sábado, 31 de dezembro de 2016

Um Lugar Chamado Liberdade

Sinopse Livraria Cultura.


“Um romance histórico irresistível.” – San Francisco Chronicle Escócia, 1766. Condenado à miséria e à escravidão nas brutais minas de carvão, Mack McAsh inveja os homens livres, mas nunca teve esperança de ser como eles. Até que um dia ele recebe a carta de um advogado londrino que lhe revela a ilegalidade da escravidão dos mineiros e um novo horizonte se abre aos seus olhos. Porém, para realizar seu sonho, Mack precisará enfrentar todo tipo de opressão das autoridades que não estão acostumadas a serem questionadas. Já na idealizada Londres, ele reencontra uma amiga de infância, Lizzie Hallim, agora casada com Jay Jamisson, membro da família que tanto o atormentara na Escócia. Lizzie não se conforma em viver submetida aos caprichos dos homens e constantemente escandaliza a sociedade com seu comportamento e suas ideias não convencionais. Quando Mack é acusado injustamente de um crime, ela quebra protocolos e sai em sua defesa, mas o amigo é deportado para a América. Mack logo descobre que se trata de uma mera mudança de continente, não de ares sociais, pois a colônia também vive momentos de tensão: se na Inglaterra os trabalhadores não desejam mais ser explorados pela elite, ali os colonos preparam o caminho que os levará à independência do jugo inglês. Nesta saga repleta de suspense e paixão, Ken Follett delineia uma época de revoltas contra a injustiça com uma escrita enérgica e sedutora.
 
E assim o foi. Uma escrita enérgica e sedutora. Devorei as 400 páginas em 3 dias. Suei frio... vibrei com as respostas ácidas e rápidas das personagens... senti medo... não consegui prever o final do enredo - só parecia que seria um final feliz porque faltavam pouquíssimas páginas, mas as complicações eram inimagináveis para mim... ;)

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

O Buraco da Agulha

Scoob O Buraco da Agulha, clássico de espionagem ambientado na Segunda Grande Guerra, é repleto de tramas mirabolantes e intrigas internacionais. Um brilhante espião alemão, de codinome Agulha, corre contra o tempo para descobrir o segredo dos aliados e aniquilá-los. O espião fará de tudo, até mesmo tentar matar a bela inglesa por quem se apaixona, para conseguir seu intento e ajudar a Alemanha a vencer a guerra. Mas o seu grande engano foi não contar com a perspicácia da mulher. Os dias turbulentos que antecederam o desembarque na Normandia, o famoso Dia D, e um ritmo muito acelerado fazem desse suspense um hipnotizante thriller psicológico.

No site O Poderoso Resumão
Literatura de guerra não necessariamente está entre meus livros de cabeceira, mas gosto demais de histórias com espionagem e investigação. Tais elementos estão pressentes nessa trama de Ken Follett e digo à vocês que me fez pensar no livro com certos ingredientes de uma novela, não ele sendo uma, mas a construção dos personagens que possuem um eixo principal ao longo do enredo, me fizeram racionalizar isso.
Em O Buraco da Agulha, o autor opta por dividi-lo em 4 partes e um epílogo. Em tais partes vamos nos entrosando mais com a história e conectando cada vez mais os fatos e o tempo/espaço. A primeira parte serve como apresentação dos personagens principais e como determinante de onde e quando se passará os acontecimentos. Já na segunda parte entendemos mais as motivações e importância de todos e assim, partilhando mesmo o enredo, segue o livro. Durante a leitura cheia de indicações históricas reais, podemos ir conhecendo quem é quem e como todos vão sendo inseridos e o porque.
A narrativa vai deixando o contexto da 2ª Guerra Mundial como pano de fundo e acentuando a vida de Henry Faber ( espião Die Nadel, a Agulha), Percival Godliman e Lucy. Os três vão seguindo suas vidas de forma normal (e isso gostei demais na escrita de Follett), com histórias paralelas que em alguns momentos vão se chocando. Godliman é um estudioso que se junta ao MI5 para desbaratar o serviço de espiões alemães na Inglaterra e acaba indo atrás de Faber. Após Lucy se casar com um militar e depois morar alguns anos em uma pequena ilha isolada, vai observando sua vida ficando sem sentido e passa os dias não querendo mais continuar esposa de um homem que não a deseja. Mas ela não é somente isso.
Eu particularmente gostei muito do espião alemão brilhante e do professor (Godliman) que tenta entende-lo e capturá-lo. Não explicitamente se discute o lado do bem e do mal aqui, mas sim o que cada um é capaz de fazer para defender seu lado e como cada um pensa sobre aquilo que defende. Faber é o espião capaz de captar as mais importantes informações sobre a inteligência inglesa e reportar ao exército de Hitler e Godliman passa anos em sua cola.
A leitura precisa ser atenta para não se perder o fio condutor, pois Ken transita de um personagem para outro sem necessariamente mudar de capítulo e para explicar certas situações, ele se utiliza até de flashbacks. Com o passar das páginas, somos conduzidos pelos anos que anteciparam a Guerra e os que a presenciaram. Até o amadurecimento de cada personagem é perceptível, já que o tempo passa para eles também.
O Buraco da Agulha é um livro que não admite versar muito sobre, já que, além de contar spoiler, escrever muito pode estragar a tensão investigativa que Follett trabalha tão bem. Cada capítulo é uma informação a mais, cada parte uma condição que acrescenta a esse thriller, de certa forma histórico, uma particularidade que me fez imaginar como era mesmo o serviço de inteligência e espionagem durante os tempos de guerra. Uma leitura que faz pensar e isso já é mais do que ponto positivo.
 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Técnicas diferentes para livros ambientados no passado ou nos dias atuais

