júri popular, e permaneceu por meses nas listas de mais vendidos. Segundo o jornal Le Monde, é uma obra "magnífica", com um "texto maduro e o perfeito domínio da narrativa". "É impossível não lê-lo de uma vez só."


Outra resenha:
A narradora é uma ex-professora de biologia que, depois de perder dramaticamente o homem que amava, isolou-se em La Hague, um vilarejo na Normandia francesa, acossado pelas tempestades e pela força das marés.
Ela não está só. Aos poucos, trava contato com os esparsos habitantes locais: uma mulher aparentemente louca, que caminha pela orla com uma mortalha; um ex-operador de farol recluso; a dona de um bar e sua amarga mãe - pessoas que também, de uma forma ou de outra, convivem com dores do passado.
No entanto, tudo mudará com a chegada de Lambert, um estranho, assim como a narradora - mas que os habitantes parecem conhecer de outros tempos. Seu retorno está ligado a um misterioso acidente naquelas águas, décadas atrás. Ele também tem contas a acertar com o passado - e com os moradores de La Hague. Arrebentação é um livro surpreendente sobre a busca da verdade e as chances de superação após uma vida de desamor.

sábado, 15 de julho de 2017

Redação criativa

Emily Giffin, dentre outros autores (as), participou de um clube de redação criativa.
Sei que sou indisciplinada (deveria escrever todos os dias) ou participar de um clube similar.
Histórias escritas coletivamente...
Histórias comentadas/distribuídas entre verdadeiros críticos incentivadores...
Escolas que ensinam métodos eficazes...
São poucos os meios que utilizo para registrar minhas linhas.
Ainda considero excesso de trabalho, poucas horas livres para o lazer.
Ao menos tenho mantido uma boa rotina: 03 livros por mês, média de leitura.
Mesmo abandonando muitos livros logo no início, são aproximadamente 1000 páginas mensais.

Confesso que hoje ao rever amigos queridos, gostaria de escrever "Éramos cinco; somos nove". Contar como nos conhecemos, como compartilhamos vários dilemas, dificuldades, vitórias e travessuras. Os quatro se casaram e eu os visito os filhos, sou chamada de "Tia Clauuuuudinha", sorrio com outros tantos amigos e lembranças, rs



sexta-feira, 14 de julho de 2017

Laços Inseparáveis

A autora de cinco romances de sucesso, Emily Giffin, lança uma história inesquecível de duas mulheres, as famílias que a fazem ser quem são, e a lealdade e o amor que as ligam.

Marian Caldwell é uma produtora de televisão de 36 anos, vivendo seu sonho em Nova York. Com uma carreira bem-sucedida e um relacionamento satisfatório, ela convenceu todo mundo, inclusive si mesma, que sua vida está do jeito que ela deseja. Mas uma noite, Marian atende a porta... para apenas encontrar Kirby Rose, uma garota de 18 anos com a chave para o passado que Marian pensou ter deixado para trás para sempre. Desde o momento que Kirby aparece na sua porta, o mundo perfeitamente construído de Marian — e sua verdadeira identidade — será chacoalhado até o fim, fazendo ressurgir fantasmas e memórias de um caso de amor apaixonado que ameaça tudo para definir quem ela realmente é.

Para a precoce e determinada Kirby, o encontro vai provocar um processo de descobrimento que a leva ao começo da vida adulta, forçando-a a reavaliar sua família e seu futuro com uma visão sábia e doce.

Cinco romances?! Aos quais a Saraiva se refere?
- Laços Inseparáveis 
- Presentes da Vida
- Uma prova de amor
- Ame o que é seu
- O Amor em primeiro lugar

terça-feira, 11 de julho de 2017

A História de Maia


Brasil...  Volume I
Em As sete irmãs, Lucinda Riley inicia uma saga familiar de fôlego, que levará os leitores a diversos recantos e épocas e a viver amores impossíveis, sonhos grandiosos e surpresas emocionantes.

