sábado, 27 de julho de 2013

Festival de Cafés Especiais

Os apreciadores da tradicional bebida mineira poderão conferir mais um Festival de Cafés Especiais, que, este ano, vai escolher o melhor café entre 15 estabelecimentos de Belo Horizonte. De acordo com Luana Bastos, uma das idealizadoras do projeto, o objetivo é estimular o consumo do produto diferenciado: "Queremos que as pessoas conheçam os tipos de grãos, as formas de preparo e as diversas combinações que podem ser feitas".


Ao consumir a bebida participante do festival, o cliente é convidado a votar levando em conta o sabor, a criatividade, a apresentação e o atendimento. Ao final do evento todas as cédulas serão recolhidas para o sorteio de uma máquina de café para o público e, claro, será anunciado o grande vencedor.

Confira as cafeterias participantes e seus cafés especiais:
•3 Corações - café florença
•Café Bistrô Belas Artes - caffè della nonna
•Café Book - Guimarães Rosa
•Café com Letras - semifredo de café com licor de cacau
•Café com Milho - O Poderoso Chefão
•Café Verdemar - caldo e freddo Verdemar
•Coffee Shoes - café Coke
•Dia de Ler - café Inhotim
•Dona Diva - doce diva
•Fran’s Café - mochaccino
•Mr. Black Café Gourmet - blackccino de café
•Plural Coffee Bar - frozen café Kit Kat
•Padaria Vianney - brownie de café com cream cheese
•Villa Café - tiramissu do Villa
•Deck Restaurante Vale Verde - milk 1727

Onde: Belo Horizonte
Endereço: conforme cafeteria
Data: de 6/7 a 1/9
Informações no site do Festival.

domingo, 21 de julho de 2013

O ruido das coisas ao cair

“Não existem heróis nem bandidos. Vásquez não mitifica a cultura do narcotráfico nem a autoridade, mas reflete uma situação caótica.” – La Vanguardia, Barcelona


“Vásquez não pretendeu escrever uma alegoria justiceira nem um estudo sociológico do narcotráfico, mas um romance que opera onde as ciências sociais ou as razões do Estado nunca chegam: no centro da vida de um indivíduo que sofreu a irracionalidade da violência.” – Jorge Volpi

O autor Juan Gabriel Vásquez nasceu em Bogotá, Colômbia, em 1973, e vive há mais de 13 anos em Barcelona. Graduou-se em direito e passou três anos em Paris, onde doutorou-se em literatura latino-americana pela Sorbonne. Escritor, tradutor e jornalista, é autor, entre outros livros, dos romances Os informantes (L&PM) e História secreta de Costaguana (L&PM), vencedor dos prêmios Qwerty de melhor romance em língua espanhola e da Fundación Libros & Letras, além de finalista do Independent Foreign Fiction Prize.

Elogiado por autores como Gabriel García Márquez e Mario Vargas Llosa, Juan Gabriel Vásquez cria, neste romance impactante, uma narrativa de intrigas e paixões em meio à violenta história recente da Colômbia. Livro vencedor do Prêmio Alfaguara de Literatura em 2011, O ruído das coisas ao cair retrata com precisão a história de uma geração que conviveu de perto com o poder do narcotráfico no país.

Em meados da década de 1990, Antonio Yammara é um jovem professor de Bogotá que passa seu tempo livre no bilhar próximo à universidade em que leciona. Sua vida muda quando conhece Ricardo Laverde, ex-presidiário que pagou um alto preço pela ligação com o tráfico internacional de drogas. Ele compreende que há segredos muito importantes no passado de seu novo conhecido

Quando Laverde é assassinado, Yammara decide investigar os motivos do crime, de uma maneira quase obsessiva. Ele não somente mergulha nos brutais eventos do narcotráfico, como verá seu próprio passado, repleto de culpas e segredos, com outros olhos. Convencido de que a solução do enigma de Laverde irá ajudar a compreender melhor sua própria trajetória, Yammara fará buscas minuciosas que o levarão a respostas ainda mais impressionantes.

