segunda-feira, 19 de junho de 2017

Os Fenicios

Líbano...

No site Só História estudo mais sobre os fenícios.



Economia

A principal atividade econômica dos fenícios era o comércio. Em razão dos negócios
comerciais, os fenícios desenvolveram técnicas de navegação marítima, tornando-se 
os maiores navegadores de Antiguidade. Desse modo, comerciavam com grande 
número de povos e em vários lugares do Mediterrâneo, guardando em segredo as 
rotas marítimas que descobriam. 
Considerável parte dos produtos comercializados pelos fenícios provinha
de suas oficinas artesanais, que dedicavam à metalurgia (armas de bronze e de ferro,
jóias de ouro e de prata, estátuas religiosas). à fabricação de vidros coloridos e à produção
de tintura de tecidos (merecem destaque os tecidos de púrpura). Por sua vez,
importavam de várias regiões produtos como metais, essências aromáticas, pedras
preciosas, cavalos e cereais. Tiro era a principal cidade que se dedicava ao
comércio de escravos, adquirindo prisioneiros de guerra e vendendo-os aos soberanos
do Oriente próximo. Expandindo suas atividades comerciais, os fenícios fundaram
diversas colônias que, a princípio, serviam de bases mercantis. Encontramos colônias
fenícias em lugares como Chipre, Sicília, Sardenha e sul da Espanha.
No norte da África, os fenícios fundaram a importante colônia de Cartago.



O alfabeto, uma criação fenícia

O que levou os fenícios a criarem o alfabeto foi justamente a necessidade de
controlar e facilitar o comércio. O alfabeto fenício possuía 22 letras, apenas consoantes,
e era, portanto, muito mais simples do que a escrita cuneiforme e a hieroglífica.
O alfabeto fenício serviu de base para o alfabeto grego. Este deu origem ao
alfabeto latino, que, por sua vez, gerou o alfabeto atualmente utilizado no Brasil.

Os fenícios e a religião

A religião dos fenícios era politeísta e antropomórfica. Os fenícios conservaram
os antigos deuses tradicionais dos povos semitas: as divindades terrestres e celestes,
comuns a todos os povos da Ásia antiga. Assinale-se, como fato estranho,
que não deram maior importância às divindades do mar.
Cada cidade tinha seu deus, Baal (senhor), associado muitas vezes a uma entidade
feminina - Baalit. O Baal de Sidon era Eshmun (deus da saúde). Biblos adorava
Adônis (deus da vegetação), cujo culto se associava ao de Ashtart (a caldéia
Ihstar; a grega Astartéia), deusa dos bens terrestres, do amor e da primavera,
da fecundidade e da alegria. Em Tiro rendia-se culto a Melcart e Tanit.
Para aplacar a ira dos deuses sacrificavam-se animais. E, às vezes,
realizavam-se terríveis sacrifícios humanos. Queimavam-se, inclusive,
os próprios filhos. Em algumas ocasiões, 200 recém-nascidos foram
lançados, ao mesmo tempo, ao fogo - enquanto as mães assistiam,
impassíveis, ao sacrifício.

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