terça-feira, 25 de julho de 2017

Esta é a peça de tricô

Escolhi a peça que vou confeccionar.


terça-feira, 18 de julho de 2017

Arrebentação

Arrebentação, sucesso de crítica e público na França, é um livro envolvente, uma trama de suspense e morte num vilarejo isolado na costa da Normandia. Uma história surpreendente sobre a busca da verdade e as chances de superação após uma vida de desamor. Claudie Gallay é insuperável ao criar ambientes de grande carga emocional, em que personagens marcados pelo passado trilham seu caminho em busca da redenção. O livro venceu o Grande Prêmio das leitoras de Elle, a mais importante premiação francesa de júri popular, e permaneceu por meses nas listas de mais vendidos. Segundo o jornal Le Monde, é uma obra "magnífica", com um "texto maduro e o perfeito domínio da narrativa". "É impossível não lê-lo de uma vez só."


Outra resenha:
A narradora é uma ex-professora de biologia que, depois de perder dramaticamente o homem que amava, isolou-se em La Hague, um vilarejo na Normandia francesa, acossado pelas tempestades e pela força das marés.
Ela não está só. Aos poucos, trava contato com os esparsos habitantes locais: uma mulher aparentemente louca, que caminha pela orla com uma mortalha; um ex-operador de farol recluso; a dona de um bar e sua amarga mãe - pessoas que também, de uma forma ou de outra, convivem com dores do passado.
No entanto, tudo mudará com a chegada de Lambert, um estranho, assim como a narradora - mas que os habitantes parecem conhecer de outros tempos. Seu retorno está ligado a um misterioso acidente naquelas águas, décadas atrás. Ele também tem contas a acertar com o passado - e com os moradores de La Hague. Arrebentação é um livro surpreendente sobre a busca da verdade e as chances de superação após uma vida de desamor.

sábado, 15 de julho de 2017

Redação criativa

Emily Giffin, dentre outros autores (as), participou de um clube de redação criativa.
Sei que sou indisciplinada (deveria escrever todos os dias) ou participar de um clube similar.
Histórias escritas coletivamente...
Histórias comentadas/distribuídas entre verdadeiros críticos incentivadores...
Escolas que ensinam métodos eficazes...
São poucos os meios que utilizo para registrar minhas linhas.
Ainda considero excesso de trabalho, poucas horas livres para o lazer.
Ao menos tenho mantido uma boa rotina: 03 livros por mês, média de leitura.
Mesmo abandonando muitos livros logo no início, são aproximadamente 1000 páginas mensais.

Confesso que hoje ao rever amigos queridos, gostaria de escrever "Éramos cinco; somos nove". Contar como nos conhecemos, como compartilhamos vários dilemas, dificuldades, vitórias e travessuras. Os quatro se casaram e eu os visito os filhos, sou chamada de "Tia Clauuuuudinha", sorrio com outros tantos amigos e lembranças, rs



sexta-feira, 14 de julho de 2017

Laços Inseparáveis

A autora de cinco romances de sucesso, Emily Giffin, lança uma história inesquecível de duas mulheres, as famílias que a fazem ser quem são, e a lealdade e o amor que as ligam.

Marian Caldwell é uma produtora de televisão de 36 anos, vivendo seu sonho em Nova York. Com uma carreira bem-sucedida e um relacionamento satisfatório, ela convenceu todo mundo, inclusive si mesma, que sua vida está do jeito que ela deseja. Mas uma noite, Marian atende a porta... para apenas encontrar Kirby Rose, uma garota de 18 anos com a chave para o passado que Marian pensou ter deixado para trás para sempre. Desde o momento que Kirby aparece na sua porta, o mundo perfeitamente construído de Marian — e sua verdadeira identidade — será chacoalhado até o fim, fazendo ressurgir fantasmas e memórias de um caso de amor apaixonado que ameaça tudo para definir quem ela realmente é.

Para a precoce e determinada Kirby, o encontro vai provocar um processo de descobrimento que a leva ao começo da vida adulta, forçando-a a reavaliar sua família e seu futuro com uma visão sábia e doce.

Cinco romances?! Aos quais a Saraiva se refere?
- Laços Inseparáveis 
- Presentes da Vida
- Uma prova de amor
- Ame o que é seu
- O Amor em primeiro lugar

terça-feira, 11 de julho de 2017

A História de Maia


Brasil...  Volume I
Em As sete irmãs, Lucinda Riley inicia uma saga familiar de fôlego, que levará os leitores a diversos recantos e épocas e a viver amores impossíveis, sonhos grandiosos e surpresas emocionantes.

Filha mais velha do enigmático Pa Salt, Maia D’Aplièse sempre levou uma vida calma e confortável na isolada casa da família às margens do lago Léman, na Suíça. Ao receber a notícia de que seu pai – que adotou Maia e suas cinco irmãs em recantos distantes do mundo – morreu, ela vê seu universo de segurança desaparecer.

