domingo, 9 de outubro de 2016

Cultura celta, Irlanda, católicos e protestantes

Muita informação.
Leio a obra de Edward Rutherfurd O Despertar da Irlanda e muitas perguntas me vêm a mente.

Religião. Fanatismo. Conhecimento. História. Seres humanos. Guerra e paz.
Divergências.
O que mais me fascina é o conhecimento, ou a busca dele.
Entender o ser humano, as situações, a História e os ciclos.

Creio que nada muda. Tudo gira em torno do poder e tudo se repete.
Interessante, muito interessante.

Muda-se o cenário, a tecnologia, as opções.
Há desenvolvimento industrial, intelectual, agrário...
Mas a alma humana é inquietante, conflitante: quem tem a razão? de que é a verdade?

Resenha do site Skoob:
Depois do sucesso de Os príncipes da Irlanda, onde retrata os mais significativos acontecimentos da história irlandesa até o século XVI, Edward Rutherfurd visita de novo as verdes planícies da terra de Joyce. O DESPERTAR DA IRLANDA abrange o período entre 1597 e as primeiras décadas do século XX. Através do cotidiano de gerações de diversas famílias, afetadas pelas convulsões sociais e políticas da época, ele traça o perfil desse país e seu povo, transformando em personagem uma das mais intrigantes nações européias.
No auge da Reforma e da Contra-Reforma, o destino da Irlanda se alterará de forma inexorável pelo aparecimento de um personagem-chave para a história de toda a Europa: Oliver Cromwell. Sua ascensão ao poder e a campanha na Irlanda marcam o início de uma época marcada pela hegemonia do poder protestante e que relegará ao segundo plano os cidadãos católicos. O descobrimento do Novo Mundo, a comoção provocada pela Revolução Francesa, a Grande Fome são outros episódios marcantes abordados aqui por Rutherfurd.
Em O DESPERTAR DA IRLANDA, Rutherfurd demonstra mais uma vez seu talento para mesclar ficção e realidade em um contundente romance que aborda tanto acontecimentos históricos como conflitos religiosos e políticos, assassinatos e guerras. Mas oferece, também, um belo painel da formação e desenvolvimento do país e de seus habitantes. No cenário da dramática história política da Irlanda, revisita as dinastias familiares, tais como os Walsh e os Doyle, cujas épicas viagens através dos séculos continuam até o Levante da Páscoa e a Independência, no século XX.
Todo ele protagonizado por personagens anônimos, que interagem de igual para igual com alguns nomes famosos, como Carlos I, da Inglaterra, Jonathan Swift e W.B. Yeats, O DESPERTAR DA IRLANDA é o segundo volume da saga Dublin. Um livro poderoso, que parte de uma pesquisa histórica impecável.

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