Vásquez é tido como um dos maiores expoentes da nova geração literária da Colômbia e da América Latina. Apesar de viver há mais de uma década na Espanha, seu país natal tem frequente destaque em seus romances. Segundo os jornais “El Espectador” e “Arcadia”, de Bogotá, a escrita do autor contém uma clareza rara e O ruído das coisas ao cair constrói uma parábola precisa da sociedade colombiana.

Este romance é a história de uma amizade frustrada. Mas é também uma história de amores em tempos pouco adequados, além de uma análise profunda de uma geração ligada ao medo. Na investigação dotada de suspense que marca o romance, Vásquez demonstra que o bem e o mal podem ser meras suposições.

Leia um trecho do livro no site da Editora Alfaguara.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Mais um título - O Teorema Katherine

Colin conhece Katherine. Katherine gosta de Colin. Colin e Katherine namoram. Katherine termina com Colin. É sempre assim.

Após seu mais recente e traumático pé na bunda, o Colin que só namora Katherines resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-garoto prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, com pura matemática, o desfecho de qualquer relacionamento.

Uma descoberta que vai entrar para a história, elevando Colin Singleton diretamente ao distinto ponto de gênio da humanidade. E também, é claro, vai ajuda-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.

 


quinta-feira, 18 de julho de 2013

A foto


Nove passarinhos fotografados por meu amigo Manu.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Guerra entre Primos

A Rainha Vermelha seria o livro 2 da Trilogia Guerra entre Primos.
Na postagem de 8 de fevereiro de 2012 a protagonista citada é Margarida. A obra que li não se trata de Margarida e sim Margaret Beaufort.

Segundo a Wikipédia a mãe de Henrique VII, patriarca da dinastia Tudor, foi MARGARIDA BEAUFORT.
MARGARET BEAUFORT também é citada na Wikipédia como a avó materna de Henrique VIII.

Margarida ou Margaret, erro ou não de tradução não desmerece a obra. Simplesmente fantástica! 
Para que serviam as mulheres descendentes/parentes do sangue real  no século XVI? Para parir herdeiros!
E a obra contada na primeira pessoa é elucidante/fascinante. E Phillippa Gregory continua "aguçando meu apetite" - devoro suas obras. Este foi o sexto livro da autora e sei que existem outros três...

terça-feira, 16 de julho de 2013

Déficit de atenção

Eu com meus livros, sempre uma boa história, sempre uma viagem, um devaneio, rs
Na obra Dez Mulheres de Marcela Serrano encontrei um texto que ratifica o que já contei a vocês outrora.
Também no texto Um Ateliê, postado ontem: minha dificuldade em priorizar...

"Eu tenho déficit de atenção. É o nome que dão. |Pelo menos hoje em dia o problema se dignostica e pode ser medicado, antes nem isso. Dizem que é bastante hereditário e, como a minha velha não tem – e a Susy tampouco, graças a Deus -. eu atribuo, como tantas outras coisas , ao pai desconhecido e filho da puta que sumiu do mapa assim que a minha velha engravidou. O que é déficit de atenção É como uma amplitude da mente. Uma extensão que ecoa. Por exemplo, outro dia eu estava no trabalho folheando uma revista enquanto esperava a cera esquentar e li sobre um homem que tinha morrido, parece que o sujeito foi narrador, cantor, tradutor, engenheiro, trompetista de jazz, dramaturgo e autor de óperas. É óbvio, pensei, esse cara tinha déficit de atenção. Há mil coisas que eu gostaria de fazer e para as quais teria certa habilidade. Para começar, todas as atividades ligadas ao salão, ou seja, cabeleireira, manicure, massagista, reflexóloga, colorista, e também poderia ser uma ótima chef ou uma boa costureira ou bailarina ou instrutora de ioga e, se me provarem, uma boa pintora. Teria habilidade para todas essas coisas se me dedicasse a elas. Mas, claro, não dá tempo, tenho que ganhar a vida. Se tivesse nascido rica, teria um espaço como o cara da revista.