Antes de partir, no entanto, Pa Salt deixou para as seis filhas dicas sobre o passado de cada uma. Abalada pela morte do pai e pelo reaparecimento súbito de um antigo namorado, Maia decide seguir as pistas de sua verdadeira origem – uma carta, coordenadas geográficas e um ladrilho de pedra-sabão –, que a fazem viajar para o Rio de Janeiro.

Lá ela se envolve com a atmosfera sensual da cidade e descobre que sua vida está ligada a uma comovente e trágica história de amor que teve como cenário a Paris da belle époque e a construção do Cristo Redentor.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Lucinda Riley - As Sete Irmãs



Ibsen - Holberg - Bjørnson 
Teatro Nacional em Oslo - Noruega

Quem me levou para a Noruega? A História de Ally, livro II da série AS SETE IRMÃS






Fiorde Hardanger


Sobre Ratos e Homens - CCBB

George, de raciocínio ágil, e Lennie, tão forte quanto ingênuo, estão unidos pelo sonho de trabalhar, juntar dinheiro e comprar um pedaço de terra onde possam finalmente viver. Forçados a lidar com a realidade, só a verdadeira amizade permitirá que continuem sonhando.
Texto original: John Steinbeck.
Direção: Kiko Marques.
Elenco: Ricardo Monastero, Ando Camargo, Natallia Rodrigues, Tom Nunes, Roberto Borenstein, Cássio Inácio Bignardi, Pedro Paulo Eva, Thiago Freitas.
Sobre

terça-feira, 4 de julho de 2017

William Bouguereau



William-Adolphe Bouguereau (La Rochelle, França, 30 de novembro de 1825 – La Rochelle, França, 19 de agosto de 1905)


Pintor acadêmico, começou seus estudos em 1838 com Louis Sage, um aluno do renomado pintor romântico, Ingres. Após se mudar para Bordeaux em 1842, o artista participou do “École Municipal de Dessin et de Peinture” em Bordéus. 
Ganhou fama local como um talentoso pintor de retratos antes de ir para Paris, em 1846, onde matriculou-se na “École des Beaux Arts”, conhecida por sua abordagem tradicional acadêmica da pintura. Em 1850 Bouguereau recebeu o cobiçado “Prêmio de Roma” e passou quatro anos na Villa Medici estudando os clássicos e obras-primas do Renascimento, que  viriam a influenciar sobremaneira o seu estilo, após esse período. Altamente considerado por seus contemporâneos e no auge da carreira, lecionou na “Academia Julian” e “École des Beaux Arts” de Paris. http://williambouguereau.org/