Foi neste texto, extraído das últimas páginas da obra Roubada, que me encantei com a possibilidade de escrever. Técnicas diferentes para cada cenário - dias atuais ou passado.
*devidos créditos autorais à Editora Novo Conceito.
 
Lesley Pearse é uma das escritoras mais queridas do Reino Unido, com fãs em todo o planeta e mais de 2 milhões de livros vendidos até hoje.
Uma autêntica contadora de histórias e mestre em criar tramas envolventes, que mantêm os leitores encantados do começo ao fim, Lesley apresenta aos seus leitores personagens inesquecíveis, impossíveis de ser ignoradas. Não é fácil definir um gênero ou fórmula especifica - seus livros, sejam romances policiais, como Till we meet again, romances históricos, como Never look back, sejam o emotivo e emocionante Trust me, baseado no escândalo da vida real das crianças migrantes britânicas enviadas para a Austrália no período pós-guerra, envolvem completamente os leitores.
 
A verdade é mais estranha que a ficção, e a vida de Lesley está tão recheada de drama quanto os seus livros. Ela tinha três anos quando sua mãe morreu em circunstâncias trágicas. Seu pai estava em alto-mar, e foi somente quando um vizinho viu Lesley e seu irmão brincando no jardim sem casacos que se levantou a suspeita: a mãe havia morrido há algum tempo. Com o pai servindo nos Fuzileiros Reais, eles passaram três anos em orfanatos sombrios antes que ele voltasse a se casar (com uma nova esposa que era um verdadeiro dragão, uma ex-enfermeira do Exército). Lesley e o irmão foram trazidos de volta para casa para se juntar a duas outras crianças que ficavam sob a guarda da família. O impacto da mudança e da incerteza constantes nos primeiros anos de Lesley se reflete em um dos temas recorrentes em seus livros - o que acontece com aqueles que sofrem traumas emocionais na infância. Ela teve uma infância extraordinária e, em todos os seus livros, Lesley combinou magistralmente a dor e a infelicidade de suas primeiras experiências com um dom singular de contar histórias.
Quando criança, sua necessidade desesperada de amor e afeição certamente foi a razão de ter escolhido mal os homens com quem se relacionou na juventude. Presença constante em festa durante a década de 1960, Lesley fez de tudo - foi baby-sitter, bunny girl e designer de roupas. Morou em quitinetes emboloradas enquanto trabalhava longos períodos como um "Dolly bird", com minissaias de 25 centímetros. Ela se casou com seu primeiro marido aos 20 anos - um casamento que não durou muito - e conheceu o segundo, John Pritchard, que tocava trompete em uma banda de rock, pouco tempo depois. Seu romance de estréia, Georgia, foi inspirado em sua vida com John, os bares de Londres , seus gerentes desonestos, e vários músicos que ela conheceu naqueles anos, incluindo David Bowie e Steve Marriot da banda Small Faces. A primeira filha de Lesley, Lucy nasceu neste período, mas o estilo de vida inconstante de John e o fato de ter uma criança pequena em casa fizeram com que o casamento fracassasse. Eles se separaram quando Lucy tinha 4 anos.
Aquele foi um ponto de mudança na vida de Lesley - ela era jovem e estava sozinha, com uma filha pequena para criar - mas, em outra reviravolta do destino, Lesley conheceu seu terceiro marido, Nigel, enquanto viajar para Bristol para uma entrevista. Eles se casaram alguns anos depois e tiveram duas filhas, Sammy e Jo. Os anos seguintes foram os mais felizes de sua vida - ela coordenou um grupo de teatro, começou a escrever contos e abriu uma loja de presentes e cartões em Clifton, na região de Bristol. Escrever à noite, cuidar da loja durante o dia e encaixar todas as outras tarefas do lar nas brechas que apareciam, juntamente com as necessidades do marido e das criança, foi difícil.
"Uma estranha compulsão não me deixava parar de escrever, mesmo quando parecia não haver esperança naquilo", ela diz. "Eu escrevi três livros antes de Georgia, e depois surgiu Darley Anderson, que se ofereceu para ser o meu agente. Mesmo assim, mais seis anos de decepções e imensos períodos reescrevendo material se seguiram antes de finalmente encontrarmos uma editora."
Houve mais problemas, entretanto, quando a loja de Lesley faliu na recessão da década de 1990, deixando-a com uma montanha de dívidas e com o orgulho ferido. Seu casamento de 18 anos havia chegado ao fim, e, aos 50 anos, ela sentia que havia chegado ao fundo do poço. Parecia que ela estava de volta à estaca zero, em um apartamento velho, e sequer tinha dinheiro para que sua filha mais nova pagasse o ônibus até a escola.
"Escrever foi o meu passaporte para sair daquela vida", diz ela. "Meu segundo livro, Tara, foi indicado para o prêmio de Literatura Romântica do Ano, e eu sabia que estava a caminho do sucesso."
A própria vida de Lesley é uma rica fonte de material para os seus livros. Seja ao escrever sobre as dores do primeiro amor, a experiência de ser uma criança indesejada e vítima de abusos, adoção, rejeição, medo, pobreza ou vingança; ela conhece tudo isso em primeira mão. Ela é uma guerreira, e com a sua longa luta pelo sucesso veio a segurança. Ela hoje possui uma casa antiga em uma bela vila entre Bristol e Bath, a qual está sendo renovada, e um refúgio à beira de um riacho em Cornwall. Suas três filhas, seu neto, amigos, cães e o jardim lhe trouxeram muita felicidade. Ela é presidente da filial de Bath e West Wilsthire da Sociedade Nacional para a Prevenção de Crueldade contra as Crianças - a instituição filantrópica mais próxima do seu coração.
 