Filha mais velha do enigmático Pa Salt, Maia D’Aplièse sempre levou uma vida calma e confortável na isolada casa da família às margens do lago Léman, na Suíça. Ao receber a notícia de que seu pai – que adotou Maia e suas cinco irmãs em recantos distantes do mundo – morreu, ela vê seu universo de segurança desaparecer.

Antes de partir, no entanto, Pa Salt deixou para as seis filhas dicas sobre o passado de cada uma. Abalada pela morte do pai e pelo reaparecimento súbito de um antigo namorado, Maia decide seguir as pistas de sua verdadeira origem – uma carta, coordenadas geográficas e um ladrilho de pedra-sabão –, que a fazem viajar para o Rio de Janeiro.

Lá ela se envolve com a atmosfera sensual da cidade e descobre que sua vida está ligada a uma comovente e trágica história de amor que teve como cenário a Paris da belle époque e a construção do Cristo Redentor.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Lucinda Riley - As Sete Irmãs



Ibsen - Holberg - Bjørnson 
Teatro Nacional em Oslo - Noruega

Quem me levou para a Noruega? A História de Ally, livro II da série AS SETE IRMÃS






Fiorde Hardanger


Sobre Ratos e Homens - CCBB

George, de raciocínio ágil, e Lennie, tão forte quanto ingênuo, estão unidos pelo sonho de trabalhar, juntar dinheiro e comprar um pedaço de terra onde possam finalmente viver. Forçados a lidar com a realidade, só a verdadeira amizade permitirá que continuem sonhando.
Texto original: John Steinbeck.
Direção: Kiko Marques.
Elenco: Ricardo Monastero, Ando Camargo, Natallia Rodrigues, Tom Nunes, Roberto Borenstein, Cássio Inácio Bignardi, Pedro Paulo Eva, Thiago Freitas.
Sobre

terça-feira, 4 de julho de 2017

William Bouguereau



William-Adolphe Bouguereau (La Rochelle, França, 30 de novembro de 1825 – La Rochelle, França, 19 de agosto de 1905)


Pintor acadêmico, começou seus estudos em 1838 com Louis Sage, um aluno do renomado pintor romântico, Ingres. Após se mudar para Bordeaux em 1842, o artista participou do “École Municipal de Dessin et de Peinture” em Bordéus. 
Ganhou fama local como um talentoso pintor de retratos antes de ir para Paris, em 1846, onde matriculou-se na “École des Beaux Arts”, conhecida por sua abordagem tradicional acadêmica da pintura. Em 1850 Bouguereau recebeu o cobiçado “Prêmio de Roma” e passou quatro anos na Villa Medici estudando os clássicos e obras-primas do Renascimento, que  viriam a influenciar sobremaneira o seu estilo, após esse período. Altamente considerado por seus contemporâneos e no auge da carreira, lecionou na “Academia Julian” e “École des Beaux Arts” de Paris. http://williambouguereau.org/