O pintor realista francês William-Adolphe Bouguereau (1825-1905) era conhecido em seu tempo como um mestre de lendárias realizações artísticas. No entanto, com a ascensão do movimento modernista, suas realizações foram denegridas e denunciadas, e seu nome foi banido da história da arte. Apenas nas últimas décadas, após o colapso do movimento modernista, Bouguereau reapareceu no campo de nossa consciência histórica, mesmo que apenas nas margens. Com as suposições modernistas tendo virado coisa do passado, Bouguereau ganhou mais reconhecimento hoje e, muito provavelmente, ainda possamos aprender algumas coisas desse artista lendário.
Quando olhamos pela primeira vez uma obra de Bouguereau, nota-se imediatamente um realismo impressionante, descrito por alguns como foto-realística (as fotografias com certeza tiveram influência sobre os artistas daquela época); também se nota uma técnica perfeita, uma vida de obsessiva preocupação com a perfeição dos mínimos detalhes, sem consideração por deixar qualquer marca visível da mão do artista. Em seus trabalhos, também se pode notar um mundo idealizado cheio de juventude, sentimentalismo (as vezes sensual), bondade, divindade e beleza. Olhando uma pintura de Bouguereau, pode-se notar todas as razões do porque seu trabalho foi uma vez banido da história da arte, e ainda assim notar suas intermináveis qualidades.
Talvez, através de seus trabalhos, uma pessoa possa compreender como uma vida dedicada à arte pode ser completamente pisoteada e destruída, e depois retornar à vida. Possivelmente há alguma importância em seu trabalho para ser descoberta.
A carreira de Bouguereau foi um constante sucesso em termos de conquista social, financeira e artística; ainda, ao mesmo tempo que em sua vida suportou uma série de contínuas tragédias que tiveram seu efeito sobre a saúde e espírito do artista, levando à sua eventual morte. Provavelmente seja verdade o que alguns dizem: “Sem perda não há ganho”.
Em 30 de novembro de 1825, nasceu o filho de Theodore Bouguereau, chamado William, um vendedor de óleo de oliva e vinho, sem sucesso, que morava em La Rochelle, na França. Devido a problemas de negócios, as relações entre os integrantes da família de Bouguereau eram tensas, e Bouguereau foi finamente enviado para morar com seu tio Eugene em Mortagne. Tal mudança acabou por ser uma benção para o jovem William, já que seu tio, ao contrário de seu pai, o incentivou a abraçar a cultura e a arte. Bouguereau teve suas primeiras aulas de arte durante sua estadia em Mortagne.
Após se mudar para Bordeaux, para ajudar nos negócios de família, Bouguereau finalmente convenceu seu pai a deixa-lo frequentar a escola de Belas Artes em Paris, após ter ganhado o primeiro premio numa competição de pintura local. Com a ajuda de seu tio, William obteve uma comissão que iria ajudar a pagar seus estudos.
Bouguereau começou seus estudos em 1846, trabalhando no estúdio de François Picot, e era frequentemente classificado como o melhor de sua turma. Em sua terceira tentativa, o artista finalmente ganhou o prestigioso Premio de Roma por sua pintura intitulada, “Zenóbia encontrada pelos pastores nas margens do Araxes”. Ele foi premiado com um ano de estudos pagos em Villa Médici, localizada no centro da cultura e arte clássica: Roma. Foi na Itália que Bouguereau leu as obras de Michelangelo, Leonardo, Ticiano, Raphael, entre outros. Acima de todos os outros, Bouguereau considerava Raphael como o classicista ideal na arte da pintura. Bouguereau produziu uma excelente cópia da obra da obra de Raphael “O Triunfo de Galatea”, que foi uma das quais ele foi designado a levar à academia de Paris.
Bouguereau de tornou mais bem conhecido quando se estabeleceu em Paris, em 1854. Em 1856, se casou com Marie-Nelly Monchablon, e no ano seguinte sua primeira filha (a primeira de cinco filhos) Henriette, nasceu. No mesmo ano, Bouguereau ganhou uma medalha de Honra por sua pintura, O retorno de Tobias, exibido num Salão em 1857. Os Salões eram exposições de obras culturais e muitas vezes atraiam mais de 300 mil visitantes, o que foi fundamental para acelerar a fama de Bouguereau por toda Paris, lhe garantiu constantes comissões e uma renda decente. George, seu primeiro filho nasceu em 1859, e em 1861, sua segunda filha Jeanne nasceu no dia do Natal.
A vida pessoal de Bouguereau continuou a prosperar durante os próximos anos, no entanto, a tragédia veio à tona no ano de 1866, quando sua filha mais nova Jeanne faleceu. Os anos seguintes foram ainda mais dolorosos, mas sua carreira continuou a florescer. Durante o período da guerra Franco-Prussiana (após o nascimento do seu segundo filho, Paul) quando o artista se juntou temporariamente à guarda nacional, e enquanto esperava a Comuna de Paris em La Rochelle, continuou a pintar, e obras de artes foram produzidas uma após a outra. No entanto seu filho George faleceu de uma doença em 1875, e em 1877, a esposa do artista também faleceu após dar a luz ao seu terceiro filho Maurice, que também faleceu com 7 meses de idade. Seu luto inspirou obras religiosas como ‘A Pietá’. Durante esse tempo o artista foi nomeado com o mais alto cargo na Academia de Belas Artes.
Em 1879, William se casou novamente, desta vez com uma de suas alunas, Elizabeth Gardner, que era 12 anos mais nova. Até então ele havia produzido diversas obras de artes como: ‘Nymphs e Satyr’, ‘Charity’, e ‘Homer and his Guide’. Sua filha Henriette também se casou em torno dessa época, para grande contentamento do artista. No entanto, seu filho restante, Paul, que agora era advogado, adoeceu e faleceu em 1900. Este foi o golpe mais doloroso para a alma do artista, e sua saúde começou a se deteriorar rapidamente. William Bouguereau faleceu em sua cidade natal, La Rochelle, em 1905.
Embora Bouguereau tenha sido considerado um dos maiores pintores clássicos da historia, e até comparado por alguns à Raphael, havia outros que criticavam-no. Em particular os impressionistas que tentaram derrubar as escolas tradicionais de pintura. Por fim, eles conseguiram. Isso trouxe o movimento modernista, e alterou drasticamente os assuntos sobre arte, e historia da arte. Desta perspectiva o trabalho de Bouguereau foi considerado regressivo. Princípios e práticas tradicionais foram considerados como grilhões que impediam a expressão da arte. Pensou-se que a perfeição de Bouguereau ocultava a real arte. A técnica do artista e o idealismo clássico de sua arte foram considerados, por alguns, como um retrocesso sem sentido. Mas sua arte era tão inútil como alguns disseram? Embora acusado de ‘sentimental’ e, às vezes, até piegas, seu trabalho também era conhecido como cheio de beleza, devoção e bondade. Quem sabe, essas qualidades, mereçam ser revividas novamente.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

A Soma dos Dias

Sinopse 
Um relato memorialístico no qual Isabel Allende, autora de sucessos como A casa dos espíritos, De amor e de sombra e Inés da minha alma, conta a história recente de sua vida. Em A soma dos dias, Allende retoma a narrativa de Paula, sua primeira obra autobiográfica, relembrando os acontecimentos posteriores à perda da filha, vítima de uma doença rara.

