sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Final de semana em Rio Acima


Costelinha desossada grelhada na brasa entre muitas outras delícias na Subida do Morro. Rua Coronel Antônio Marques da Costa , 241
Morgan - Rio Acima
Reservas: 31 3545-2602 - 31 8897-2352

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Caminhada


Leia a reportagem completa na Folha de S. Paulo.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Basta de Histórias

Autor: Andres Oppenheimer
Assunto: Ciências Sociais
Editora: Objetiva
Sinopse:
Nesta obra, o autor afirma que melhorar a educação, a ciência, a tecnologia e a inovação é uma tarefa possível e importante no século XXI. O título ‘Basta de histórias!’ tem um sentido duplo para ele – por um lado pede aos presidentes latino-americanos que não atuem mais à moda populista e, por outro, busca mostrar como, na América Latina, as pessoas ainda estão voltadas para o passado. Com um olhar sobre a educação e o futuro, o autor viajou durante cinco anos por países como Finlândia, Índia, China, Israel, Brasil e Venezuela a fim de conhecer os sistemas educativos e entender como determinam o grau de desenvolvimento econômico, entrevistando pessoas como Bill Gates e Michelle Bachellet. A edição brasileira conta ainda com um texto do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Leia a sinopse no site da Editora.

Outros Livros deste Gênero

> Queda de Bagdá, A ( Jon Lee Anderson )
> Inverno da Guerra, O - Coleção Jornalismo de Guerra ( Joel Silveira )
> Mal ronda a Terra, O ( Tony Judt )
> Somos maquiavélicos ( Julio Pompeu )
> Tentação do Cristianismo, A ( Luc Ferry )

sábado, 18 de agosto de 2012

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Janela do vizinho

Primeira janela... fotos de 2 dias... e os brotos vão se transformando...


terça-feira, 14 de agosto de 2012

O Valor da Tolerância

Recebi esta mensagem e adoreeeei...
Que o (a) autor (a) destas palavras tenha um boooom dia!

Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar.
E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho muito duro.
Naquela noite, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai.
Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato.
Tudo o que meu pai fez foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia na escola.
Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.
Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada.
E eu nunca esquecerei o que ele disse: "Adorei a torrada queimada..."
Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada.
Ele me envolveu em seus braços e me disse:
"Companheiro, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada...
Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém.
A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas.
E eu também não sou o melhor marido, empregado, ou cozinheiro, talvez nem o melhor pai, mesmo que tente todos os dias!
O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.
Desde que eu e sua mãe nos unimos, aprendemos, os dois, a suprir as falhas do outro.
Eu sei cozinhar muito pouco, mas aprendi a deixar uma panela de alumínio brilhando.
Ela não sabe usar a furadeira, mas após minhas reformas, ela faz tudo ficar cheiroso, de tão limpo.
Eu não sei fazer uma lasanha como ela, mas ela não sabe assar uma carne como eu.
Eu nunca soube fazer você dormir, mas comigo você tomava banho rápido, sem reclamar.
A soma de nós dois monta o mundo que você recebeu e que te apoia, eu e ela nos completamos.
Nossa família deve aproveitar este nosso universo enquanto temos os dois presentes."
De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos, colegas e com amigos.
Então filho, se esforce para ser sempre tolerante, principalmente com quem dedica o precioso tempo da vida, a você e ao próximo.
"Dê a quem você ama asas para voar, raízes para voltar e motivos para ficar."
(Dalai Lama)

sábado, 11 de agosto de 2012

André Malraux x Hannah Arendt

André Malraux (Paris, 3 de novembro de 1901 — Créteil, 23 de novembro de 1976) foi um escritor francês de assuntos políticos e culturais. Foi enterrado no Panteão de Paris, local destinado a personalidades notáveis da França. É além de um grande escritor um grande pensador da época. Tanto que Hannah Arendt em um ensaio sobre as contribuições européias contemporâneas para a filosofia politica discute a obra de Malraux. Foi amigo pessoal de Camus, assim como de Charles De Gaulle. Participou ativamente da resistência francesa durante a ocupação nazista na Segunda Guerra Mundial.

Frase: "Toda arte é uma revolta contra o destino do homem" André Malraux (1901-1976), escritor francês

Comentário de Thiago Rodrigues Braga:
Ao começar sua obra, “A condição humana”, Hannah Arendt alerta: condição humana não é a mesma coisa que natureza humana. A condição humana diz respeito às formas de vida que o homem impõe a si mesmo para sobreviver. São condições que tendem a suprir a existência do homem. As condições variam de acordo com o lugar e o momento histórico do qual o homem é parte. Nesse sentido todos os homens são condicionados, até mesmo aqueles que condicionam o comportamento de outros tornam-se condicionados pelo próprio movimento de condicionar. Sendo assim, somos condicionados por duas maneiras:

1.Pelos nossos próprios atos, aquilo que pensamos, nossos sentimentos, em suma os aspectos internos do condicionamento.
2.Pelo contexto histórico que vivemos, a cultura, os amigos, a família; são os elementos externos do condicionamento.