Sobre Roubada
Qual foi a sua inspiração para Roubada e a garota sem nome na praia?
Eu estava caminhando por uma praia com meus cachorros um dia e imaginei encontrar uma garota que o mar tivesse trazido até a praia. Aquilo me levou a pensar em todas as diferentes razões pelas quais ela poderia estar naquela situação - ter caído de um navio, ter sido jogada ao mar ou ter tentado se matar. E aí, é claro, eu tentei imaginar o que a teria levado a fazer isso.
Uma característica importante da história de Lotte e Dale é como elas se conheceram enquanto trabalhavam juntas em um navio de cruzeiro. O que a levou a escolher este cenário no navio?
Um dos possíveis cenários que idealizei foi o de uma garota que havia sido empurrada de um navio de cruzeiro. Então, comprei uma passagem em um navio que iria à América do Sul, na esperança de encontrar alguma inspiração. Infelizmente, nunca gostei de escrever sobre pessoas que são ricas de verdade, e aquele cruzeiro estava cheio delas. A maior parte daquelas pessoas era tão entediante quanto água parada! A minha atenção então se voltou para os funcionários e a tripulação. Eles tinham que trabalhar por longos períodos, tinham de ser dinâmicos e agradáveis o todo o momento, e a maioria deles só ficava naquela vida até conseguir dinheiro o bastante para financiar seu sonho pessoal de ter seu próprio salão de beleza ou de cabeleireiros. Gostei de muitas daquelas jovens - elas eram corajosas, divertidas e empreendedoras. Gostava de como elas faziam amizades com outras pessoas da equipe de funcionários, e também do fato de elas não reclamarem da vida. Assim, há muito tempo, já havia criado os personagens de Lotte e Dale. Tudo que eu tinha de fazer era descobrir outra maneira para que o corpo aparecesse na praia.
Lotte parece ser muito frágil e bonita, e mesmo assim ela se revela uma pessoa forte, uma rocha que dá todo o apoio que Dale precisa. Você acha que as pessoas sempre superam as expectativas?
Quase sempre. Eu também descobri que aqueles que tiveram as infâncias mais difíceis são as pessoas mais corajosas, bondosas e criativas de todas.
Roubada se passa nos dias atuais, embora muitos de seus livros sejam ambientados no passado, em períodos históricos fascinantes. Os dois tipos de romances exigem técnicas muito diferentes para serem criados?
Certamente que sim. De certa forma, é mais fácil escrever um livro ambientado nos dias de hoje porque ele não precisa da mesma quantidade de pesquisa, mas eu prefiro escrever romances históricos. Parte disso é o fato de eu adorar história. Para mim, não é problema ler dúzias de livros, visitar museus e bibliotecas, especialmente visitar lugares como a Crimeia e o Alasca para recriar eventos que aconteceram ali há muito tempo.
Mas, além disso, há muito mais drama em cenários históricos, porque as pessoas comuns realmente tinham muitas dificuldades naquele tempo. A pobreza era terrível, não havia assistência médica, e quase nenhuma educação formal. Era a sobrevivência do mais forte. Para ilustrar este ponto, imagine que eu estivesse escrevendo dois livros lado a lado, ambos ambientados no mesmo apartamento, no subsolo de um prédio no East End de Londres; um nos dias atuais, e outro na virada do século. No livro histórico eu poderia ter uma mãe de seis filhos morrendo de tuberculose, o apartamento sem calefação e embolorado, as crianças forçadas a esmolar pelas ruas para conseguir comprar remédios e comida. Sabemos que apenas uma grande reviravolta do destino irá mudar a vida deles. A história nos dias atuais poderia ser tão melancólica quanto a histórica, se fosse sobre uma mulher jovem, usuária de drogas ou uma família de imigrantes que quase não sabe falar inglês. Ainda assim, todos perceberiam que, apesar de suas vidas serem tristes e problemáticas, eles não irão morrer de fome ou por falta de tratamento médico, devido à proteção do sistema de seguridade social. É ótimo para a humanidade, mas, em uma história, ele reduz os fatores de compaixão e medo.
Além de tudo, eu também tenho que me preocupar com a ciência da investigação forense nos livros atuais. Há cem anos, o crime era resolvido com a polícia trabalhando penosamente. Hoje, a polícia pode capturar alguém apenas encontrando um fio de cabelo na cena do crime. Eu acho que isso restringe as ideias.
Lotte, como vários personagens em seus livros, passou por dificuldade inacreditáveis, desde a infância, e mesmo assim continua corajosa. Foi este quesito que você utilizou para conceder o Prêmio "Mulheres de Coragem" de 2009. Pode nos falar mais sobre as mulheres que conheceu?
Eu conheci muitas mulheres maravilhosas que pensam muito mais nos outros do que em si mesmas, nunca reclamam. Algumas têm filhos com problemas sérios e permanentes de saúde, que precisam de cuidado 24 horas por dia, sete dias por semana. Outras perderam seus filhos devido a doenças ou lesões, e mesmo assim oferecem apoio e ajuda a outras mães com filhos doentes. Tivemos uma mulher maravilhosa que, embora ela mesmo estivesse doente, acometida por uma doença rara no sangue, trazia crianças da área de Chernobyl para a Escócia para que pudessem se tratar. Havia várias mulheres gravemente incapacitadas que estudaram duramente, contra todas as previsões, para obter qualificações. Assim, poderiam arranjar um bom emprego e se sustentar. Há muitas cuidadoras que são fonte de inspiração para outras pessoas, outras que tiraram seus parentes de uma vida de abuso de álcool e drogas, e outras que foram abusadas por seus parceiros, e que agora ajudam outras mulheres que estão passando pela mesma situação.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Pedal e Prosa

