segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Marcos Bagno

Temos quem o considera "grande pesquisador" e quem o considera "revolucionário sem causa".
Importante ouvir tudo a seu respeito, ler suas obras e discursos e chegar a uma conclusão por si só.
Afinal, ser infeliz nos comentários políticos não tira o mérito de um linguista articulado e (bem) intencionado.

Bagno é aquele tipo perigoso que, dada a constatação de que níveis de linguagem reproduzem, por óbvio, desigualdades sociais, logo conclui que a língua é causa da desigualdade, não uma consequência dela. Então ele tenta mudar a sociedade mudando, ora vejam!, a língua! Fez-se um teórico supostamente refinado do assunto e convence os ignorantes e os incautos com as suas facilidades. Uma coisa é constatar, e todos estamos de acordo, que, no geral, as aulas de gramática têm um nível sofrível; outra é decretar a sua inutilidade. (Reinaldo Azevedo).

É professor do Departamento de Línguas Estrangeiras e Tradução da Universidade de Brasília, doutor em filologia e língua portuguesa pela Universidade de São Paulo, tradutor, escritor com diversos prêmios e mais de 30 títulos publicados entre literatura e obras técnico-didáticas. Atua mais especificamente na área de sociolinguística e literatura infanto-juvenil, bem como questões pedagógicas sobre o ensino de português no Brasil. Em 2012 sua obra As memórias de Eugênia recebeu o Prêmio Jabuti. Escreve uma coluna sobre questões de linguagem na revista Caros Amigos. (Wikipédia).

Obras:
Lista incompleta
  • A invenção das horas (contos) (1988)
  • O papel roxo da maçã (infantil) (1989)
  • Rua da Soledade (contos) (1995)
  • A Vingança da Cobra (Infanto-juvenil) (1995)
  • A Língua de Eulália (novela sociolinguística) (1997)
  • Pesquisa na escola: o que é, como se faz (1998)
  • Preconceito linguístico: o que é, como se faz (1999)
  • Dramática da língua portuguesa: tradição gramatical, mídia & exclusão social (2000)
  • Português ou brasileiro? Um convite à pesquisa (2001)
  • Norma linguística (org.) (2001)
  • Linguística da norma (org.) (2002)
  • Língua materna: letramento, variação & ensino (org.) (2002)
  • O espelho dos nomes (infantil) (2002)
  • A norma oculta: língua & poder na sociedade brasileira (2003)
  • Murucututu, a coruja grande da noite (infantil) (2005)
  • Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação linguística (2007)
  • Não é errado falar assim! Em defesa do português brasileiro (2009)
  • As caraminholas de Barrigapé (infantil) (2009)
  • Vaganau (poesia) (2010)
  • Gramática: passado, presente e futuro (2010)
  • Gramática, pra que te quero? Os conhecimentos linguísticos nos livros didáticos de português (2011)
  • Festa no meu jardim (infantil) (2011)
  • O tempo escapou do relógio (infantil) (2011)
  • As memórias de Eugênia (romance) (2011)
  • Gramática pedagógica do português brasileiro (2012)
  • Conversa de gatos (infantil) (2012)
  • Gramática de bolso do português brasileiro (2013)
  • Sete erros aos quatro ventos: a variação no ensino de português (2013)
  • Marcéu (infantil) (2013)
  • Língua, linguagem, linguística (2014)
  • Pororoca, pipoca, paca e outras palavras do tupi (com Orlene L. S. Carvalho) (2014)
  • Gramática brasileña para hablantes de español (com Orlene L. S. Carvalho) (2015)

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

SPOTLIGHT


Leia o prefácio no site da Amazon.

Ganhador do Prêmio Pulitzer, este livro conta a história real de um grupo de corajosos jornalistas que denunciaram uma sucessão de abusos de crianças, obrigando a Igreja Católica a prestar contas. Em janeiro de 2002, o jornal The Boston Globe publicou uma série de reportagens que chocou o mundo. Centenas de crianças em Boston sofreram abuso sexual por parte de padres – certos de sua impunidade, eles agiam com o aval das autoridades religiosas, que acobertaram seus crimes por décadas. As reportagens revelaram a obscena quantia gasta pela Igreja Católica com subornos para comprar o silêncio das vítimas cujas vidas foram devastadas por pedófilos que, vestidos com o hábito, tinham o Pai Nosso na ponta da língua. A denúncia abalou as estruturas da Igreja Católica e deixou milhões de fiéis no mundo inteiro estarrecidos, furiosos e indignados: a instituição, em vez de servir e proteger a comunidade, usou sua poderosa influência para se resguardar do escândalo. Este relato, que inspirou o filme Spotlight, indicado ao Oscar em 6 categorias, é uma exposição violenta e importante do abuso de poder por uma das mais altas esferas da sociedade.

