terça-feira, 19 de agosto de 2014

Thiago Soares bailarino brasileiro


Thiago Soares e Marianela Nuñez em "Diamonds", de George Balanchine, em 2011. - See more at: http://br.blouinartinfo.com/news/story/936779/bailarinos-thiago-soares-e-marianela-nunez-estrelam#sthash.DWOxH12z.dpuf

                               Thiago Soares e Marianela Nuñez em "Diamonds", de George Balanchine, em 2011
Thiago Soares e Marianela Nuñez em "Diamonds", de George Balanchine, em 2011. - See more at: http://br.blouinartinfo.com/news/story/936779/bailarinos-thiago-soares-e-marianela-nunez-estrelam#sthash.DWOxH12z.dpuf
Thiago Soares e Marianela Nuñez em "Diamonds", de George Balanchine, em 2011. - See more at: http://br.blouinartinfo.com/news/story/936779/bailarinos-thiago-soares-e-marianela-nunez-estrelam#sthash.DWOxH12z.dpuf

Thiago Soares, um talento brasileiro que quebrou barreiras, geográficas e culturais, para conquistar o cobiçado posto de primeiro bailarino do Royal Ballet de Londres, a tradicionalíssima companhia de dança londrina. Lá, Thiago interpreta os principais papéis masculinos de produções clássicas, como Sigfrid em “O Lago dos Cisnes”, Romeu em “Romeu e Julieta” e Conde Albrecht em “Gisele”. 
Nascido em uma família de classe média baixa de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, Thiago conta que passou por problemas financeiros na infância e precisou morar com uma tia em um bairro da zona norte da cidade. Influenciado pelo irmão, o menino decidiu se juntar a um grupo de Hip Hop. Quando recebeu uma proposta para dançar balé, viu sua vida mudar. “A dança era a minha salvação, sempre foi”, lembra Thiago.
Thiago revela o momento em que precisou tomar a decisão mais importante de sua carreira: trocar a posição de principal bailarino do Theatro Municipal do Rio de Janeiro por uma oportunidade no tradicional Royal Ballet em Londres. Mesmo tendo que recomeçar a carreira pelo corpo de baile, o bailarino não se intimidou: fez as malas e passou quatro anos interpretando papéis secundários até conseguir ser o grande destaque da companhia londrina. "No Brasil, eu era sempre o príncipe, o rei, estava na frente. Lá, fui obrigado a ver o balé por outro ângulo. Fui para o fim da fila. Tirei a mochila da estrela e recomecei", conta.
Entrevistado por Roberto D'Avila em 08 de agosto.

Nenhum comentário:

Postar um comentário