quarta-feira, 23 de março de 2016

Editoras presenteiam blogueiros

A Linguagem das Flores
Entre a ruina e a paixão (volume da uma série)
Nunca julgue uma dama pela aparência (continuação da série acima)
E educação de Sebastian; A Educação de Caroline (trilogia) *
Por favor, ignore Vera Dietz
A Sereia
O último dos Canalhas (série)
Desejo Proibido
Os Bons Segredos
O Circulo Rubi
O Vilarejo (contos)
Marc Vely
O Projeto Rosie
Seis Coisas Impossíveis
Desastre Iminente
Atraído
O que há de estranho em mim
Lady Susan
Anne

Interessante como Paola empolga o ouvinte com seus vídeos para que leiam suas indicações...


SÉRIE "OS BRIDGERTONS"
    1.  O Duque e Eu

    3.  Um Perfeito Cavalheiro
    4.  Os Segredos de Colin Bridgerton
    5.  Para Sir. Phillip, Com Amor
    6.  O Conde Enfeitiçado
    7.  Um Beijo Inesquecível
    8.  A Caminho do Altar



 

segunda-feira, 21 de março de 2016

Ser deferente

DEFERENTE
Adjetivo de dois gêneros
que defere
1 que atende (ao que é solicitado); anuente
2 que concede; outorgante
3 que expressa ou demonstra respeito e consideração; atencioso
Ex.: empregado d.
4 que se interessa pelos assuntos alheios; complacente, condescendente

 
E assim são os trabalhadores humanitários, segundo relato de Valentino, em O que é o quê:
"Em algum lugar no meio disso tudo havia um punhado de trabalhadores humanitários europeus, britânicos, japoneses e norte-americanos, todos tomando cuidado para se mostrar deferentes para com os africanos, e todos os quais desapareciam quando o campo irrompia em algum caos temporário. Isso não era frequente, mas, com tantas nacionalidades representadas, tantas tribos, tão pouca comida e tamanho volume e variedades de mazelas, os conflitos eram inevitáveis." pág. 404

Constato que não sou diferente... ;(
Acredito que o máximo que conseguiria fazer de trabalho humanitário é divulgar, transmitir a dor de sobreviventes. Ainda acredito que conseguirei um dia escrever bem e darei recados ao mundo... Serei, então, deferente...
 

terça-feira, 15 de março de 2016

Outras indicações de blog do youtub

Asas
Encantos
Ilusões
Destinos

O Vale do Terror - Sherlock Homes

O Gigante Enterrado

A Menina Submersa

O Iluminado

O Planeta dos Macacos

Um Poema para Barbara

Os Trabalhadores do Mar
 

terça-feira, 8 de março de 2016

Dicas de Paola Aleksandra

Eu procurando indicações de livros no youtube?!
Em blog de adolescentes?
Isso! E achei uma jovem que descreve histórias com empolgação - tipo a italiana que eu sou: as mãos falam tão rápido quanto os lábios, ;)
Parabéns, Paola!

Pode ser o estilo que mais me agrada: romances históricos. Quando resgato o déficit das minhas escolas quando morava no interior.

Ligeiramente Escandalosos
Madrugadas de Desejo
Na Escuridão da Noite
Entre o Amor e a Vingança
O Duque e Eu (já postei sobre esta obra)
Proibido
Extraordinário
Os 13 porquês
Lembra de mim?
A Febre
Gelo Negro
Depois do que Aconteceu *
A Aposta *
Caixa de Pássaros
Ligações
Uma Curva no Tempo
Como eu era antes de você
A Promessa da Rosa
A Lista Negra
Eu te darei o Sol
Por Lugares Incríveis
Sem Esperança
Um Caso Perdido




*talvez eu leia... só talvez, rs
 

domingo, 6 de março de 2016

Campo de refugiados

Encantada com a narrativa de O que é o Quê, aprendi que há realidades urgentes que não são televisionadas ou noticiadas com a mesma frequência que a "novidade". Significa que a tragédia de hoje nos é contada somente hoje e achamos que ela se resolveu. Não é verdade.
Temos guerras civis, temos catástrofes, tragédias, desastres ambientais em cada ponto do planeta e as consequências duram anos e mais anos.
E deixamos de acompanhar o desfecho daquela "novidade" por termos outras novas tragédias.
Ou, simplesmente, porque não gostamos de ouvir sobre as desgraças alheias.