Sempre fui um pouco desajeitada, nunca me entendi bem com coisas finas nem femininas demais, e foi por isso que acabei virando depiladora e não manicure, porque quando pintava unhas borrava o esmalte (às vezes consigo, mas com muito esforço). Passei a vida tentando não ser desajeitada, com as coisas do corpo e também com as da mente. Como sou mais rápida que a maioria, ficava entendiada nas reuniões, por exemplo nos encontros de pais no colégio de Susy, achava as pessoas chatas, lentas, por mim eu passaria a vida correndo, feito o Papa-Léguas, chegando para ir logo embora, nunca para ficar. Desajeitada também porque me chamavam de distraída, porque perdia tudo, até as coias mais queridas, e, claro, devo ter parecido ingrata, arrogante. Mas não era. Eu vivia assustada com as críticas, todo mundo me censurava, a vovó, as professoras, os chefes, as amigas, porque eu fazia ou dizia coisas inadequadas. Enfim, continuo fazendo, agora um pouco menos porque já estou diagnosticada e medicada, mas, gostando ou não, ainda sou a mesma. Apesar do remédio, continuo fazendo milhares de movimentos inúteis, porque se estou procurando meu celular e vejo os óculos, eu me concentro neles e depois na xícara de café que preciso levar para a cozinha e, claro, não lembro mais por que tinha me levantado até que reparo no celular, na verdade só posso realizar uma ação qualquer sem me distrair tendo um deserto vazio pela frente. Tudo me distrai, os sons, as pessoas, as ideias que surgem na cabeça sem o meu controle. E, tudo bem, me canso mais que a maioria. A etiqueta das roupas me incomoda, então as arranco para não sentir. Tecnicamente, o problema é que eu processo mais estímulos do que sou capaz de assimilar, foi assim que me explicaram. É como nunca chegar ao destino em linha reta, e por isso eu me canso tanto. Mas nem tudo são notícias ruins, também sou mais criativa e imaginativa que os outros e certamente mais original, porque faço associações estranhas e daí podem sair boas ideias. E às vezes sou divertida, se me aguentarem.

Dizem que as pessoas com déficit de atenção costumam ser muito inteligentes. Não é o meu caso, tenho os meus recursos, mas não sou especialmente inteligente. Sou quase incapaz de me concentrar nas cosias sem divagar, vivo me dispersando, eu começo a falar sobre o salão de beleza e no minuto seguinte já é a Susy ou então resolvi comentar da roupa da mulher ali da frente ou me preocupar porque não paguei o gás. Não consigo me limitar a um assunto só.

Tenho uma cliente, Maria del Mar, que é uma das minhas preferidas e vai muito ao salão, mora a dois quarteirões. É uma mulher culta e instruída e sempre converso sobre as minhas coisas com ela, que também sofre do famoso déficit. Que ela chama de ADD, como dizem os gringos. Toma uma Ritalina por dia e vive a mil por hora. E define a coisa assim: é uma incapacidade de selecionar o que é urgente. Também diz que ser mulher equivale a sofrer de déficit de atenção. Nas suas palavras, a gama de estímulos que recebemos e tão alta que não conseguimos priorizar – ela adora essa palavra. Então as fraldas, as ações na bolsa, o medo da morte, estas três coisas têm a mesma importância, a mesma urgência. (Quando eu quero me fazer de interessante para um cara que me atrai, imito a María del Mar. Sou boa para imitar e para guardas as palavras dos outros, uso as dela para parecer esperta.)

Com o passar dos anos concluí que, de bobagem em bobagem, acabei sabendo muitas coisas, só que de um jeito confuso.

Acho que o tempo é diferente para mim. Para as pessoas normais, o tempo é como é, ou seja, curto. Para mim é longo. Sempre acho que tenho tempo de sobra e me organizo a partir desse pensamento e vivo assim, constatando todo dia que não deu certo, que não consegui."