O pintor realista francês William-Adolphe Bouguereau (1825-1905) era conhecido em seu tempo como um mestre de lendárias realizações artísticas. No entanto, com a ascensão do movimento modernista, suas realizações foram denegridas e denunciadas, e seu nome foi banido da história da arte. Apenas nas últimas décadas, após o colapso do movimento modernista, Bouguereau reapareceu no campo de nossa consciência histórica, mesmo que apenas nas margens. Com as suposições modernistas tendo virado coisa do passado, Bouguereau ganhou mais reconhecimento hoje e, muito provavelmente, ainda possamos aprender algumas coisas desse artista lendário.
Quando olhamos pela primeira vez uma obra de Bouguereau, nota-se imediatamente um realismo impressionante, descrito por alguns como foto-realística (as fotografias com certeza tiveram influência sobre os artistas daquela época); também se nota uma técnica perfeita, uma vida de obsessiva preocupação com a perfeição dos mínimos detalhes, sem consideração por deixar qualquer marca visível da mão do artista. Em seus trabalhos, também se pode notar um mundo idealizado cheio de juventude, sentimentalismo (as vezes sensual), bondade, divindade e beleza. Olhando uma pintura de Bouguereau, pode-se notar todas as razões do porque seu trabalho foi uma vez banido da história da arte, e ainda assim notar suas intermináveis qualidades.
Talvez, através de seus trabalhos, uma pessoa possa compreender como uma vida dedicada à arte pode ser completamente pisoteada e destruída, e depois retornar à vida. Possivelmente há alguma importância em seu trabalho para ser descoberta.
A carreira de Bouguereau foi um constante sucesso em termos de conquista social, financeira e artística; ainda, ao mesmo tempo que em sua vida suportou uma série de contínuas tragédias que tiveram seu efeito sobre a saúde e espírito do artista, levando à sua eventual morte. Provavelmente seja verdade o que alguns dizem: “Sem perda não há ganho”.
Em 30 de novembro de 1825, nasceu o filho de Theodore Bouguereau, chamado William, um vendedor de óleo de oliva e vinho, sem sucesso, que morava em La Rochelle, na França. Devido a problemas de negócios, as relações entre os integrantes da família de Bouguereau eram tensas, e Bouguereau foi finamente enviado para morar com seu tio Eugene em Mortagne. Tal mudança acabou por ser uma benção para o jovem William, já que seu tio, ao contrário de seu pai, o incentivou a abraçar a cultura e a arte. Bouguereau teve suas primeiras aulas de arte durante sua estadia em Mortagne.
Após se mudar para Bordeaux, para ajudar nos negócios de família, Bouguereau finalmente convenceu seu pai a deixa-lo frequentar a escola de Belas Artes em Paris, após ter ganhado o primeiro premio numa competição de pintura local. Com a ajuda de seu tio, William obteve uma comissão que iria ajudar a pagar seus estudos.
Bouguereau começou seus estudos em 1846, trabalhando no estúdio de François Picot, e era frequentemente classificado como o melhor de sua turma. Em sua terceira tentativa, o artista finalmente ganhou o prestigioso Premio de Roma por sua pintura intitulada, “Zenóbia encontrada pelos pastores nas margens do Araxes”. Ele foi premiado com um ano de estudos pagos em Villa Médici, localizada no centro da cultura e arte clássica: Roma. Foi na Itália que Bouguereau leu as obras de Michelangelo, Leonardo, Ticiano, Raphael, entre outros. Acima de todos os outros, Bouguereau considerava Raphael como o classicista ideal na arte da pintura. Bouguereau produziu uma excelente cópia da obra da obra de Raphael “O Triunfo de Galatea”, que foi uma das quais ele foi designado a levar à academia de Paris.
Bouguereau de tornou mais bem conhecido quando se estabeleceu em Paris, em 1854. Em 1856, se casou com Marie-Nelly Monchablon, e no ano seguinte sua primeira filha (a primeira de cinco filhos) Henriette, nasceu. No mesmo ano, Bouguereau ganhou uma medalha de Honra por sua pintura, O retorno de Tobias, exibido num Salão em 1857. Os Salões eram exposições de obras culturais e muitas vezes atraiam mais de 300 mil visitantes, o que foi fundamental para acelerar a fama de Bouguereau por toda Paris, lhe garantiu constantes comissões e uma renda decente. George, seu primeiro filho nasceu em 1859, e em 1861, sua segunda filha Jeanne nasceu no dia do Natal.
A vida pessoal de Bouguereau continuou a prosperar durante os próximos anos, no entanto, a tragédia veio à tona no ano de 1866, quando sua filha mais nova Jeanne faleceu. Os anos seguintes foram ainda mais dolorosos, mas sua carreira continuou a florescer. Durante o período da guerra Franco-Prussiana (após o nascimento do seu segundo filho, Paul) quando o artista se juntou temporariamente à guarda nacional, e enquanto esperava a Comuna de Paris em La Rochelle, continuou a pintar, e obras de artes foram produzidas uma após a outra. No entanto seu filho George faleceu de uma doença em 1875, e em 1877, a esposa do artista também faleceu após dar a luz ao seu terceiro filho Maurice, que também faleceu com 7 meses de idade. Seu luto inspirou obras religiosas como ‘A Pietá’. Durante esse tempo o artista foi nomeado com o mais alto cargo na Academia de Belas Artes.
Em 1879, William se casou novamente, desta vez com uma de suas alunas, Elizabeth Gardner, que era 12 anos mais nova. Até então ele havia produzido diversas obras de artes como: ‘Nymphs e Satyr’, ‘Charity’, e ‘Homer and his Guide’. Sua filha Henriette também se casou em torno dessa época, para grande contentamento do artista. No entanto, seu filho restante, Paul, que agora era advogado, adoeceu e faleceu em 1900. Este foi o golpe mais doloroso para a alma do artista, e sua saúde começou a se deteriorar rapidamente. William Bouguereau faleceu em sua cidade natal, La Rochelle, em 1905.
Embora Bouguereau tenha sido considerado um dos maiores pintores clássicos da historia, e até comparado por alguns à Raphael, havia outros que criticavam-no. Em particular os impressionistas que tentaram derrubar as escolas tradicionais de pintura. Por fim, eles conseguiram. Isso trouxe o movimento modernista, e alterou drasticamente os assuntos sobre arte, e historia da arte. Desta perspectiva o trabalho de Bouguereau foi considerado regressivo. Princípios e práticas tradicionais foram considerados como grilhões que impediam a expressão da arte. Pensou-se que a perfeição de Bouguereau ocultava a real arte. A técnica do artista e o idealismo clássico de sua arte foram considerados, por alguns, como um retrocesso sem sentido. Mas sua arte era tão inútil como alguns disseram? Embora acusado de ‘sentimental’ e, às vezes, até piegas, seu trabalho também era conhecido como cheio de beleza, devoção e bondade. Quem sabe, essas qualidades, mereçam ser revividas novamente.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