“The Boston Globe foi o único jornal que teve a persistência e a coragem de enfrentar essa história, forçando a arquidiocese de Boston a quebrar o sigilo de documentos internos, que escancararam, finalmente, as proporções do escândalo.” – Peggy Noonan, The Wall Street Journal

sábado, 15 de outubro de 2016

Ler para uma criança...

Além de ler para uma criança, compro livros para minhas crianças.
E o pedido (uma gravação de voz, doce, doce: - Vovó, vc pode me dar?...), desta vez, é a continuação do livro que já presenteei:

 
CLUBE DA TIARA EM MANSÕES DE RUBÍ - PRÍNCESA OLÍVIA E A CAPA DE VELUDO
A escola de princesas tem convidados especiais - príncipes. A Princesa Olívia sonha com um príncipe que a reverencie, bem como Diamantina. Qual delas será a mais perfeita e a escolhida pelo príncipe? Elas não imaginavam, mas a escolha do príncipe irá revelar que princesas perfeitas são autênticas, não tentam parecer o que não são, nem prejudicam as outras pessoas.

Compre Junto

 

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

A Santa Aliança - cinco séculos de espionagem no Vaticano

Desta vez o que me chamou a minha atenção não foi os dizeres contidos nas orelhas do livro e sim o trechinho dos Agradecimentos que o autor escreveu, iniciando sua obra:

"E, por último, e muito em especial, um agradecimento a todas as pessoas e órgãos que me colocaram entraves, barreiras e dificuldades para evitar a publicação deste livro. Foi isso que me aguçou a curiosidade e, portanto, a minha pesquisa."



Resenha do wook:
"Quem não se lembra daquilo que já foi escrito sobre a morte de João Paulo I? Ou do muito que já foi dito sobre os verdadeiros mentores do atentado perpetrado na Praça de São Pedro e que por pouco não matou João Paulo II?
Ou, mais recentemente, quem não reparou nos livros que já foram publicados, tentando repetir o sucesso alcançado por Dan Brown (Código Da Vinci e Anjos e Demónios)?
Só que Eric Fratini foi mais longe. Vencendo o seu próprio cepticismo, começou a procurar informações sobre a 'Santa Aliança', o verdadeiro nome da 'Entidade', sabendo à partida que tanto num caso como noutro tais designações só escondem aquilo que em outros estados vulgarmente se chamam serviços secretos.
[...] O resultado são 440 páginas que o autor define como um misto de 'ensaio histórico ou político' ou uma 'novela de intriga e mistério' que relatam cinco séculos de operações encobertas que têm sido levadas a cabo pelos serviços secretos do Vaticano, sem que o comum dos mortais de aperceba."
Armando Rafael, Diário de Notícias

Leia o que Nelson escreveu sobre o autor no site P3.
 

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Rússia e as artes

Ouvir sobre Catarina, a Grande; ler sobre seu amor à arte e toda a história do Hermitage (descaso, incêndio, incentivo, resconstrução) deu margem para um novo roteiro de férias: Rússia.


Aspecto do complexo principal de edifícios do Hermitage ao longo do rio Neva.
Da esquerda para a direita: O Teatro, a ponte sobre o Canal de
Inverno, o Grande Hermitage, o Pequeno Hermitage, e o Palácio de Inverno

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Eu de cabeça pra baixo

Voltando a Ser Criança de Cabeça Pra BaixoO que você faria se, de repente, o mundo ficasse de cabeça pra baixo?

O livro traz a historia de um menino que ficou sozinho em casa. Mãe, pai, irmãos, avô, cada um teve um motivo para sair, e ele não pode ir junto porque estava com o pé engessado.
A mãe o fez prometer que ficaria quieto. E depois de todas as recomendações feitas por ela, só restou ao menino dormir, ler um livro, desenhar... Ou poderia ficar olhando para as paredes sem falar nada, nem fazer, nem mexer em nada (acho que era exatamente isso que a mãe dele queria).
É nesse momento que ele deita no chão, no tapete vermelho que tem no meio da sala, e olha para o teto. Ele descobre que não está mais deitado no chão, mas sim deitado no teto e olhando para o chão. A partir daí começa sua aventura em um mundo já conhecido, mas visto de outro angulo, que ira proporcionar boas descobertas.