Cafeteria com exposição de algumas bike no ambiente. Servem café espresso, drinks e café coado; para acompanhar quitandas diversas.
O grão do café e especial e marca própria, é possível comprar no local moído na hora ou sem moer.
A caféteria tem um espaço no segundo andar que alugam para reuniões e eventos. Eles também fazem eventos externos e work shop.


Aceita reservas
Sim
 
Para levar

Sim
 

Estacionamento para bicicletas

Sim
 

Bom para crianças

Sim
 

Bom para grupos

Sim
 

Vestuário

Informal
 

Bebidas alcoólicas

Cerveja & Vinho
 

Mesas na área externa

Sim
 

Wi-Fi

Grátis
 

Tem TV

Sim                         

 

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Roubada

Leio Roubada e fico impressionada com o talento de determinados (as) autor (as).
Vou "devorando" as letras, as páginas.
A leitura corre fácil e pede para continuar.
Parabéns aos talentos!

Diria à autora, neste momento: - Você brilhou!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Já tricotei

 
 
Hoje faria peças assim...
 
Ousadas, sofisticadas...
Únicas, com apenas 2 agulhas, sem máquina, com tempo...
Será?!
 



quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Nunca me esqueças

 
Preciso agora do filme, também!
 
Sinopse:
“Naquele que seria o dia mais decisivo da sua vida, Mary – filha de pescadores humildes da Cornualha – traçou o seu destino ao roubar uma chapéu.

O seu castigo: a forca.

A sua única alternativa: recomeçar a vida no outro lado do mundo.

Dividida entre o sonho de começar de novo e o terror de não sobreviver a tão dura viagem, Mary ruma à Austrália, na época uma colónia de condenados. O novo continente revela-se um enorme desafio onde tudo é desconhecido... como desconhecida é a assombrosa sensação de encontrar o grande amor da sua vida.

Apaixonada, Mary vai bater-se pelos seus sonhos sem reservas ou hesitações. E a sua luta ficará para sempre inscrita na história.

Inspirada por uma excepcional história verídica, Lesley Pearse – a raínha do romance inglês – apresenta-nos Mary Broad e, com ela faz-nos embarcar numa montanha russa de emoções únicas e inesquecíveis.”

“Esmagador.” Daily Mail

“Uma das escritoras preferidas das leitoras inglesas.” The Times

“Um romance comovente e apaixonante na melhor tradição de Lesley Pearse.” The Bookseller
Sobre a autora:
Lesley Pearse é uma das mais estimadas romancistas do Reino Unido, traduzida para mais de trinta línguas e com cerca de três milhões de exemplares vendidos. Em Portugal, apesar de ser uma autora desconhecida, o seu romance Nunca Me Esqueças foi um estrondoso sucesso. Uma contadora de histórias talentosa e uma mestre em enredos que mantêm os leitores agarrados do início ao fim, Lesley Pearse apresenta-nos personagens que não conseguimos esquecer. Não há uma fórmula para os seus livros ou um género em que os possamos catalogar. Quer seja o crime em Till We Meet Again, o romance histórico de aventuras como Never Look Back ou o apaixonadamente emotivo Trust Me, baseado no escândalo verídico do envio de crianças para a Austrália no pós-guerra, ela tem a capacidade para envolver completamente o leitor.