Hannah Arendt organiza, sistematiza, a condição humana em três aspectos:
•Labor
•Trabalho
•Ação

O “labor” é processo biológico necessário para a sobrevivência do indivíduo e da espécie humana. O “trabalho” é atividade de transformar coisas naturais em coisas artificias, por exemplo, retiramos madeira da árvore para construir casas, camas, armários, objetos em geral. É pertinente dizer,- ainda que sedo-, para a autora, o trabalho não é intrínseco, constitutivo, da espécie humana, em outras palavras, o trabalho não é a essência do homem. O trabalho é uma atividade que o homem impôs à sua própria espécie, ou seja, é o resultado de um processo cultural. O trabalho não é ontológico como imaginado por Marx. Por último a “ação”. A ação é a necessidade do homem em viver entre seus semelhantes, sua natureza é eminentemente social. O homem quando nasce precisa de cuidados, precisa aprender e apreender, para sobreviver. Qualquer criança recém nascida abandonada no mato morrerá em questão de horas. Por isso dizemos que assim como outros animais o homem é um animal doméstico, porque precisa aprender e apreender para sobreviver. A mesma coisa não acontece com aqueles animais que ao nascer já conseguem sobreviver por conta própria, sem ajuda. A qualidade da ação supõe seu caráter social ou como escreve Hannah, sua pluralidade.
(...)

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

André Malraux - A Condição Humana

O romance aborda sobre o comportamento de pessoas envolvidas na revolução comunista chinesa, a tendência nacionalista, o interesse de nações com sistemas de governo centralizadores e autoritários, o esforço de empresas e instituições financeiras para manterem o status quo, na medida em que a mobilização de grupos organizados na clandestinidade começa a ganhar força.
Tchen, um dos protagonistas, mata um fornecedor de armas e toma consciência que a luta tinha tornado o seu destino irreversível. A morte era tida como certa diante da escolha que havia feito. Questiona o autor: “- Não lhe parece uma estupidez característica da espécie humana que um homem que só tem uma vida possa perdê-la por uma ideia?”
Enquanto Tchen vai ao encontro da morte, outros companheiros buscam a dignidade e até mesmo o ópio para anuviar suas agruras, apesar de defenderem o mesmo ideal. Assim é A Condição Humana; formas distintas de ações sobre o mesmo princípio.
O texto, publicado em 1933, escrito em forma de reportagem, não prende o leitor devido à forma da escrita e a dinâmica dos diálogos. Torna-se cansativo, apesar da sua importância política e destaca as questões morais que tomam forma nos diversos personagens.
Informações sobre o autor - André Malraux nasceu em Paris em 1901, participou ativamente das maiores batalhas ideológicas deste século, desde o nacionalismo chinês até a Guerra Civil espanhola e luta de vida ou morte contra o nazismo. Militante de esquerda, ligado ao Partido Comunista Francês, permaneceu livre, porém, para se opor ao banimento de Trotsky e se rebelar contra o regime ditatorial de Stalin na União Soviética. Entre 1958 e 1969, Malraux participou do governo do general Charles de Gaulle como ministro da Cultura. Morto em 1976, André Malraux é autor de numerosos romances e ensaios, entre eles Os Conquistadores (1928), A Estrada Real (1930) e A Condição Humana (1933) e O Tempo do Desprezo (1935).

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

A Condição Humana

Opinião de Eduardo Andrade: O romance aborda sobre o comportamento de pessoas envolvidas na revolução comunista chinesa, a tendência nacionalista, o interesse de nações com sistemas de governo centralizadores e autoritários, o esforço de empresas e instituições financeiras para manterem o status quo, na medida em que a mobilização de grupos organizados na clandestinidade começa a ganhar força.

Tchen, um dos protagonistas, mata um fornecedor de armas e toma consciência que a luta tinha tornado o seu destino irreversível. A morte era tida como certa diante da escolha que havia feito. Questiona o autor:   “- Não lhe parece uma estupidez característica da espécie humana que um homem que só tem uma vida possa perdê-la por uma ideia?”

Enquanto Tchen vai ao encontro da morte, outros companheiros buscam a dignidade e até mesmo o ópio para anuviar suas agruras, apesar de defenderem o mesmo ideal. Assim é A Condição Humana; formas distintas de ações sobre o mesmo princípio.

O texto, publicado em 1933, escrito em forma de reportagem, não prende o leitor devido à forma da escrita e a dinâmica dos diálogos. Torna-se cansativo, apesar da sua importância política e destaca as questões morais que tomam forma nos diversos personagens.

Outros leitores concordam que a  linguagem desta obra não é fácil e a leitura não é dinâmica; porém, para aqueles que insistirem aprenderão muito sobre história e política.
Leia também a opinião de Manuel Cardoso.
Outra sinopse (estou procurando incentivo para iniciar esta leitura que, parece, vai me satisfazer):

China, março de 1927. Um homem corroído pela amargura. Um país sacudido por uma insurreição. Atrás de fachadas insuspeitas de cidades sufocadas por riquixás, automóveis e bondes, fumaça de carvão, excrementos e suores de brancos e amarelos, homens planejam uma revolução, muitos divididos entre a culpa e a ideologia. Publicado em 1933, este livro de André Malraux é um relato dos acontecimentos que deram início à Revolução Chinesa. Um depoimento pessoal sobre um dos momentos históricos mais dramáticos do século XX. Neste clássico da literatura mundial – estruturado como romance, mas escrito em tom de reportagem – as questões morais, intelectuais e políticas estão em primeiro plano, e os personagens representam valores e formas de ação.

Informações sobre o autor - André Malraux nasceu em Paris em 1901, participou ativamente das maiores batalhas ideológicas deste século, desde o nacionalismo chinês até a Guerra Civil espanhola e luta de vida ou morte contra o nazismo. Militante de esquerda, ligado ao Partido Comunista Francês, permaneceu livre, porém, para se opor ao banimento de Trotsky e se rebelar contra o regime ditatorial de Stalin na União Soviética. Entre 1958 e 1969, Malraux participou do governo do general Charles de Gaulle como ministro da Cultura. Morto em 1976, André Malraux é autor de numerosos romances e ensaios, entre eles Os Conquistadores (1928), A Estrada Real (1930) e A Condição Humana (1933) e O Tempo do Desprezo (1935).

quinta-feira, 2 de agosto de 2012