O livro é, em essência, a história de amor entre uma mulher e um homem – Allende é casada com William C. Gordon, advogado e também escritor - maduros, que, envoltos por uma grande e moderna família, venceram juntos muitos obstáculos sem perder a paixão e o humor.




domingo, 2 de julho de 2017

Lágrima de cristo

Nome científico: Clerodendron thomsonae
Nome popular: Lágrima de Cristo.
Família: Verbenaceae
Origem: África
Porte: Até 4 metros.
Flores: Primavera-Verão.
Características: Trepadeira volúvel, semi-herbácea,  de meia-sombra. Deve ser plantada em locais protegidos de geadas e correntes de ventos. Prefere solo arenoso e rico em matéria orgânica. É utilizada enrolada em suportes como vigamento de varandas, cercas e grades. É uma trepadeira de crescimento muito rápido, principalmente nas estações mais quentes, podendo chegar a crescer cerca de 10 cm por dia. Muito decorativa para grades e treliças.
Propagação: Por estaquia da ponta dos ramos.

sábado, 1 de julho de 2017

Presente da Vida


Resenha do Skoob
Presentes da Vida é a tradução da Editora Novo Conceito para o livro Something Blue sucesso da autora Emily Giffin de quem sou muito fã! Emily Giffin escreve com emoção, pureza e toca profundamente o leitor, diferente de Nicholas Sparks, seus livros nos fazem chorar de felicidade (amo finais felizes!). Esse livro é também a continuação de O Noivo da Minha Melhor Amiga. Não é obrigatório ter lido antes, mas a leitura do livro anterior é imprescindível para o melhor compreendimento da história de Darcy e o que a levou à situação atual.


Confesso que odiava a Darcy desde o livro O Noivo da Minha Melhor Amiga. Ela é o oposto de Rachel, além de indiferente, arrogante e egoísta. Mas em "Presentes da Vida" ela nos conta sua versão dos fatos, e podemos conhecer tudo o que aconteceu com Rachel e Dexter (ex-noivo de Darcy). Não entendeu? Antes de continuar a leitura desta resenha, pode ler (sem spoilers) a resenha de O Noivo da Minha Melhor Amiga.

Agora podemos continuar e você irá compreender o que quero dizer! A Darcy teve sua vida totalmente arruinada, sua melhor amiga roubou seu noivo, ela não vê que também traiu e se sente a única vítima de tudo que ocorreu em sua vida, um desastre. Mas ela está grávida de um cara (Marcus, um amigo de Dexter, que inclusive ia ser padrinho em seu casamento) que é despojado em demasia e "compromisso" não faz parte do vocabulário dele. Agora ela percebe que ele podia até ser um pouco sexy, mas não era bonito, nem rico e nem inteligente, o que ela viu nele?

O que Darcy não percebe é que Dex (que era seu noivo e ficou com sua melhor amiga) podia ser lindo, inteligente e rico, mas que seriam infelizes juntos. Ele não a amava e nem ela sentia algo mais que admiração por ele. Mas como eu disse ela é extremamente egoísta e se inconsciente ou não, ela sempre competiu com Rachel, e não suportava o fato de sua agora ex-melhor-amiga ter tirado Dex dela, debaixo de seus olhos. Ela jamais suportou uma derrota e como sempre teve tudo o que quis e um pouco mais, e por isso estava despreparada para a vida, para tudo o que aconteceu em seu castelo que desmoronou.

Isso é com certeza o mais emocionante em toda esta linda história: A capacidade do ser humano de reconhecer ainda que tarde seus erros e prosseguir rumo ao desconhecido, mas com a qualidade indescrítivel de se auto-avaliar, reconhecendo assim que também foi parte de sua própria tragédia amorosa, a autora acerta em cheio neste quesito, mostrando aos leitores a antiga Darcy, seus caminhos errôneos e a reviravolta que tem em sua vida. Indelével. Surreal.

Cansada de tudo e de todos, ela vai para Londres, viver temporariamente com Ethan (amigo dela e de Rachel desde o quinto ano do colégio) pensando em compras, em dar a volta por cima e odiar ainda mais seus ex-amigos (agora inimigos pois, todos se viraram contra ela) ela se descobre grávida de algo maravilhoso e surpreendente e que tem efeito positivo em sua vida (mesmo que no momento ela queira desistir) chegando ao título deste livro em português: Presentes da Vida "Nem sempre o queremos é o que realmente precisamos". Concordo e assino em baixo, o que precisamos realmente nesta vida está longe de ser algo que queiramos, mas que aliado a forças supremas é tudo e mais do que precisamos nesta incrível jornada. Gravidez não planejada, sem amigos, sem emprego e sozinha ela descobre que a vida é muito mais do que beleza e roupas de grife.