A realidade ultrapassa muitas vezes a ficção e a vida de Lesley tem sido tão recheada de drama como os seus livros. Ela tinha três anos quando a mãe morreu em circunstâncias trágicas. O pai estava em alto-mar e foi só quando uma vizinha viu Lesley e o irmão a brincar fora de casa sem os casacos vestidos que se começou a suspeitar o que acontecera – a mãe deles já estava morta há algum tempo. Com o pai na Marinha, Lesley e o irmão mais velho passaram três anos em orfanatos sombrios antes de o pai voltar a casar com uma terrível ex-enfermeira do Exército. Lesley e o irmão regressaram a casa, acompanhados por duas crianças que foram depois adoptadas pelo pai e pela madrasta e por uma corrente constante de crianças, pois tornaram-se numa família de acolhimento. O impacto das constantes mudanças e da incerteza nos primeiros anos de vida de Lesley reflecte-se num dos temas mais recorrentes dos seus livros: o que acontece a quem sofre perdas emocionais durante a infância. Ela teve uma infância fora do vulgar e, em todos os seus livros, Lesley conseguiu conciliar a dor e a infelicidade das suas primeiras experiências com um talento único para contar histórias.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Lesley Pearse

Hoje "conheci" Lesley Pearse. Melhor dizer que "ouvi falar"...
No seu livro Roubada, no finalzinho, tem uma entrevista que a editora fez com a autora e adorei.
Estou a procura (no Google) desse diálogo para contar para vocês, mas não encontro.
Achei uma outra entrevista no site da Fernanda.
Não resistirei...
Ela conta histórias reais... estuda fatos reais, relata estórias reais.
E cria outras...
Romance histórico ou romance policial?
Interessante é que nesse diálogo ela fala da diferença em contar fatos passados (cenários de outros séculos) e outros atuais. A riqueza daqueles é maior em função das dificuldades que hoje já não existem mais.


"Ao se aproximar, David percebeu, para seu horror, que era uma mulher. Suas pernas desnudas ainda estavam dentro da água e, quando as ondas chegavam, levantavam a saia do vestido e faziam com que se agitassem. A cabeça não ficou visível até que ele se aproximasse, e David percebeu que ela era jovem, com mais de 20 anos, esguia e bela, e que seu cabelo loiro havia sido cortado de forma descuidada e brutal. —Quem é você?—ele perguntou, abaixando-se ao seu lado nos pedriscos da praia, erguendo-a até que estivesse sentada e apoiada contra seu ombro. David tomou o pulso da mulher. Embora a pele dela estivesse fria como o gelo e muito enrugada por causa da submersão, ele conseguiu sentir uma pulsação leve.” Contrariando todas as expectativas, ela está viva, mas não faz a menor ideia de quem seja. Contudo, quando sua foto é colocada no jornal local, uma antiga companheira de trabalho no cruzeiro que fez pela América do Sul a reconhece.

