quinta-feira, 28 de maio de 2015

Todos os detalhes - trechos - Caminho da Luz (MG)

Todos os detalhes encontrei aqui:
  • Cachoeira de Tombos
  • Oliveira 
  • Catuné
  • Pedra Dourada
  • Faria Lemos
  • Carangola
  • Caiana
Levando no coração a lembrança desta terra de povo fraterno e hospitaleiro, o caminhante ruma para Caiana cortando uma serra de beleza fascinante, cuja ampla visão abrange as montanhas rochosas de Minas Gerais, do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Apesar da beleza de todo o Caminho da Luz, muitos chegam a dizer que um dos mais belos trechos do Caminho é o que vai da Parada General até Ernestina, atravessando os municípios de Carangola, Faria Lemos e Caiana, com seus extensos paredões, ora adornados por bromélias, ora por samambaias ou avencas. Isso sem falar das nascentes ao longo de tal trajeto, da mina de cristais, da fonte de Santa Clara, das antigas construções da Estrada de Ferro Leopoldina, do túnel de pedra, das matas, dos monos-carvoeiros, da morada do eremita José Maurino (um dos ícones do Caminho, cuja memória é guardada com carinho por todos que o conheceram), das histórias da extinta linha férrea e dos seres elementares que muitos afirmam ver durante o trajeto. São três a quatro horas de caminhada por um lugar mágico, impregnado de energias que fascinam o Caminhante da Luz. Depois deste cenário de pura magia, a chegada à sossegada Caiana, que concentra grande energia gerada pela diversidade de minérios ali existentes em suas minas de cristal, mica e pedras semipreciosas. Muitos caminhantes optam por fazer o Caminho por mais um dia preferindo pernoitar em Caiana e depois na Comunidade da Galiléia.
  • Espera Feliz
  • Caparaó
  • Galiléia
  • Alto Caparaó
  • Serra da Chibata
Ixi! Lembrei-me que minhas roupas de frio não estão comigo - emprestadas até setembro... 
Que tal uma rota no calor?! Rota do Descobrimento?!



quarta-feira, 27 de maio de 2015

Caminho da Luz (MG)