A Soma dos Dias

Sinopse 
Um relato memorialístico no qual Isabel Allende, autora de sucessos como A casa dos espíritos, De amor e de sombra e Inés da minha alma, conta a história recente de sua vida. Em A soma dos dias, Allende retoma a narrativa de Paula, sua primeira obra autobiográfica, relembrando os acontecimentos posteriores à perda da filha, vítima de uma doença rara.

O livro é, em essência, a história de amor entre uma mulher e um homem – Allende é casada com William C. Gordon, advogado e também escritor - maduros, que, envoltos por uma grande e moderna família, venceram juntos muitos obstáculos sem perder a paixão e o humor.




domingo, 2 de julho de 2017

Lágrima de cristo

Nome científico: Clerodendron thomsonae
Nome popular: Lágrima de Cristo.
Família: Verbenaceae
Origem: África
Porte: Até 4 metros.
Flores: Primavera-Verão.
Características: Trepadeira volúvel, semi-herbácea,  de meia-sombra. Deve ser plantada em locais protegidos de geadas e correntes de ventos. Prefere solo arenoso e rico em matéria orgânica. É utilizada enrolada em suportes como vigamento de varandas, cercas e grades. É uma trepadeira de crescimento muito rápido, principalmente nas estações mais quentes, podendo chegar a crescer cerca de 10 cm por dia. Muito decorativa para grades e treliças.
Propagação: Por estaquia da ponta dos ramos.

sábado, 1 de julho de 2017

Presente da Vida


Resenha do Skoob
Presentes da Vida é a tradução da Editora Novo Conceito para o livro Something Blue sucesso da autora Emily Giffin de quem sou muito fã! Emily Giffin escreve com emoção, pureza e toca profundamente o leitor, diferente de Nicholas Sparks, seus livros nos fazem chorar de felicidade (amo finais felizes!). Esse livro é também a continuação de O Noivo da Minha Melhor Amiga. Não é obrigatório ter lido antes, mas a leitura do livro anterior é imprescindível para o melhor compreendimento da história de Darcy e o que a levou à situação atual.