Quando uma bela moça loira foi encontrada desacordada em uma praia, ela não tinha nenhuma lembrança de quem era ou dos horrores pelos quais havia passado antes de chegar ali. A esteticista Dale não via Lotte Wainwright há tempos, mas, para seu pesar , reconheceu sua amiga na foto publicada pela imprensa local em um artigo que noticiava as misteriosas circunstâncias do aparecimento da jovem que, recentemente, havia dado à luz. Após uma longa separação entre Lotte e Dale, uma perigosa sequencia de segredos, mentiras e pesadelos tem início. O que aconteceu com Lotte? Alguém queria matá-la? E, o pior, o que acontecera com o bebê que dera à luz?
Imagine não saber de onde você veio e o que o futuro lhe reserva...

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Florescer

 
 
A nova ciência das emoções positivas, 
da compreensão da felicidade e do bem-estar
"Uma visão convincente de um futuro humano positivo para indivíduos, corporações e nações, brilhantemente contado." - Tony Hsieh, autor de Satisfação Garantida e CEO da Zappos.com, Inc.
 
Florescer é o primeiro livro em dez anos do psicólogo Martin E. P. Seligman. Autor do best-seller Felicidade Autêntica e líder por 15 anos de um movimento de propagação da psicologia positiva nos Estados Unidos, Seligman apresenta agora uma nova e revolucionária tese sobre o tema, partindo do princípio que sua especialidade deve ir além do alívio ao sofrimento humano, mas também buscar elevar o padrão da qualidade de vida individual e coletiva. Além do papel de tratar psicopatias e estados psicológicos negativos, a psicologia também teria importante contribuição a dar para o desenvolvimento pessoal dos indivíduos, comunidades e nações inteiras.
A felicidade, alerta Seligman, faz parte do bem-estar, mas só ela não dá sentido à vida. Ao contrário do que prega o senso comum, a felicidade não é tudo que devemos buscar na existência. Ela é apenas um dos cinco pilares que sustentam o nosso bem-estar. Os outros quatro são Engajamento, Relacionamentos, Sentido e Realização. "Na teoria da felicidade autêntica, o objetivo da psicologia positiva é aumentar a quantidade de felicidade na vida das pessoas e no planeta. Na teoria do bem-estar, em contrapartida, o objetivo da psicologia positiva é plural e significativamente diferente: é aumentar a quantidade de florescimento na vida das pessoas e no planeta", acrescenta o autor.
Segundo ele, está comprovado que os casais com filhos têm em média menos felicidade e satisfação com a vida do que os casais sem filhos. "Se a evolução dependesse da maximização da felicidade, a raça humana teria desaparecido há muito tempo. Portanto, está claro que ou os seres humanos estão muito iludidos em relação a quanta satisfação os filhos trarão ou usamos outro parâmetro para decidirmos nos reproduzir. (...) o monismo da felicidade não apenas contraria os fatos, mas é também um guia moral pobre: se a teoria da felicidade fosse um guia para as escolhas na vida, alguns casais talvez optassem por não ter filhos.
Quando ampliamos nossa visão do bem-estar de modo a incluir o sentido e os relacionamentos, torna-se óbvio por que decidimos ter filhos", compara Seligman em Florescer.
É a partir desses pensamentos que o autor instiga os leitores a avaliar que elementos presentes em suas vidas podem fazer com que cultivem seus talentos e construam relacionamentos profundos, ou sintam prazer em contribuir para o mundo. O resultado desse tipo de avaliação é o que faz uma pessoa "florescer".
Resultados impressionantes em escolas e universidades
Ainda muito pouco conhecida no Brasil, a tese apresentada em Florescer foi desenvolvida com base em pesquisas acadêmicas iniciadas na Universidade da Pensilvânia, onde Seligman leciona. Através da sugestão de exercícios interativos, a psicologia positiva ajuda alunos e leitores a explorarem suas próprias atitudes e objetivos para melhorar o bem-estar não apenas para o sucesso no mercado de trabalho, mas para a realização na vida.
Baseado em fatos que demonstravam que o crescimento da riqueza no mundo avançado afetou muito pouco o bem-estar da população e nos números crescentes relativos a doenças psicológicas - principalmente depressão em pessoas cada vez mais novas -, Seligman atraiu o interesse de professores e estudantes que isoladamente já pesquisavam o papel de forças e virtudes, de emoções positivas e do engajamento em atividades com significado na conquista do bem-estar, da realização e da felicidade. Hoje há cursos de Psicologia Positiva em universidades como Harvard e muitos profissionais com graduação de altíssimo nível desenvolvendo pesquisas neste campo.
"Eu me dei conta de que a profissão que eu tinha escolhido para seguir baseava-se exclusivamente em remover as condições debilitantes em vez de criar as condições propícias para as pessoas florescerem", revê Seligman que, desde a década de 90 à frente de um graduado time de alunos de doutorado hoje especialistas no tema, tem conquistado resultados impressionantes na educação em escolas, universidades e instituições de modo geral.
Com Seligman pessoalmente à frente do treinamento de professores e alunos, a Universidade da Pensilvânia tem vendido programas como o Treinamento de Resiliência para o Exército, que será seguido pelo restante das forças armadas americanas; e a Educação Positiva, vendido para uma escola tradicional australiana e que tem se espalhado por todo o país, tendo recentemente chegado também ao Reino Unido.
"No mundo moderno, acredito que tenhamos chegado finalmente a uma era na qual terá cada vez mais êxito o pensamento criativo - sim, e até a alegria - do que o seguimento mecânico de ordens. Concluo que, se fosse possível, o bem-estar deveria ser ensinado nas escolas, porque ele seria um antídoto à incidência galopante da depressão, um modo de aumentar a satisfação com a vida e um auxílio a uma melhor aprendizagem e a um pensamento mais criativo", escreve Seligman.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