Post extraído do site no meu post de ontem. ALBINO NEVES (presidente da ABRALUZ) - Esclarecimentos
Estrada
Avaliação do evento
No ato da inscrição do Grupo de Solange/Brasília, ocorrido no Hotel Gran Palace, em Carangola, na véspera do início da caminhada, entregamos aos inscritos fichas de avaliação do Caminho da Luz, a fim de corrigirmos possíveis deficiências, pois entendemos que a participação de cada um é importante para o aperfeiçoamento do projeto, porém as mesmas não foram preenchidas.
Necessidade de preparação física
Durante os dois meses em que o Grupo organizado por Solange/Brasília era formado, prestamos todas as informações solicitadas pela organizadora a fim de orientar a todos.
A ABRALUZ informou à Solange que a época escolhida por ela e o Grupo para empreenderem a caminhada era de forte calor (o que não foi um privilégio da região, uma vez que os noticiários das redes de TV anunciavam todos os dias o intenso calor presente de Norte a Sul do país). No entanto, mesmo assim, ela afirmou o propósito do Grupo em fazer o Caminho naquele período (2 a 8 de março), que, segundo ela, era quando as pessoas de seu Grupo teriam tempo disponível suficiente. Também nos emails que enviávamos ao Grupo sempre ressaltamos a questão do calor, bem como que os caminhantes preparassem-se para o mesmo (usar chapéu de palha, portar reserva de água etc...).
Distância dos trechos, água e alimentação
No site do Caminho da Luz (www.carangola.com.br / caminhodaluz ) informamos o objetivo da ABRALUZ e as distâncias de um local para outro, informação esta que também era ressaltada em todos os comunicados da Solange ao Grupo. Quanto a saber o número de quilômetros de um determinado ponto do trajeto a outro ponto do mesmo (conforme ocorre no Caminho de Santiago nos últimos 150 quilômetros dos quase 800 do percurso), está sendo elaborado um guia de informações sobre o Caminho da Luz, ao qual todo caminhante que se dispuser a percorrê-lo terá acesso no ato da inscrição.
Ainda em Carangola, antes do início da caminhada, bem como nos e-mails que enviamos ao Grupo, foi dito a todos sobre a necessidade de carregar água, mantendo sempre os reservatórios cheios, sendo ressaltado, também, que os caminhantes conseguiriam água em qualquer casa ou fazenda ao longo do Caminho, uma vez que a hospitalidade do povo mineiro faz-se fortemente presente na região, sendo altamente salutar o contato dos caminhantes com os moradores da mesma, uma vez que o carinho e acolhimento dos mineiros simples do interior, com certeza, tornam o Caminho mais belo e fazem-nos acreditar que a solidariedade ainda existe e que este nosso conturbado mundo pode tornar-se um mundo melhor. Vale ressaltar que a ABRALUZ está trabalhando no sentido de canalizar algumas fontes ao longo do Caminho e que as distâncias até as mesmas também serão indicadas no guia em elaboração, do qual, mesmo assim, também constará a dica sobre a necessidade de carregar água, mantendo sempre os reservatórios cheios, o que, aliás, não é uma dica só para quem percorre o Caminho da Luz, mas para qualquer Caminho do mundo.
Devido ao forte calor e a fim de auxiliar o Grupo, a ABRALUZ solicitou a Jorge e Ângela que abastecessem o Grupo com suco e sanduíches a fim de servir e atender, da melhor forma possível, àqueles que vieram percorrer o Caminho. Para isso a ABRALUZ arcou com as despesas complementares de ambos, uma vez que os mesmos deixaram seus afazeres para servir ao Grupo durante os seis dias de caminhada.
Assim como no Caminho de Santiago, Jerusalém e outros Caminhos de peregrinação do mundo, cada caminhante sente alguma dificuldade diferente ao longo do Caminho, e é impossível prever o que será considerado dificuldade por cada um que irá percorrê-lo, mas, à medida que as mesmas nos forem externadas, a ABRALUZ procurará abordá-las no guia ou no site.
Sinalização do caminho
O Caminho está todo sinalizado de um extremo ao outro (o que é comprovado pela colocação de Luciana ao dizer que "o guia é realmente totalmente dispensável"), o que não impede, porém, que, eventualmente, algum caminhante erre em qualquer ponto do mesmo, uma vez que, até no Caminho de Santiago, que tem 1.100 anos de existência, inúmeros peregrinos erram algum trecho. No caso específico de Lilian e seu marido, tal fato, provavelmente, deu-se devido aos mesmos terem ficado descansando por mais de três horas, logo no início do trajeto de tal dia. Se não tivessem parado tanto tempo, possivelmente, teriam chegado três horas a menos e não se teriam perdido devido à escuridão, que, obviamente, diminui-lhes a capacidade de localizar a sinalização.
Com relação ao outro casal "perdido" citado por Lillian, o que aconteceu é que o mesmo optou por ficar descansando em uma fazenda ainda no início do trajeto, tendo, inclusive, informado a outros caminhantes de seu Grupo que ambos iriam retomar a caminhada apenas por volta das 16:00 horas. Com isso, a noite surpreendeu-os praticamente no meio do trajeto. Conforme salientado por Lillian, o casal pediu socorro a um morador de uma fazenda, o qual, apesar de não conhecer e nunca antes ter visto o casal em questão, acolheu-o com todo o carinho e atenção, espelhando bem a solidariedade da população ao longo do Caminho e seu respeito pelos Caminhantes da Luz. São fatos como este que reafirmam a magia do Caminho da Luz, que, há mais de um século vem sendo percorrido por um incontável número de pessoas que, ao trilhá-lo, nele deixaram impregnadas suas histórias, emoções e energias, as quais podem ser sentidas por todo caminhante que se abrir para captá-las, deixando de lado qualquer predeterminação do que espera encontrar ao longo do Caminho e concentrando seu olhar nas flores que existem ao longo do mesmo, ao invés de ater-se apenas às pedras e percalços que são comuns à caminhada da vida.
Guia e Trilhas alternativas
Quanto a alternativas de outras estradas, elas existem às centenas, mas o compromisso da ABRALUZ é proporcionar aos caminhantes a possibilidade de peregrinar por um Caminho centenário que possui vibrações advindas dos lugares históricos e santuários ao longo do mesmo, portanto, qualquer outra rota foge da alçada da associação. No entanto, no guia em elaboração, tais dados serão inseridos a fim de auxiliar os caminhantes em caso necessidade.
Em nossos contatos com a organizadora do Grupo, deixamos claro que para percorrer o Caminho da Luz é necessário um mínimo de preparação física, a exemplo do Caminho de Santiago e de outros Caminhos de peregrinação do mundo.
Apesar de informarmos à Solange que o Caminho estava todo sinalizado, ela nos solicitou que indicássemos uma pessoa para acompanhar o Grupo. Informamos a ela que existia um jovem com disponibilidade de tempo para acompanhá-los durante o período escolhido pelo Grupo, o qual conhece o percurso por tê-lo percorrido por três vezes. A ABRALUZ não se propõe a fazer indicação de guias, pois não possuímos agência de turismo, nem o Caminho tem fins lucrativos. O que procuramos fazer é exercer nosso espírito peregrino ajudando aos caminhantes com informações, a fim de facilitar-lhes o Caminho.
Horário de missa
Em relação à missa celebrada para os caminhantes antes do início da caminhada, achamos importante a sugestão de que seja realizada na noite anterior (a exemplo do que acontece em Roncesvales / Caminho de Santiago), e já levamos tal sugestão aos membros da ABRALUZ, que acataram a mesma.
Redivisão do caminho
Com relação à divisão do Caminho em etapas menores, para facilitar a caminhada dos que têm menos preparo físico para percorrer longo trecho em um único dia e para aqueles que querem desfrutar mais das belezas dos lugares por onde passa o Caminho, a ABRALUZ, vem trabalhando no sentido de conseguir alternativas de pernoite e alimentação do caminhante, pois a hipótese do mesmo pegar conduções durante a peregrinação, conforme foi sugerido por Lillian, quebra o sentido da mesma.
Vale ressaltar que qualquer Caminho de peregrinação do mundo pode ser prazeroso ou estafante, isso depende das condições físicas e, principalmente, psicológicas de quem se dispõe a caminhar.
Carro de apoio
Apesar de, segundo Solange, a maioria do Grupo ter dispensado nossa oferta de transportar as mochilas de um local de pernoite para outro, objetivando auxiliar o Grupo, a ABRALUZ disponibilizou um carro para transporte das mesmas, pois entendemos que o forte calor vivido naqueles dias poderia comprometer a caminhada.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Peregrinação em Rotas Brasileiras