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Um ateliê

Um ateliê
Preciso de um ateliê para melhor escrever a história da minha vida.
Minha privacidade é invadida na sala de visitas, na entrada do meu ap.
É na mesa que arremesso o que tenho à mão, qualquer coisa. É onde coloco as contas a pagar, ao lado do notebook. Também as correspondências, folhetos de hipermercados.
Na entrada do meu quarto, no final do corredor, é onde abandono os sapatos e troco por um par de hawaianas. Ou deveria ser assim. Pois, acontece de largar os sapatos assim logo na entrada como se fosse um grito de libertação.
Imagine meu ateliê com boa iluminação, uma estante lotada de livros, uma cadeira confortável além de um sofá para leitura. Até aquela luminária com preço de uma bicicleta nova eu compraria.
Martha Medeiros me contou o que Marguerite Duras contou a ela: os cômodos da casa da gente influenciam nossa obra, nossa história de vida.
Deixe-me traduzir: Martha cita Marguerite em sua crônica “Trancados por Fora” parte da obra “Trem-Bala” publicada em 1999. Marguerite escreveu um livro chamado “Writers’Houses", não lançado no Brasil. É na casa do escritor que “ele organiza suas memórias, acalma seus medos, estimula suas ideias e cria a solidão necessária para escrever.”
Então, como escrever nos caos?
Pois é, meu sonho, o maior deles, é escrever. Escrever a “história de minha vida em versão comédia”. Contar aos leitores minhas superações, frustrações e sucessos de maneira despojada e resolvida. Onde será que está meu engano? Pensar que sou uma pessoa resolvida ou achar que tenho talento?
Quem sabe se eu for vomitando tudo o que me vem à cabeça, eu consigo ordenar a bagunça, perder o caráter de urgência e, aos poucos, ir contando minha vida aos pedaços (como cebola, lembra?!). Desnudando, descascando, e ordenando meus devaneios.
Priorizar. Creio ser esta a chave. O que deletar, delegar, esquecer para iniciar o processo de concentração?
Neste momento, quero assistir às aulas de português do curso on-line que comprei, quero estourar uma bacia enorme de pipocas, desligar a TV, ler os e-mails, trocar de roupa e sair com Miguel (não esqueça que Miguel veio depois do Gabriel, que veio depois do Rafael - todos VW).
Sei que deveria ter marcado consultas médicas, feito o recurso para me eximir de pagar a multa por excesso de velocidade, ligar para a consultora da Natura, estudar o material para os cursos a Universidade Caixa, preparar minha mochila pra voltar a pé para casa amanhã e ir direto para a aula de spinning. Também escolher o próprio livro que vai me acompanhar no ônibus no caminho para o trabalho, caso esteja chovendo. Também postar no meu blog.
Sabe, um dia, constatei que tenho de parar de fabricar lista de tarefas inatingíveis para não me sentir incompetente e imobilizada. E olhe só: quanta coisa já disse que quero fazer AGORA! Melhor dormir...
04/04/2012

domingo, 14 de julho de 2013

Dez Mulheres


Adoooooorei!
Este é um livro grandioso, em que a premiada escritora Marcela Serrano obteve sucesso não só entre os críticos, mas também entre os leitores. Dez mulheres esteve por meses no topo da lista de mais vendidos em seu país de origem, o Chile, e também na Itália, na Argentina e na Espanha.

Dez diferentes vozes femininas narram suas marcantes experiências de vida. Através de seus olhos, testemunhamos variadas perspectivas sobre a perda e o amor, a felicidade e a doença, o trabalho, casamentos, separações e a difícil vida com os filhos. São mulheres que amam de uma maneira arriscada,  entregando-se às paixões de uma forma única, arrebatadora.

Entre elas está Lupe, uma adolescente á procura da própria identidade em meio a festas, sexo, drogas e relações pouco convencionais; ou Luisa, viúva de um desaparecido político, que por trinta anos espera a volta de seu único amor; e Andrea, jornalista bem-sucedida que, em crise, se refugia na solidão de Atacama.