O que significa este blog para mim


Poderia eu simplesmente alimentar este blog com post "em rascunho", ou seja, algo só para mim, sem divulgação.

Afinal, um dia, abandonei este canal por receio, Receio de críticas, de não aceitação.
Já postei e apaguei... Já consertei, retifiquei inúmeros textos...

Aí, seria puramente um diário. Um registro que poderia existir por outro meio - num arquivo em word (até mesmo sem fotos).

Adicionar legenda

Mas, se o objetivo maior é escrever (e me promover como escritora)...
Então, sem me sujeitar à críticas fica complicado; no mínimo, cômodo, rs
(tenha eu maturidade para ter aceitações e rejeições, o sim e o não).

Digamos é meu canal particular de autoconhecimento. Às vezes, volto lá no início e relembro o que me fazia feliz... O que me incomodava, o que me chamava a atenção...
Do que sinto saudade, o que faz parte de mim (eternamente).
Posso vir a constatar que, com o passar dos anos, adquiri mais segurança, mais confiança.






segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Desmitificando a esquizofrenia

Resenha extraída do site amazon.com.br

Entre a razão e a ilusão – desmistificando a esquizofrenia trata da experiência de enlouquecer. Escrito por um portador do transtorno e por profissionais e pesquisadores que se dedicam ao tema, este livro é um convite para que o leitor construa um entendimento próprio sobre o processo de enlouquecer, ficar psicótico e conviver com essa condição ao longo da vida. Com linguagem acessível e utilizando vários recursos – como ilustrações, dicas e exemplos clínicos –, os autores abordam o transtorno e as situações que o permeiam a partir de questões como: - A esquizofrenia é uma doença do cérebro ou da mente? Como ela surge? - Como a família lida com o fato de um de seus membros ter esquizofrenia? Ela pode ajudá-lo? - Quais são os tratamentos para esquizofrenia e como eles funcionam? Quando a internação é necessária? - A esquizofrenia muda com o tempo? Como acontece a recuperação? - Por que é possível ter esperança?
Autores:
Bressan, Rodrigo Affonseca;
Assis,Jorge Cândido de;
Villares,Cecília Cruz

Cada fase, um novo assunto

Este blog existe há 6 anos.
É realmente muito tempo... tempo de mudanças, de alteração de rotas de fuga...
Já contei sobre viagens, leituras, postei notícias polêmicas, esportes...
Registrei a moda, a tendência da época (mania seria a palavra correta, já que não falo em momento algum de vestuário). 
Falei do meu sonho de escrever... já insisti (e continuarei insistindo) na escrita.
Divulguei fotos minhas e outras fantásticas que encontrei na internet.