Para onde vou minhas férias?

Mônica Campos, em artigo publicado no site Associação Brasileira dos Amigos de Caminho de Santiago me dá algumas dicas.
Nas últimas décadas, houve um 'boom' de circuitos para peregrinação no Brasil: Caminho do Sol (SP), Caminho da Luz (MG), Caminho da Fé (MG/SP), Caminho das Missões (RS), Passos de Anchieta (ES), Nos Passos do Padre Ibiapina (PA). É um fenômeno que tem suas raízes no descobrimento que os brasileiros fizeram da rotas do Caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, a partir da leitura do livro O Diário de um Mago de Paulo Coelho. São várias rotas possíveis no Caminho à Santiago de Compostela: Caminho Francês, Caminho Português, Via de la Plata, Caminho do Norte, Caminho Aragonês etc. O Brasil é o país de fora da Europa que mais envia peregrinos a Compostela. Há até uma Associação dos Amigos do Caminho de Santiago (AACS-Brasil) com sede no Rio de Janeiro e regionais em todo o Brasil que ajuda na preparação de quem vai peregrinar na Espanha realizando reuniões, caminhadas, palestras e depoimentos de quem já foi para partilhar a experiência.
E parece que a experiência de caminhar pelas rotas de fé "jacobeas" (Jacob=Tiago) incorporou-se à espiritualidade das pessoas que por lá foram, a ponto de muitos criarem associações e rotas de peregrinação no Brasil.
Passos de Anchieta é o nome do roteiro que reconstitui a trilha habitualmente percorrida pelo Padre Anchieta nos seus deslocamentos da Vila de Rerigtiba, atual cidade de Anchieta, à Vila de Nossa Senhora da Vitória onde cuidava do Colégio de São Tiago. São 4 dias caminhando ao longo de uma extensa faixa litorânea de Anchieta a Vitória  no total de 100km, com uma jornada média de 4 a 5 horas de caminhada. 
O Caminho das Missões, no Rio Grande do Sul, é relacionado ao mito indígena da Terra Sem Males e as missões jesuíticas que foram utilizadas para catequizar e colonizar a América Latina. Há 3 roteiros para caminhadas, que depende da cidade por onde começa a  peregrinação: 3 dias a partir de São Miguel das Missões, percorrendo 72km, 7 dias a partir de São Nicolau, totalizando 170km e por fim, 13 dias, saindo da cidade de São Borja perfazendo 325km. Todos finalizam na cidade de Santo Ângelo.
O Caminho do Sol é fundamentalmente inspirado no Caminho de Santiago. A cidade de Águas de São Pedro fundada no dia 25 de julho, dia Santiago, e local onde termina a peregrinação, tem como padroeiro o santo e apóstolo Tiago, em decreto promulgado por Dom Moacyr Vitti em 2003, bispo da diocese de Piracicaba. Em matéria do "Mais Você", programa de Ana Maria Braga na rede Globo, o Caminho do Sol foi descrito como "a versão paulista do Caminho de Santiago".
O idealizador do Caminho da Luz, Albino Neves, depois de peregrinar em Santiago, Palestina, Roma, Jordânia e Fátima (Portugal) foi intuído a criar o Caminho da Luz, uma rota de peregrinação que tem início em Tombos (Portal de Minas), onde está situada a quinta maior cachoeira em volume de queda d'água do país, e é concluído no Pico da Bandeira, o terceiro mais alto do país e o primeiro mais alto acessível. "São 195 quilômetros percorridos pelas montanhas de Minas em 7 dias de caminhada (ou em menos, se de bicicleta ou a cavalo), passando por fazendas centenárias, matas, cachoeiras, santuários e antigas estações ferroviárias."
O Caminho da Fé termina no Santuário de Aparecida do Norte, padroeira do Brasil e é a rota mais extensa dos caminhos brasileiros, alcançando 497km a partir da cidade de Descalvado no interior do estado de São Paulo, num circuito que também passa pelo território mineiro.
Nos Passos do Padre Ibiapina é o caminho mais recente, desenvolvido a partir e outubro de 2003, implementado com o aporte financeiro do Sebrae-Paraíba. Padre Ibiapina é exemplo de fé e obras, com as próprias mãos e ajuda do povo nordestino construiu escolas, casas, igrejas, hospitais, cemitérios, açudes, obras de assistência, entre outras coisas. São 4 roteiros ou percursos de 1 a 3 pernoites, dependendo da rota escolhida.