Confesso que odiava a Darcy desde o livro O Noivo da Minha Melhor Amiga. Ela é o oposto de Rachel, além de indiferente, arrogante e egoísta. Mas em "Presentes da Vida" ela nos conta sua versão dos fatos, e podemos conhecer tudo o que aconteceu com Rachel e Dexter (ex-noivo de Darcy). Não entendeu? Antes de continuar a leitura desta resenha, pode ler (sem spoilers) a resenha de O Noivo da Minha Melhor Amiga.

Agora podemos continuar e você irá compreender o que quero dizer! A Darcy teve sua vida totalmente arruinada, sua melhor amiga roubou seu noivo, ela não vê que também traiu e se sente a única vítima de tudo que ocorreu em sua vida, um desastre. Mas ela está grávida de um cara (Marcus, um amigo de Dexter, que inclusive ia ser padrinho em seu casamento) que é despojado em demasia e "compromisso" não faz parte do vocabulário dele. Agora ela percebe que ele podia até ser um pouco sexy, mas não era bonito, nem rico e nem inteligente, o que ela viu nele?

O que Darcy não percebe é que Dex (que era seu noivo e ficou com sua melhor amiga) podia ser lindo, inteligente e rico, mas que seriam infelizes juntos. Ele não a amava e nem ela sentia algo mais que admiração por ele. Mas como eu disse ela é extremamente egoísta e se inconsciente ou não, ela sempre competiu com Rachel, e não suportava o fato de sua agora ex-melhor-amiga ter tirado Dex dela, debaixo de seus olhos. Ela jamais suportou uma derrota e como sempre teve tudo o que quis e um pouco mais, e por isso estava despreparada para a vida, para tudo o que aconteceu em seu castelo que desmoronou.

Isso é com certeza o mais emocionante em toda esta linda história: A capacidade do ser humano de reconhecer ainda que tarde seus erros e prosseguir rumo ao desconhecido, mas com a qualidade indescrítivel de se auto-avaliar, reconhecendo assim que também foi parte de sua própria tragédia amorosa, a autora acerta em cheio neste quesito, mostrando aos leitores a antiga Darcy, seus caminhos errôneos e a reviravolta que tem em sua vida. Indelével. Surreal.

Cansada de tudo e de todos, ela vai para Londres, viver temporariamente com Ethan (amigo dela e de Rachel desde o quinto ano do colégio) pensando em compras, em dar a volta por cima e odiar ainda mais seus ex-amigos (agora inimigos pois, todos se viraram contra ela) ela se descobre grávida de algo maravilhoso e surpreendente e que tem efeito positivo em sua vida (mesmo que no momento ela queira desistir) chegando ao título deste livro em português: Presentes da Vida "Nem sempre o queremos é o que realmente precisamos". Concordo e assino em baixo, o que precisamos realmente nesta vida está longe de ser algo que queiramos, mas que aliado a forças supremas é tudo e mais do que precisamos nesta incrível jornada. Gravidez não planejada, sem amigos, sem emprego e sozinha ela descobre que a vida é muito mais do que beleza e roupas de grife.

Não posso deixar de mencionar o humor impressionante nesta leitura, ri demais em diversos trechos e chorei copiosamente em outros. Emily Giffin é uma das autoras que mais admiro, por sua capacidade de fazer-nos rir e no mesmo instante nos levar à lágrimas. Posso dizer que encontro semelhanças com seus outros títulos como : Ame o que é Seu e Questões do Coração (também amo esse!). Mas de um modo ou de outro, estou mais do que surpresa e senti-me feliz com a leitura deste livro que além de extremamente agradável me surpreendeu positivamente e fez com que Darcy se tornasse outra pessoa diante de meus olhos. Um livro tocante e profundo, narrativa concisa e fluente e tem tudo para se tornar best-seller aqui no Brasil, tanto como já é lá fora. 

Se está cansado de leituras cansativas, repetitivas e sem motivação, pegue um exemplar deste maravilhoso livro e não se arrependerá, só não esqueça de me convidar para um clube do livro on-line depois, adoraria compartilhar meus trechos prediletos e minhas impressões com você. Uma perfeita história de recomeços e amizade, amor e descobrimento, sinceridade e perdão. Recomendadíssimo!