Embora profundamente diferentes na idade e no temperamento, de distintas classes sociais e ideologias políticas, descobrimos que suas experiências se complementam em um caleidoscópio do universo feminino, com toda a sua multifacetada beleza. (Resenha extraída da "orelha" do livro)

TÍTULO: DEZ MULHERES
TÍTULO ORIGINAL: DIEZ MUJERE
IDIOMA: Português
ENCADERNAÇÃO: Brochura
PÁGINAS: 272
ANO DA OBRA/COPYRIGHT: 2011
ANO DE EDIÇÃO: 2012
EDIÇÃO: 
AUTOR: 
Marcela Serrano

TRADUTOR: Ari Roitman | Paulina Wacht

terça-feira, 2 de julho de 2013

A Rainha Vermelha

Tá aqui, pertinho de mim, bem à mão...
Já postei uma sinopse desta obra em 8 de fevereiro de 2012.
Segue agora a sinopse interna (aquela que adoooro, a da "orelha") da Editora Record, com tradução de Ana Luiza Borges:

A Inglaterra enfrenta tempos conturbados 


A Guerra dos Cem Anos se aproxima do fim, e o exército inglês retira-se, derrotado, dos territórios franceses. Neste momento decisivo em que o país precisa de um soberano forte, o rei, Henrique VI de Lancaster, apresenta os primeiros sinais de loucura e deixa-se ser completamente manipulado pela esposa, a odiada Margarida de Anjou. A maioria dos nobres prefere que o duque de York assuma o trono. Tudo parece levar o país à guerra civil.
Enquanto isso, Margaret Beaufort, a herdeira da Casa Real de Lancaster, cujo símbolo é uma rosa vermelha, se vê forçada, aos 13 anos, a um casamento sem amor com o nobre Edmund Tudor para assegurar a posição de sua família diante da instabilidade política. Ela acredita que um grande destino a aguarda. Prima do rei, extremamente religiosa, Margarerh crê que sua família foi escolhida por Deus para governar a Inglaterra, e nem a doença do monarca é capaz de pôr em risco suas convicções. Um ano depois, viúva, mãe do menino Henrique, ela decide dedicar sua vida solitária a pôr o filho no trono da Inglaterra, sem se importar com as consequências. Quando os York se consolidam no poder, Margaret envia o filho para o exílio com o tio, Jasper Tudor, a fim de mantê-lo em segurança. Viúva novamente após o segundo casamento, ela une ao implacável lorde Stanley e estabelece alianças perigosas, além de prometer Henrique em casamento à filha de sua maior inimiga, a rainha Elizabeth Woodville. Com o apoio do terceiro marido, Margaret lidera uma das maiores rebeliões de seu tempo. Enquanto isso, seu filho cresce, torna-se homem, recruta o próprio exército e aguarda a primeira oportunidade para conquistar o trono que considera seu por direito. Um romance repleto de conspirações, paixões e traição, A Rainha Vermelha traz de volta à vida a matriarca dos Tudor, uma mulher orgulhosa e determinada que acredita que, sozinha, pode mudar o curso da história.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Os enamoramentos, Javier Marías


O blog Bons Livros, de Luiz Guilherme me convenceu, mais uma vez!
Esta obra está na minha lista Livros que pretendo ler e (ou) adquirir.
A revista Veja também apresenta boa crítica:
Em 15/09/2012 na coluna de Ricardo Setti:

OS ENAMORAMENTOS, de Javier Marías (tradução de Eduardo Brandão; Companhia das Letras; 344 páginas; 49,50 reais)

Javier Marías, 60 anos, é o mais celebrado autor da literatura espanhola contemporânea. Admirado por seus pares – o britânico Salman Rushdie, o turco OrhanPamuk e o sul-africano J.M. Coetzee estão entre seus fãs -, costuma ser lembrado como candidato sério ao Prêmio Nobel.
Sua obra quase sempre lança o leitor em especulações complexas sobre a natureza da verdade e da ficção. Foi assim na extensa trilogia Seu Rosto Amanhã. Este novo livro é, na definição do autor, “uma história simples, mas um romance não tão simples”.
A tal história simples é narrada em uma digressiva primeira pessoa por María Dolz, uma editora que vigia, a distância, um empresário e sua bela mulher, imaginando que os dois formam o casal perfeito. Depois que o empresário é assassinado, María tem de rever suas noções ingênuas sobre o amor ideal.
Em uma promoção especial da editora, Os Enamoramentos vem acompanhado de O Coronel Chabert, do francês Honoré de Balzac, clássico que é uma das referências centrais na narrativa de Marías.