segunda-feira, 24 de abril de 2017

Um conto

Um dia me perguntaram, assim meio intrigado: - onde escolhe estes títulos?
Interessante é quem me fez esta pergunta. Era um amigo que acabara de adquirir uma livraria e eu lhe passara diversos nomes com a intenção única e egoísta de adquirir obras com um preço diferenciado.
Se ele acabara de se associar a alguém com o único intuito de diversificar seus ganhos, creio que não foi uma feliz escolha.
Como alguém pode ser sócio de uma livraria se não gosta de ler? Se nunca fuçou no Google, por exemplo, para descobrir novos títulos? Como saberá o que vai interessar aos seus clientes, o que indicar?
Eu fuço em toda em qualquer livraria porque cada uma dispõe de maneira diferente os lançamentos, as biografias, os mais vendidos. Adoro passar os olhos na estante dos amigos. Estico os olhos até mesmo para identificar o que o passageiro ao meu lado está lendo.

Acabo de encontrar algo interessante no site Wiki How.
Algumas sugestões de contos, bons contos.


  1. Leia! Nada pode colaborar mais com a habilidade escrita do que ler bons contos. Observe o estilo do autor e como ele usa a brevidade como vantagem.
    • Ler uma variedade de autores e estilos o ajudará a aprender como adotar diferentes “vozes” para cada história que escrever, além de expandir seu leque criativo. Preste atenção em como os autores desenvolvem os personagens, elaboram diálogos e estruturam os enredos. Aqui vão algumas sugestões:
    • ”Eu, Robô”, de Isaac Asimov.
    • ”Passos”, de Jerzy Kisinski.
    • ”A Célebre Rã Saltadora do Condado de Calaveras”, de Mark Twain.
    • ”A Vida Secreta de Walter Mitty”, de James Thurber.
    • ”Um Som de Trovão”, de Ray Bradbury.
    • ”Três Perguntas”, de Leon Tolstói.
    • Brokeback Mountain”, de Annie Proulx.
    • Os androides sonham com ovelhas elétricas?”, de Philip K. Dick.
    • ”O Urupês”, de Monteiro Lobato
    • ”O Cemitério de Elefantes”, de Dalton Trevisan
    • ”O Aleph”, de Jorge Luís Borges
    • Nota: muitas destas histórias se tornaram filmes de sucesso ou viraram referências culturais familiares. Por exemplo, “Um Som de Trovão”, o conto de ficção-científica mais republicado da história, nos introduz ao efeito borboleta. As histórias de Philip K. Dick nos deram Blade Runner (“Os androides sonham com ovelhas elétricas?”, ou “O Caçador de Androides”), O Vingador do Futuro (“Lembramos para você a preço de atacado”, Minority Report (“Minority Report”), A Scanner Darkly (“A Scanner Darkly”), e muitos outros.

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