Não posso deixar de mencionar o humor impressionante nesta leitura, ri demais em diversos trechos e chorei copiosamente em outros. Emily Giffin é uma das autoras que mais admiro, por sua capacidade de fazer-nos rir e no mesmo instante nos levar à lágrimas. Posso dizer que encontro semelhanças com seus outros títulos como : Ame o que é Seu e Questões do Coração (também amo esse!). Mas de um modo ou de outro, estou mais do que surpresa e senti-me feliz com a leitura deste livro que além de extremamente agradável me surpreendeu positivamente e fez com que Darcy se tornasse outra pessoa diante de meus olhos. Um livro tocante e profundo, narrativa concisa e fluente e tem tudo para se tornar best-seller aqui no Brasil, tanto como já é lá fora. 

Se está cansado de leituras cansativas, repetitivas e sem motivação, pegue um exemplar deste maravilhoso livro e não se arrependerá, só não esqueça de me convidar para um clube do livro on-line depois, adoraria compartilhar meus trechos prediletos e minhas impressões com você. Uma perfeita história de recomeços e amizade, amor e descobrimento, sinceridade e perdão. Recomendadíssimo!

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Lygia Fagundes Telles

Escrever é uma luta


— Como você definiria o ato de escrever?

— Uma luta. Uma luta que pode ser vã, como disse o poeta, mas que lhe toma a manhã. E a tarde. Até a noite. Luta que requer paciência. Humildade. Humor. Me lembro que estava num hotel em Buenos Aires, vendo na tevê um drama de boxe. Desliguei o som, ficou só a imagem do lutador já cansado (tantas lutas) e reagindo. Resistindo. Acertava às vezes, mas tanto soco em vão, o adversário tão ágil, fugidio, desviando a cara. E ele ali, investindo. Insistindo – mas o que mantinha o lutador em pé? Duas vezes beijou a lona. Poeira, suor, sangue. Voltava a reagir, alguém sugeriu que lhe atirassem a toalha, é melhor desistir, chega! Mas ele ia buscar forças sabe Deus onde e se levantava de novo, o fervor acendendo a fresta do olho quase encoberto pela pálpebra inchada. Fiquei vendo a imagem silenciosa do lutador solitário – mas quem podia ajudá-lo? Era a coragem que o sustentava? A vaidade? Simples ambição de riqueza, aplauso? Tudo isso já tinha sido mas agora não era mais, agora era a vocação. A paixão. E de repente me emocionei: na imagem do lutador de boxe vi a imagem do escritor no corpo-a-corpo com a palavra.
- O que é preciso para enfrentar essa luta?
- Isso requer amor - o amor a piedade que o escritor dever ter no coração.
(Telles, Lygia Fagundes. In: Para gostar de ler . Vol. 9. São Paulo: Editora Ática, 3. a ed., 1988, p. 7.)

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Clarice Lispector

O diálogo abaixo foi criado a partir de uma colagem de depoimentos e crônicas, uma vez que Clarice já era falecida.
1989 - Para Gostar de Ler volume 9 - Contos - Editora Ática


Antes de ler e escrever eu inventava

- Qual a sua origem?

- Nasci na Ucrânia, numa aldeia que não existe no mapa, Tchetchelnik,e vim com dois meses para o Brasil, para o Recife. Minha primeira língua foi o português. Muitas pessoas pensam que eu falo com sotaque por ser russa de nascimento. Mas é que eu tenho a língua presa. Há a possibilidade de cortar, mas meu médico falou que dói muito. Tem uma palavra que não posso falar, senão todo mundo cai pra trás: aurora.

- Como começou a interessar por histórias?

– Antes de aprender a ler e a escrever, eu já fabulava. Inventei junto com uma amiga minha, muito passiva, uma história que nunca terminava, porque quando eu dizia: “Então todos estavam mortos”, ela replicava: “Não tão mortos assim”. Então eu continuava a história.
– Cada escritor tem o seu jeito de escrever. Qual o seu?
- Eu trabalho do modo mais esquisito do mundo: sentada numa poltrona, com a máquina no colo. Por causa de meus filhos. Quando eles eram pequenos, eu não queria que tivessem uma mãe fechada num quarto a que não pudessem ter acesso. Então eu me sentava no sofá, com a máquina no colo, e escrevia.
– Em que você se baseia para escrever os seus textos?
– Meus romances, meus contos me vêm em pedaços, anotações sobre as personagens, tema, cenário, que depois vou juntando mas que nasceram de uma realidade interior, vivida ou imaginada, sempre muito pessoal.
– E os livros? Quando começou a se interessar por eles?
– Quando eu era criança, durante muito tempo pensei que os livros nascessem como as árvores, como os pássaros. Quando descobri que existiam autores, pensei: também quero fazer um livro.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