Com o relato da vida de Valentino, um menino perdido do Sudão, tive uma pequena noção do que são os campos de refugiados:

"No Ocidente, imagina-se que os campos de refugiados sejam algo temporário. Quando são mostradas imagens dos terremotos no Paquistão, e os sobreviventes são vistos em suas imensas cidades de barracas cinzentas, esperando comida ou socorro antes da chegada do inverno, a maioria dos ocidentais acredita que esses refugiados logo poderão voltar para suas casas, que os campos serão desmantelados em menos de seis meses, talvez em um ano.
Mas fui criado em campos de refugiados. Morei em Pinyudo durante três anos, em Golkur por quase um ano e em Kakuma durante dez anos." pg. 401
Pinyudo - Etiópia
Golkur -
Kakuma - Quênia

respeitados os direitos autorais

"Os turkana, um povo de pastores que ocupava o distrito de Kakuma havia mil anos, de repente teve de dividir sua terra - ceder quatrocentos hectares em segundos - com dezenas de milhares de sudaneses, e mais tarde somalis, com quem compartilhavam poucas semelhanças culturais. Os turkana se ressentiam da nossa presença, e os sudaneses, por sua vez, se melindravam como os quenianos, que pareciam ter ocupado todos os cargos remunerados do campo, executando e sendo pagos por tarefas que nós, sudaneses, éramos mais do que capazes de realizar em Pinyudo. pág 401

"O que era a vida em Kakuma? Seria mesma vida? Havia controvérsias a respeito. Por um lado, estávamos vivos, o que significava que tínhamos uma vida, que estávamos comendo e podíamos cultivar amizades, aprender e amar. Mas não estávamos em lugar nenhum. Kakuma era a mesma coisa que lugar nenhum. No início, disseram-nos que kakuma era uma palavra queniana que significa "lugar nenhum". Qualquer que fosse o significado da palavras, aquilo ali não era um lugar. Era uma espécie de purgatório, mais ainda que Pinyudo, que pelo menos tinha um rio onde sempre havia, água, e outras semelhanças com o sul do Sudão que havíamos deixado para trás. Mas Kakuma era mais quente, mais ventosa, muito mais árida. Era uma terra de pouco mato e poucas árvores; não havia florestas aonde ir buscar material; parecia não haver nada em um raio de muitos quilômetros, então nos tornamos dependentes da ONU para tudo." pág 404
Lei 9610/98
 

sábado, 5 de março de 2016

No ócio, procuro mais indicações literárias

Sebastião Salgado
Da Minha Terra À Terra - Pela Primeira Vez, o Maior Fotojornalista do Mundo Conta Sua História

Resenha da Editora Saraiva
Pela primeira vez, o maior fotojornalista do mundo conta sua história. As fotos de Sebastião Salgado são famosas no mundo inteiro. Suas imagens em preto e branco de trabalhadores e refugiados já ganharam inúmeros prêmios e são reconhecidas pela profunda dignidade que despertam no interlocutor. Em 2013, depois de oito anos de reportagens, Salgado expôs pela primeira vez o celebrado Projeto Gênesis, que deu origem ao livro de mesmo nome. Em uma jornada fotográfica por lugares intocados, onde o homem convive em harmonia com a natureza, o fotógrafo pôde declarar seu amor à Terra, em sua grandeza e fragilidade.
Mas apesar das imagens de Sebastião Salgado já terem dado a volta ao mundo, sua história pessoal, as raízes políticas, éticas e existenciais de seu engajamento fotográfico permaneciam ignoradas. Em Da minha terra à Terra, é seu talento como narrador que surpreende. A autenticidade de um homem que sabe como poucos combinar militância, profissionalismo, talento e generosidade.