As ilustrações de Biry Sarkis são um show a parte. Lindas, leves, e ajudam muito a entrar no clima da historia.

Esse livro me fez lembrar da minha sobrinha mais velha, extremamente criativa. Nunca gostou de bonecas, e eu sempre a incentivei a ler. Suas brincadeiras eram sempre no quintal criando cenários. Com um short e camisa do irmão, um pedaço de madeira na cintura, e uma faixa de cabelo cobrindo um dos olhos, ela subia em uma árvore e gritava "içar velas" e "levantar âncora". Pronto, nesse momento ela era um pirata, entre tantos outros personagens que criou.

O que eu quis dizer com essa rápida historia da minha sobrinha é que toda criança tem esse poder de imaginar, de ver além dos olhos. Mas nós já fomos crianças um dia, correto? E onde colocamos esse nosso dom? Por que as obrigações da "vida real" não podem coexistir com a nossa imaginação?

Sugiro a todos que irão ler esse livro (ou qualquer outro) um exercício: Fechem os olhos, esvaziem a mente e entrem na historia. Experimentem sentir o frio na barriga de estar deitado no teto. Experimentem olhar para o mundo de outra forma, e descobrir algo novo no que já é cotidiano. Eu fiz e adorei. Me rendeu boas risadas e uma leveza sem descrição.

Esse é um livro do gênero infanto-juvenil/ literatura infantil, e é recomendado para crianças a partir dos seis anos de idade. Mas nada impede que você leia para uma criança com idade inferior. Leitura e imaginação são duas coisas que precisam ser estimuladas desde cedo.

Resumindo: Livro nota 10 em todos os quesitos!


site: www.veja-comoeuvejo.blogspot.com.br

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

domingo, 9 de outubro de 2016

Cultura celta, Irlanda, católicos e protestantes

Muita informação.
Leio a obra de Edward Rutherfurd O Despertar da Irlanda e muitas perguntas me vêm a mente.

Religião. Fanatismo. Conhecimento. História. Seres humanos. Guerra e paz.
Divergências.
O que mais me fascina é o conhecimento, ou a busca dele.
Entender o ser humano, as situações, a História e os ciclos.

Creio que nada muda. Tudo gira em torno do poder e tudo se repete.
Interessante, muito interessante.

Muda-se o cenário, a tecnologia, as opções.
Há desenvolvimento industrial, intelectual, agrário...
Mas a alma humana é inquietante, conflitante: quem tem a razão? de que é a verdade?

Resenha do site Skoob:
Depois do sucesso de Os príncipes da Irlanda, onde retrata os mais significativos acontecimentos da história irlandesa até o século XVI, Edward Rutherfurd visita de novo as verdes planícies da terra de Joyce. O DESPERTAR DA IRLANDA abrange o período entre 1597 e as primeiras décadas do século XX. Através do cotidiano de gerações de diversas famílias, afetadas pelas convulsões sociais e políticas da época, ele traça o perfil desse país e seu povo, transformando em personagem uma das mais intrigantes nações européias.
No auge da Reforma e da Contra-Reforma, o destino da Irlanda se alterará de forma inexorável pelo aparecimento de um personagem-chave para a história de toda a Europa: Oliver Cromwell. Sua ascensão ao poder e a campanha na Irlanda marcam o início de uma época marcada pela hegemonia do poder protestante e que relegará ao segundo plano os cidadãos católicos. O descobrimento do Novo Mundo, a comoção provocada pela Revolução Francesa, a Grande Fome são outros episódios marcantes abordados aqui por Rutherfurd.
Em O DESPERTAR DA IRLANDA, Rutherfurd demonstra mais uma vez seu talento para mesclar ficção e realidade em um contundente romance que aborda tanto acontecimentos históricos como conflitos religiosos e políticos, assassinatos e guerras. Mas oferece, também, um belo painel da formação e desenvolvimento do país e de seus habitantes. No cenário da dramática história política da Irlanda, revisita as dinastias familiares, tais como os Walsh e os Doyle, cujas épicas viagens através dos séculos continuam até o Levante da Páscoa e a Independência, no século XX.
Todo ele protagonizado por personagens anônimos, que interagem de igual para igual com alguns nomes famosos, como Carlos I, da Inglaterra, Jonathan Swift e W.B. Yeats, O DESPERTAR DA IRLANDA é o segundo volume da saga Dublin. Um livro poderoso, que parte de uma pesquisa histórica impecável.

sábado, 8 de outubro de 2016

Poesia Religiosa De Souza Anamari


Ser feliz é uma opção

Liguei o rádio pela manhã e ouvi, mais uma vez, a crônica (ou artigo) que fala de felicidade.
Independente de ser esposa, mãe ou mulher.


