quarta-feira, 7 de junho de 2017

A Chave de Rebecca

O espião, desta vez, é mais fraco que o espião de O Buraco da Agulha.
Porque tem um lado lascivo que o trai...
De qualquer forma, Ken Follett me prendeu, mais uma vez, da primeira à última página, sem fôlego.
Até o momento foram 2 livros em 1 semana. E escrevi um conto...
A ordem continua: insistir sempre!

“Da primeira frase ao desfecho emocionante, Ken Follett oferece o suspense infalível que os leitores se acostumaram a esperar dele.” – Los Angeles Times

“Um thriller de altíssima qualidade... Conspirações e paixões improváveis... É impossível parar de virar as páginas.” – The Washington Post

“Brilhante. Uma grande aventura de tirar o fôlego.” – Time

Norte da África, Segunda Guerra Mundial. As tropas britânicas na região estão sofrendo perdas significativas. Não há dúvidas de que alguém está informando o inimigo sobre os movimentos e planos estratégicos do exército britânico. O espião é conhecido por seus compatriotas alemães como Esfinge, mas para todos os outros é o empresário europeu Alex Wolff. Após cruzar o deserto, ele chega ao Cairo, no Egito, munido de um rádio, uma lâmina letal e um exemplar do livro Rebecca, de Daphne du Maurier. Violento e implacável, ele está disposto a tudo para cumprir a missão que recebeu. Para isso, conta com a ajuda de uma dançarina do ventre tão inescrupulosa quanto ele. O único homem capaz de detê-lo é William Vandam, oficial da inteligência britânica que precisa desvendar o enigma do Esfinge para interromper o avanço dos nazistas. Ao mesmo tempo que os alemães chegam cada vez mais perto da vitória final, Vandam também se aproxima de seu adversário, da chave que revela o código escondido no livro – e do combate mortal do qual apenas um deles sairá vencedor.


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