História da Guerra Fria

SINOPSE
A segunda metade do século XX foi marcada por uma guerra que não houve. No entanto, a simples perspectiva de que ela pudesse ocorrer, com a possibilidade de, pela primeira vez na história, pôr em risco a sobrevivência da vida humana no planeta, aterrorizou três gerações entre 1945 e 1991. 'História da Guerra Fria' mapeia esses anos de apreensão e medo em que a civilização conviveu com a ameaça de sua própria aniquilação. O livro vem acompanhado de um caderno de fotos com 16 páginas.
DADOS DO PRODUTO
título: HISTORIA DA GUERRA FRIA
título original: THE COLD WAR
isbn: 9788520919576
idioma: Português
encadernação: Brochura
formato: 16 x 23
páginas: 308
ano de edição: 2006
ano copyright: 2005
edição: 

terça-feira, 27 de junho de 2017

Lisboa - Palácio de Ega

Palácio da Ega


O palácio do Pátio do Saldanha, vulgarmente conhecido por palácio da Ega, onde se encontra instalado o Arquivo Histórico Ultramarino (AHU), constitui um edifício de reconhecido valor artístico e histórico. O seu núcleo primitivo deve remontar ao século XVI, pois sabe-se que em 1582 já existia a Casa Nobre, podendo ler-se essa data numa curiosa fonte de "embrechados" à entrada do palácio. O edifício encontra-se dividido em três corpos principais: o da entrada cuja fachada dava para um pátio, atualmente um jardim, onde vivem entre outros, alguns exemplares botânicos extra-europeus; o do lado sul, de dois pisos, com uma grande frente sobre o Tejo, dando igualmente para um amplo jardim servido por um grande lago ovalóide; e o do Salão Pompeia, a nascente, continuação do corpo anterior que liga também com um jardim superior.

 A fachada apresenta três grandes portões, ostentando o portão central o brasão dos Coutinho, Albuquerque e Saldanha. De cada lado do corpo central existem duas grandes varandas. Do átrio sobe-se ao piso superior por dois amplos lanços de escadaria que apresentam lambrins de azulejos, alguns do século XVII. No andar superior, existe ainda uma grande sala totalmente decorada com painéis de azulejos portugueses de meados do século XVIII, com motivos campestres e de caça. No início do século XVIII acrescentou-se o palácio com um enorme salão, designado como Salão Pompeia e é sobretudo neste magnífico salão que reside o interesse artístico do edifício. Nele podem admirar-se oito painéis de azulejos holandeses, a azul e branco, do início do século XVIII, representando vistas de cidades portuárias da Europa, como sejam, Constantinopla, Colônia, Londres, Veneza, Hamburgo, Midelburgo, Roterdão e Antuérpia. Em 1950, este salão foi classificado como Imóvel de Interesse Público.


Durante as Invasões Francesas conheceu este palácio um grande esplendor. O 2º conde da Ega, Aires José Maria de Saldanha, regressado de Espanha, onde ocupara o cargo de Embaixador de Portugal, mandara fazer grandes obras de embelezamento e o palácio era cenário de grandes festas. O general Junot, amigo da família Saldanha, era frequentador assíduo do palácio, de tal forma que após a expulsão das tropas francesas, os condes da Ega são exilados, vendo-se obrigados a deixar o país.

Depois de abandonado, o palácio vai servir como hospital das tropas anglo-lusas e, posteriormente, de quartel-general do marechal Beresford, a quem acaba por ser doado em 1820 por D. João VI.

Em 1823, a família Saldanha é reabilitada e requer a posse da sua casa senhorial. Depois de longa demanda em tribunal, é-lhe finalmente entregue o palácio, em 1838, mas a situação financeira da família já não lhe permitia a sua manutenção. É vendido e passa por vários proprietários até ser adquirido em 1919 pelo Estado, sendo então levadas a efeito obras de grande vulto para nele se poder instalar o Arquivo Histórico Colonial, criado em 1931. Recebeu, após esta data, obras diversas desenvolvidas no sentido da prestação de serviços arquivísticos, o que não invalida que se mantenham, ainda hoje, fortes reminiscências palatinas.

Hoje o espaço é alugado para festas, inclusive de casamento.




INFORMAÇÃO SOBRE PAÇO DA EGA

O Paço da Ega é um espaço único na Região Centro! Situado no cimo de uma colina, de onde se pode desfrutar de uma vista panorâmica fantástica para a paisagem envolvente, é de estilo medieval, tendo sido erguido sobre as ruínas do castelo da Ega. Remodelado e classificado como patrimônio de interesse público, é um lugar mágico e encantador para a celebração de qualquer evento.
Espaços e capacidade
Tem diversas salas, tendo a maior 140 m2. O pátio interior é ideal para casamentos e qualquer outro tipo de evento de grande dimensão, sendo possível a colocação, no seu interior, de pista de dança e bar(es) de apoio.
Tem espaço para estacionamento, além de outras comodidades (como piscina exterior e sala de snooker) para quem quiser pernoitar. Os jardins e áreas exteriores, são perfeitos para os momentos fotográficos e de descontração.
Serviço de alojamento