Perguntaram a esta esposa se seu marido a faz feliz: Sua resposta foi inesperada
O que toda esposa precisa ler, compreender e viver em seu casamento se quiser edificar sua casa.


Esta história roda a internet em vários estilos e traduções diferentes, mas está relatada nos arquivos de seminários da Universidade de Fresno na Califórnia, e aconteceu durante um seminário para casais. Durante o mesmo, um dos palestrantes perguntou a uma das esposas:
"Seu marido lhe faz feliz? Ele lhe faz feliz de verdade?"
Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando total segurança. Ele sabia que a sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento.
Todavia, sua esposa respondeu a pergunta com um sonoro "NÃO", daqueles bem redondos!
"Não, o meu marido não me faz feliz"!
O marido ficou desconcertado, mas ela continuou:
"Meu marido nunca me fez feliz e não me faz feliz! Eu sou feliz".
"O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele; e sim de mim. Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade.
Eu determino que serei feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da Terra, eu estaria com sérios problemas.
Tudo o que existe nesta vida muda constantemente: o ser humano, as riquezas, o meu corpo, o clima, o meu chefe, os prazeres, os amigos, minha saúde física e mental. E assim eu poderia citar uma lista interminável.
Eu preciso decidir ser feliz independente de tudo o que existe! Se tenho hoje minha casa vazia ou cheia: sou feliz! Se vou sair acompanhada ou sozinha: sou feliz! Se meu emprego é bem remunerado ou não, eu sou feliz!
Hoje sou casada mas eu já era feliz quando estava solteira.
Eu sou feliz por mim mesma. As demais coisas, pessoas, momentos ou situações eu chamo de "experiências que podem ou não me proporcionar momentos de alegria ou tristeza".
Quando alguém que eu amo morre, eu sou uma pessoa feliz num momento inevitável de tristeza.
Aprendo com as experiências passageiras e vivo as que são eternas como amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar.
Há pessoas que dizem: hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque está muito frio, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque eu não soube me dar valor, porque meu marido não é como eu esperava, porque meus filhos não me fazem felizes, porque meus amigos não me fazem felizes, porque meu emprego é medíocre e por aí vai.
Amo a vida que tenho mas não porque minha vida é mais fácil do que a dos outros. É porque eu decidi ser feliz como indivíduo e me responsabilizo por minha felicidade.
Quando eu tiro essa obrigação do meu marido e de qualquer outra pessoa, deixo-os livres do peso de me carregar em seus ombros. A vida de todos fica muito mais leve.
E é dessa forma que consegui um casamento bem sucedido ao longo de tantos anos."
Nunca deixe nas mãos de ninguém uma responsabilidade tão grande quanto a de assumir e promover sua felicidade! SEJA FELIZ, mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que não tenha dinheiro, mesmo que alguém tenha lhe machucado, mesmo que alguém não lhe ame ou não lhe dê o devido valor.
E isso vale para mulheres e homens de qualquer idade.
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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Leia para uma criança

Efetivação
Coleção solicitada com sucesso
Os livros serão enviados no endereço informado e têm o prazo de 25 dias úteis para serem entregues.


Maya e Selou

Poeminhas da Terra

A Coleção Itaú Criança


Processo de seleção dos livros
Em 2016, o processo de seleção contou novamente com profissionais renomados e ocorreu em 3 etapas: uma triagem inicial feita pela equipe do programa Itaú Criança com o apoio da consultoria A Cor da Letra e análise de mais duas comissões de especialistas em literatura infantil.
Foram considerados critérios como:
- Foco na faixa etária de 0 a 5 anos*minha pequena cresceu...
- Livros que despertam o interesse das crianças e também dos adultos que leem para e com elas.
- Títulos, autores e editoras diferentes das edições anteriores do Itaú Criança;
- Livros que apresentam temas universais, considerando a diversidade e características regionais e culturais do Brasil.
- Pelo menos um livro de autor nacional.