Assim como não existe um único Caminho de Santiago, "senão uma rede de caminhos que levam a Santiago, alguns mais conhecidos e por isso mesmo melhor estruturados, outros menos divulgados e com pouca ou nenhuma oferta de albergue de peregrinos", conforme indica Paulo César Giordano, mestre em Ciências da Religião e estudioso sobre o Caminho de Santiago de Compostela, assim também no Brasil concretiza-se uma "rede de caminhos" ou "rede de peregrinações" formada por aqueles que foram caminhar na Espanha. Este parece ser um fenômeno brasileiro, relacionado principalmente a classe média e média alta da população brasileira.
Vários peregrinos que vão a Compostela também percorrem os caminhos do Brasil e concordam que há diferenças entre caminhar lá e aqui: "O Caminho de Santiago é o grande sonho de um peregrino", diz Djair do Rio de Janeiro. Djair também é experiente em caminhos brasileiros, já foi 4 vezes ao Caminho da Luz, 2 vezes ao Caminho da Fé e 1 vez ao Passos de Anchieta:
"Caminhar nos caminhos brasileiros também é muito bom. A gente conhece o povo do lugar. A simpatia e a hospitalidade de quem vive no interior deste Brasil. Vê como é o dia a dia desta gente que retira da terra o seu sustento. Tenho o prazer de ter uma prosa com o pessoal destes rincões. Tomamos uma cachacinha, tomamos um café, comemos um pedaço de aipim, etc.etc.Tudo colhido ali mesmo.Quando estou nos caminhos brasileiros procuro sempre conversar muito com o pessoal do lugar. Fiz muitos amigos com os sitiantes que moram à beira do caminho. Quando volto, em alguns lugares sou convidado para o almoço."
Mas nem tudo são flores pelos caminhos. Uma peregrina que prefere não se identificar, percorreu dois caminhos do Brasil: do Sol e da Luz. E faz críticas quanto à organização dos caminhos brasileiros:
"Os caminhos brasileiros quase sempre têm "donos". A gente precisa pedir autorização para fazê-los. O Caminho do Sol tem que se pagar pela autorização de caminhar, além da despesa com hospedagem e comida. A infra-estrutura é precária e não se pode caminhar o quanto o caminhante quer ou pode e sim o quanto é necessário para chegar até o ponto onde tem lugar para dormir e comer. Os "hospitaleiros" não são peregrinos e visam, antes de tudo, ao lucro. Nos dois caminhos a decepção foi maior que o prazer de caminhar. Depois disso, fiquei muito reticente quanto a voltar a caminhar por aqui."
Independente das contradições que existem peregrinar é uma experiência marcante carregada de símbolos. O padre Armindo dos Santos Vaz exprime a experiência da peregrinação da seguinte forma:
"A peregrinação amplia e enriquece com uma experiência de Deus mais intensa, festiva e emotiva, os limites da nossa habitual visão do mundo. Pessoas de várias culturas, etnias, línguas, idades e procedências, marcadas por múltiplas situações humanas de sofrimento e de esperança, convergem para um ponto comum, ao encontro do outro, para partilhar pedaços de vida e procurar na peregrinação algo que está para além do ordinário e finito da existência humana. Assim antecipam a humanidade ideal e a fraternidade universal, reunida no Espírito do único Deus. A peregrinação exprime simbolicamente a grandiosa realidade do povo de Deus, que se mobiliza na procura do Deus vivo".
Paulo César, depois de pesquisar os livros publicados pelos peregrinos brasileiros, revela algumas peculiaridades:
"Em vários momentos se observa com clareza os elementos próprios do discurso da Nova Era e dos novos movimentos religiosos. Expressões como "energia" e "sinais do Universo" são muito recorrentes nos relatos, e aparecem para explicar, sempre de maneira muito subjetiva, uma experiência de ordem transcendental, por exemplo. É interessante notar que, se formos fazer uma comparação com relatos de peregrinos estrangeiros, por exemplo, de peregrinos espanhóis, veremos claramente que existe uma maneira bastante peculiar de escrever sobre a experiência jacobea entre os peregrinos brasileiros, indicando, possivelmente, um reflexo de como os brasileiros se relacionam com sua espiritualidade."
É certo que o milenar Caminho de Santiago foi o grande propulsor dos novos ou redescobertos caminhos brasileiros. O tempo "dirá" se isto é só uma moda ou um modo de viver espiritualidade.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