Possui sete quartos à disposição dos noivos e dos convidados, caso seja necessária a estadia noturna. Todos os quartos têm aquecimento central, tv, internet e casa de banho. Tem todas as comodidades para uma estadia confortável e agradável.
História
Construído no 2º quartel do século XII pelos Templários, foi edificado sobre uma antiga fortaleza mourisca, conquistada anteriormente por D. Afonso Henriques. Tem diversas portas e janelas manuelinas e pedras romanas, fruto de diversas restruturações, que sofreu ao longo do tempo.
Localização
Está em Ega, Condeixa-a-nova, com fáceis acessos para as principais auto-estradas e vias rápidas. Rodeado por matas verdejantes, é também ideal para passar uns dias de descanso, funcionando como Turismo de Habitação em espaço rural. Entrem em contacto com Paço da Ega e agendem a vossa visita.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Morte Acidental de um Anarquista

Resenha por Dirceu Alves Jr.

Os avisos foram dados e, na teoria, o espetáculo começou. Dan Stulbach, Henrique Stroeter, Riba Carlovich, Maíra Chasseraux, Marcelo Castro e Rodrigo Bella Dona derrubam a chamada “quarta parede” – jargão para definir a barreira invisível que separa palco e plateia – e entram em cena. Eles contam um pouco como surgiu o projeto de encenar a comédia do italiano Dario Fo e lançam umas gracinhas para os espectadores. Logo, Stulbach molda o cabelo, assume um olhar perdido e a peça, na prática, dá sua largada. O protagonista é um louco, inconformado em não poder ser várias pessoas ao mesmo tempo, que vai parar em uma delegacia, acusado de falsidade ideológica. Basta uma distração do comissário (papel de Castro) para ele convencer o delegado (vivido por Stroeter) e o secretário de segurança (representado por Carlovich) de que é um respeitável juiz. Um crime vem à tona, e uma jornalista (Maíra) apura informações como o próprio lunático e, de novo disfarce, o personagem se mostra o mais apto para resolver o caso. Por mais que busque estabelecer vínculos com a realidade, a grande sacada da montagem é evidenciar o predomínio da ficção. Referências ao noticiário e, principalmente, à Operação Lava-Jato pipocam volta e meia, mas os atores fazem questão de deixar claro que tudo ali é um debochado teatro. Essa opção mostra grande capacidade do diretor Hugo Coelho ao construir um espetáculo reflexivo e crítico, mas muito bem embalado em um mero digestivo para quem, assim, desejar. 
Henrique Stroeter e Dan Stulbach: o delegado e o lunático ( João Caldas)

domingo, 25 de junho de 2017

O Vendedor de Sonhos

O primeiro trailer do filme O Vendedor de Sonhos, baseado no livro de mesmo nome de Augusto Cury, foi divulgado nesta terça-feira. O vídeo é pontuado por frases como “O primeiro a ser beneficiado pelo perdão é aquele que perdoa, não o perdoado”, “O ser humano não morre quando o coração para de bater, morre quando, de alguma forma, deixa de se sentir importante” e “Não desista do seu sonho”.



Eu posso te dar uma "vírgula" para que você possa continuar a escrever sua história, mesmo quando o mundo desaba sobre sua cabeça. 