Já falei (ou postei palavras de outrem, simplesmente) sobre economia, história, ficção, política, autoconhecimento e, neste momento, o assunto é outro: crença (pra não dizer religião).
Há incentivo bombástico para se conhecer o livro mais vendido no mundo: a Bíblia.
E porque estou aberta a essa nova descoberta, tenho recebido inúmeras dicas.
Interessante que essas dicas chegam até mim sem fanatismo, quase que delicadamente.

A dica de hoje é um livro que ensina como ler a Bíblia.
Dica de Douglas Gonçalves.

Resenha do site Submarino:

Entendes o que Lês foi a pergunta feita por Filipe, há muito anos, a um eunuco, alto oficial da rainha da Etiópia, que estava lendo o livro de Isaías sem nada compreender. Lucas narra em Atos a resposta desafiante do eunuco: Como posso entender se não há ninguém para me explicar?.

O tempo passou, mas o desafio continua, pois hoje não são poucos que, a exemplo do eunuco, admitem não conseguir entender a Bíblia. Foi pensando nessas pessoas que Gordon Fee e Douglas Stuart escreveram este livro.

Nesta nova edição, o leitor desfrutará de um livro totalmente atualizado. Inclusive com o acréscimo de um capítulo que trata sobre a questão da tradução da Bíblia e o uso das diversas versões para a tarefa da interpretação bíblica.

Sobre os autores:
Gordon Fee é Professor Emérito de Estudos do Novo Testamento no Regent College, em Vancouver, Canadá.
Douglas Stuart é professor de Antigo Testamento no Gordon-Conwell Theological Seminary, onde ensina há vinte oito anos.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Israel e Palestina

No site G1 (migração dos judeus) continuo na tentativa de compreender a complexidade das crenças.
Isso, utilizar o termo "crença" é mais abrangente que "religião".

Fotos extraídas do site Terra Santa Viagens




sábado, 3 de dezembro de 2016

Jerusalém e A Viagem de Théo

Na tentativa de compreender as religiões e suas diversas características comuns e exclusivas, leio hoje A VIAGEM DE THÉO.

Por que tantas pessoas se aproximam de uma religião ou sentem vontade de ter uma vivência espiritual qualquer? Por que não somos todos ateus? Foram perguntas assim que levaram Catherine Clément a escrever este livro, um romance sobre os fundamentos das religiões mais praticadas no mundo - catolicismo, judaísmo, budismo, protestantismo, islamismo, etc. Com um conhecimento profundo do tema e um admirável equilíbrio intelectual, ela nos faz viajar na companhia de Théo e Marthe - ele, um adolescente que vive enfiado nos livros e sofre de uma doença grave; ela, uma mulher cosmopolita que esbanja vitalidade. Juntos eles vão aos principais centros sagrados do mundo e, enquanto visitam os templos e participam das festas rituais, oferecem-nos a certeza de que as religiões são uma das maiores aventuras que a humanidade já pôde sonhar. (Resenha Livraria Cultura)

Lindas fotos no site Viagem
Texto também extraído do site acima.

Yerushaláim para os judeus, Al-Quds para os muçulmanos, Jerusalém para os cristãos e para o resto do mundo. Tema central na disputa sexagenária com os vizinhos palestinos, a capital “una e indivisível” assim desejada por Israel mistura religiões, cheiros, sabores e vestimentas.
Milenar nas pedras de seu Centro Histórico, a Cidade Velha, ela fica no coração do pontiagudo mapa israelense e tem 800 mil habitantes – quase dois terços de judeus, um terço de muçulmanos e 2% de cristãos. Essa divisão demográfica reflete a ligação umbilical dos judeus com a cidade. É para lá que, no mundo todo, eles se voltam durante as orações. É sobre ela que, na diáspora, eles afirmam “no ano que vem, em Jerusalém”. A história judaica se refere à região há pelo menos 4 mil anos, desde o patriarca Abraão.
Jerusalém é também o berço do cristianismo. Na Cidade Velha, Jesus foi crucificado, morto, sepultado e ressuscitou no terceiro dia. A 10 quilômetros, em Belém, ele nasceu. Essas passagens bíblicas, familiares ao catolicismo, deram a nações como o Brasil os feriados superlativos da Páscoa e do Natal.
Para o Islã, Jerusalém é chamada de “a sagrada” e representa sua terceira cidade mais importante, atrás apenas das sauditas Meca (“A Honrada”) e Medina (“A Iluminada”). Mais nova na narrativa islâmica, ganhou relevância quando a mesquita Al-Aqsa foi estabelecida na Cidade Velha, no ano 705.
Nas fotos acima, conheça a importância de oito grandes atrações religiosas de Jerusalém para judeus, muçulmanos e cristãos.