Conheça os profissionais que colaboraram com a escolha da Coleção deste ano:
Bia Gouveia
Formadora do Instituto Avisa Lá e consultora da Rede Além das Letras, iniciativa do Instituto, da Fundação Avina e do Instituto Razão Social, com apoio do Unicef, Unesco, Undime, Ashoka e MBC. Já destacou e premiou as 20 melhores práticas alfabetizadoras de diversos municípios do país, e agora estimula uma Rede Virtual de Formadores que produz e dissemina conhecimento sobre formação continuada em relação à alfabetização, utilizando a tecnologia da IBM por meio da iniciativa Reinventando a Educação
Cláudia Santa Rosa 
Professora do curso de Pedagogia da Universidade Potiguar (UnP), desde 1990 integra os quadros da Secretaria da Educação e da Cultura do Estado do Rio Grande do Norte e desde 2006 coordena o projeto Casa de Saberes da Escola Estadual Hegésippo Reis. Pelo Instituto de Desenvolvimento da Educação, uma organização não governamental, coordena pesquisas e projetos na área de formação de profissionais da educação implantados junto a escolas públicas.
Elisa Machado
Professora adjunta II do Departamento de Estudos e Processos Biblioteconômicos (DEPB), do Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCH), da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e Coordenadora Geral do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP) do Ministério da Cultura (MinC). Tem experiência na área de Biblioteconomia e Ciência da Informação, com ênfase em Administração de Bibliotecas, atuando principalmente nos seguintes temas: bibliotecas públicas, bibliotecas comunitárias, políticas públicas para bibliotecas e na área de catalogação.
Fabíola Farias
Mestre e doutoranda em Ciência da Informação pela UFMG. É leitora-votante da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, membro do Movimento por um Brasil literário e coordenadora da rede de bibliotecas e projetos para a promoção da leitura da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte.
Graciela Maria Reyna Quijano
Professora Convidada da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, em Foz do Iguaçu - PR (2009-2012), com atuação na Pró-Reitoria de Extensão. Tem experiência na área da Linguística Aplicada, com ênfase em Espanhol, atuando principalmente nos seguintes temas: língua espanhola, formação de professores, educação popular e do campo, leitura / discurso e literatura infanto- juvenil.
Peter O’ Sagae
Doutor em Letras (USP), roteirista de antigos programas de rádio e histórias para crianças, ex-professor de literatura infantil, leitura e produção de textos, metodologia do ensino, semiótica do texto, semântica e estilística, roteiro e adaptação literária para audiovisuais, etc. resenhista, leitor crítico, consultor editorial e jurado em edições do Prêmio Brasília, Barco a Vapor, Jabuti e seleção de livros infantis da Revista Crescer.
Renata Junqueira
Professora visitante da Universidade do Minho e professora assistente doutora da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Ensino-Aprendizagem, atuando principalmente nos seguintes temas: leitura, formação de leitores, literatura infantil, literatura e formação de professores.
Sandra Medrano
Coordenadora pedagógica na OSCIP Comunidade Educativa - CEDAC em projetos de formação de professores de educação infantil e ensino fundamental I na área de ensino e aprendizagem da língua. É membro da equipe editorial da Revista Emília (revista digital sobre leitura e livros para crianças e jovens). Foi professora em diversos níveis, incluindo pós-graduação em alfabetização. Atuou no Ministério da Educação nos programas de formação de professores e na produção de desenhos curriculares na área de língua portuguesa. Atualmente participa do máster em “Livros e literatura infantil e juvenil” da Universidade Autônoma de Barcelona.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Lendo antigas postagens

Ei, boom dia!
Estou aqui "folheando" o meu blog e leio postagens de 2014.
Relembrando os livros que lia à época me apavoro.
Foi ainda noutro dia que lia Ramsés, Cleópatra... e consta que já se passaram mais de 2 anos...
O tempo voa!
E minha meta continua a mesma: como otimizar meu tempo? como administrar meu tempo?
Será que lamentarei ter deixado de fazer algo?
Será que lamentarei ter feito as escolhas que fiz?
São muitas as opções. Porém, também considero produtivo estar neste momento totalmente à toa,  curtindo o frio inédito da capital e o silêncio do ócio criativo.