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Ponte de Espiões


Com PONTE DOS ESPIÕES (2015), Steven Spielberg vem explicitar aquilo que já se manifestara como tendência em boa parte de sua filmografia: o conteúdo político, o seu interesse em abordar ações ou situações relativamente simples de serem solucionadas do ponto de vista humano ou mesmo lógico, mas que, pelas circunstâncias, acabam se tornando complexas.
É o caso da história do advogado James B. Donovan (Tom Hanks) e do espião soviético capturado Rudolf Abel (Mark Rylance). O advogado é convidado para defender esse homem, como dita a lei americana de que todos merecem um advogado, mas a mesma lei não funciona muito bem para comunistas, tidos como verdadeiros demônios pela comunidade norte-americana.
Assim, enquanto as autoridades querem tratar esse julgamento como uma mera formalidade, de preferência levando à pena de morte o sujeito que, segundo Donovan, estava apenas prestando um serviço ao seu país, como também estavam espiões americanos infiltrados na União Soviética ou em qualquer outro país comunista naquele cenário da Guerra Fria, o advogado resolveu levar muito a sério o caso. Talvez se visto hoje pelos próprios americanos que demonizavam os comunistas, é provável que eles concordem que estavam mesmo exagerando nesse julgamento. E o próprio Spielberg coloca essa situação quase como um crime de guerra, algo do que os americanos deveriam se envergonhar.
Durante a defesa do réu, Donovan chega a antecipar algo que parecia improvável: a possibilidade de usar esse espião soviético em um acordo de troca por um espião americano também capturado pelos inimigos. Como o filme trata de nos mostrar esse espião como alguém bastante simpático, espirituoso e sensível (é um pintor, ainda por cima), torna-se ainda mais fácil para a audiência comprar a ideia de Donovan/Spielberg.
Tom Hanks repete aqui a figura do homem persistente, como em O TERMINAL (2004), que se vê em uma situação em que a burocracia e outros obstáculos o impedem de atingir o seu objetivo. Também é possível traçar paralelos com a campanha de Abraham Lincoln para angariar uma base aliada no trabalho anterior de Spielberg, LINCOLN (2012).
Em PONTE DOS ESPIÕES, o protagonista, um homem comum, de família comum de Nova York, ganha contornos de herói, ao encarar, sem muito apoio do próprio Governo americano, a negociação de troca com os inimigos do seu país em pleno território da Alemanha Oriental, na época, início dos anos 1960, ainda uma república não reconhecida pelos Estados Unidos.
Aliás, uma das cenas mais impressionantes é a da construção do terrível Muro de Berlim. É mais um exemplo do quanto o cinema nos transpõe magicamente, como numa máquina do tempo, para um outro lugar e outra época, ainda que as imagens sejam maquiadas pelas belas fotografia e cenografia. De todo modo, a imagem de uma Berlim devastada pela guerra e abandonada pelos supostos aliados soviéticos também causam certo espanto. Além do mais, toda a sequência do advogado na Alemanha se aproxima da perfeição.
E Tom Hanks mais uma vez passa aquela imagem de bom moço que funciona muito bem aqui. Spielberg tem procurado manter, ultimamente, uma postura mais sóbria no que se refere ao sentimentalismo que costumava imperar em seus trabalhos. Quando ele erra a mão nesse quesito, como em AMISTAD (1997) e em CAVALO DE GUERRA (2011), o resultado não fica muito bonito. A boa notícia é que PONTE DOS ESPIÕES se junta a obras de respeito dessa linha político-histórica, como O RESGATE DO SOLDADO RYAN (1998), MUNIQUE (2005) e o já citado LINCOLN, fazendo com que o espectador saia do cinema satisfeito com o excelente espetáculo de direção segura, reconstituição histórica e debate ético.

Pintor hiper-realista do Iran

Iman Maleki me encanta!



Iman Maleki sempre foi fascinado pela arte da pintura desde que era criança. Aos 15 anos começou a aprender pintura com seu primeiro e único professor, Morteza Katouzian , até então o maior pintor realista do Irã .Enquanto estudava começou a pintar profissionalmente . Em 1999 graduou-se em desenho gráfico pela Universidade de Arte de Teerã . Desde 1998 tem participado de várias exposições. Em 2000 se casou e no ano seguinte criou o ARA Painting Studio e começou a ensinar pintura , considerando os valores clássicos e tradicionais.As mais importantes mostras de que Iman Maleki participou foram: The Exhibition of Realist Painters of Iran , no Teheran Contemporary Museum of Art (1999 ) e The Group Ehxibition of KARA Studio Painters at SABZ Gallery ( 1998) e SA’AD ABAD Palace ( 2003 ) .Em 2005 recebeu os prêmios Willian Bouguereau Award e Chairman’s Choise Award no Second International ARC Salon Competition .


quarta-feira, 21 de junho de 2017

Cabelos cacheados e curtos




Livros que contam sobre as vidas dos refugiados

Talita Ribeiro é jornalista, trabalha há mais de dez anos no setor de turismo no Brasil, já foi repórter da principal revista da área, a Viagem e Turismo da editora Abril, e atua como consultora de comunicação e produtora de conteúdo em startups e em grandes empresas de viagem. Talita é a criadora do conceito “Turismo de Empatia” e escreveu seu primeiro livro, “Refugiados no Oriente Médio”, após viajar durante um mês pela Jordânia, Iraque e Turquia em 2015, 

Neste livro, a jornalista Talita Ribeiro conta histórias que viveu e ouviu durante as semanas que passou entre refugiados de guerra na Jordânia e no Curdistão Iraquiano. Em paralelo, a autora dá dicas turísticas dos locais que visitou e apresenta um passo a passo de como embarcar em uma viagem em que o foco são as pessoas, e não os lugares. "Refugiados no Oriente Médio" é o primeiro livro da coleção "Turismo de Empatia", que nasce de questionamentos e curiosidades tão fortes que nos fazem sair da zona de conforto e entrar em um lugar desconhecido e sagrado: o coração do outro.





Malala Yousafzai é uma inspiração para todos. A garota paquistanesa foi baleada pelo Talibã simplesmente porque queria ir para a escola. Desde então, chamou a atenção do mundo com sua coragem, tornando-se uma ativista na luta pelos direitos das meninas em todo o mundo. No ano de 2013, Malala se tornou a pessoa mais jovem a ser indicada ao Prêmio Nobel da Paz. No livro Todo dia é Dia de Malala, meninas de todo o mundo expressam sua solidariedade e admiração pela jovem paquistanesa. Muitas delas conhecem de perto as barreiras que se colocam entre as meninas e a escola, como a pobreza, a discriminação e a violência, e reconhecem em Malala não só uma líder, mas uma amiga. O livro é ilustrado com belas fotografias da Plan International.