A Garota do Penhasco

Bom dia!
Tive nas mãos o livro A Garota do Penhasco e não pude ler naquele momento. Na verdade, não dei grande importância. 
Agora li num blog o elogio às obras de Lucinda Riley, a autora e... Cadê o livro? 
Devolvi à respectiva dona... 
Segue então a sinopse da Saraiva:

'A Garota do Penhasco' é um romance que enreda o leitor através de vários fios: a história de Grania Ryan e sua querida Aurora Devonshire, a garota do penhasco, nos fala sobre mudança de vida.
A história das famílias Ryan e Lisle é um lindo conto sobre um século de mal-entendidos e rancor entre inimigos que se acreditam enganados por falcatruas financeiras.
O caso de amor entre Grania Ryan e Lawrence Lisle comove por sua delicadeza e força vertiginosa que culmina em imensa tristeza.
Mas, sobretudo, 'A Garota do Penhasco' é um livro que mostra como é possível encontrar uma finalidade, um propósito, quando todas as esperanças parecem perdidas.


Aguardemos nova oportunidade.

domingo, 17 de maio de 2015

Arte - fragmentos do amor

Ilustrador cria arte que traduz pequenos fragmentos do amor no cotidiano.


Visitem o site...
;)

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Livro do Bem

Coisas para Você Fazer e Deixar o Seu Dia Mais Feliz

Ariane Freitas, Jessica Grecco

Colar recortes de revistas, fotos, colorir, escrever... Verdadeiro devaneio, lazer, brincadeira!
Lançar palavras soltas, contar sonhos...
Adoreei o presente!