segunda-feira, 31 de maio de 2010

Moulin Rouge - Tango de Roxanne

Estamos realizando un trabajo en clase de español sobre “baile de tango”.

No sólo sobre tango. También sobre samba, hip hop, merengue y otras danzas como manifestaciones artísticas de un movimiento cultural.
Y el tango, en especial, tiene siempre una bella historia en su coreografía.
Mira que bello!!!


Somos todas doidas!

Doidas e santas
Martha Medeiros

"Estou no começo do meu desespero/e só vejo dois caminhos:/ou viro doida ou santa". São versos de Adélia Prado, retirados do poema A Serenata. Narra a inquietude de uma mulher que imagina que mais cedo o ou mais tarde um homem virá arrebatá-la, logo ela que está envelhecendo e está tomada pela indecisão - não sabe como receber um novo amor não dispondo mais de juventude. E encerra: "De que modo vou abrir a janela, se não for doida? Como a fecharei, se não for santa?".

Adélia é uma poeta danada de boa. E perspicaz. Como pode uma mulher buscar uma definição exata para si mesma estando em plena meia-idade, depois de já ter trilhado uma longa estrada onde encontrou alegrias e desilusões, e tendo ainda mais estrada pela frente? Se ela tiver coragem de passar por mais alegrias e desilusões - e a gente sabe como as desilusões devastam - terá que ser meio doida. Se preferir se abster de emoções fortes e apaziguar seu coração, então a santidade é a opção. Eu nem preciso dizer o que penso sobre isso, preciso?

Mas vamos lá. Pra começo de conversa, não acredito que haja uma única mulher no mundo que seja santa. Os marmanjos devem estar de cabelo em pé: como assim, e a minha mãe???

Nem ela, caríssimos, nem ela.

Existe mulher cansada, que é outra coisa. Ela deu tanto azar em suas relações que desanimou. Ela ficou tão sem dinheiro de uns tempos pra cá que deixou de ter vaidade. Ela perdeu tanto a fé em dias melhores que passou a se contentar com dias medíocres. Guardou sua loucura em alguma gaveta e nem lembra mais.

Santa mesmo, só Nossa Senhora, mas cá entre nós, não é uma doideira o modo como ela engravidou? (não se escandalize, não me mande e-mails, estou brin-can-do).

Toda mulher é doida. Impossível não ser. A gente nasce com um dispositivo interno que nos informa desde cedo que, sem amor, a vida não vale a pena ser vivida, e dá-lhe usar nosso poder de sedução para encontrar "the big one", aquele que será inteligente, másculo, se importará com nossos sentimentos e não nos deixará na mão jamais. Uma tarefa que dá para ocupar uma vida, não é mesmo? Mas além disso temos que ser independentes, bonitas, ter filhos e fingir de vez em quando que somos santas, ajuizadas, responsáveis, e que nunca, mas nunca, pensaremos em jogar tudo pro alto e embarcar num navio-pirata comandado pelo Johnny Depp, ou então virar uma cafetina, sei lá, diga aí uma fantasia secreta, sua imaginação deve ser melhor que a minha.

Eu só conheço mulher louca. Pense em qualquer uma que você conhece e me diga se ela não tem ao menos três dessas qualificações: exagerada, dramática, verborrágica, maníaca, fantasiosa, apaixonada, delirante. Pois então. Também é louca. E fascina a todos.

Todas as mulheres estão dispostas a abrir a janela, não importa a idade que tenham. Nossa insanidade tem nome: chama-se Vontade de Viver até a Última Gota. Só as cansadas é que se recusam a levantar da cadeira para ver quem está chamando lá fora. E santa, fica combinado, não existe. Uma mulher que só reze, que tenha desistido dos prazeres da inquietude, que não deseje mais nada? Você vai concordar comigo: só sendo louca de pedra.

domingo, 30 de maio de 2010

Risco da desilusão não é grave...

"Você é daquelas pessoas que, por princípio, já não esperam nada de nada. Há tanta gente, mais jovem ou mais velha que você, que vive à espera de experiências extraordinárias - dos livros, das pessoas, das viagens, dos acontecimentos, de tudo que o amanhã guarda em si. Você não. Você já aprendeu que o melhor que se pode esperar é evitar o pior. É essa a conclusão a que chegou, tanto na vida privada como nas questões gerais e nos problemas do mundo. E quanto aos livros? Aí está: justamente por ter renunciado a tantas coisas, você acredita que seja certo conceder a si mesmo o prazer juvenil da expectativa num âmbito bastante circunscrito, como este dos livros, em que as coisas podem ir bem ou mal, mas em que o risco da desilusão não é grave." Italo Calvino, Se um viajante numa noite de inverno.

Será esta a razão por que leio tanto?

sábado, 29 de maio de 2010

Obra de minha filha

Tenho de "babar" mesmo!
Pela arte do cultivo e pela arte da fotografia!


E um poema para completar...
Desta vez de autoria de Donna Miranda

Um poema e uma rosa


Cai a noite, silenciosa e sombria
Da minha janela fico a contemplar
Os rumores de uma triste noite fria
Com olhos marejados, alivio meu chorar
Ouvindo um piano, ao longe, a noite a ilustrar.


Qual divino encanto, toque em maestria
Abrigo sereno d’algum coração apaixonado
Que se desdobra, triste, enamorado
Como a chamar, em melodia, seu ser amado
Como uma prece de ternura e devoção.

Oh ! maestro triste em noite enluarada
Encanta-me em perfeita harmonia
Sem saber que sou eu a sua incógnita amada
Debruço-me a beber todo som com alegria
Me delicio, me embriago, docemente encantada.

Fonte, onde me abasteço para redigir
Poemas de amor a ti sempre a endereçar
Cantas nas ocultas sombras ...eu a ouvir
Roubo de ti toda emoção do teu cantar
Em silencio, sem afoite...leve sorrir
Mais um poema e uma rubra rosa
Em tua janela irei deixar.

Donna Miranda escreve sobre sua obra:
Apresento-lhes um poema, em cujo contexto há um pianista que, após receber poemas e flores em segredo...passou a tocar , cada noite com mais paixão.....

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Conservatório UFMG apresenta...


Jazz! - Uma Noite na Broadway III

Nesta segunda-feira, dia 31 de maio, a Série de Concertos 'Prata da Casa' traz espetáculo ao vivo, com o elenco do Projeto Teatro Musical - Programa de Musicais na UFMG. Concerto cênico-musical com os mais famosos números de jazz da broadway, com direção de Ana Taglianetti, Daniel Souza e Nilmara Gomes. O evento acontece às 19 horas no Conservatório UFMG. A entrada é franca!

O espetáculo é fruto de cursos ofecidos durante o primeiro semestre de 2010 sobre o tema jazz na Broadway (grande centro cultural na cidade de Nova Yorque, EUA) com participação da Orquestra de Musicais da UFMG. Os elencos dos espetáculo do PTM-UFMG são compostos por alunos de diversos cursos da universidade e comunidade externa, representada principalmente por atores e bailarinos profissionais que buscam aprimoramento na técnica de se fazer teatro musical. O espetáculo tem direção de cena assinada por Ana Taglianetti e Nilmara Gomes, direção musical do maestro Daniel Souza e coreografias de Keila Bueno e Juliana Gomes.
No repertório, cenas dos musicais Chicago, Sweet Charity, Cats, Cabaret, Victor/Victoria, Fosse e muitos outros.

Lua nova demais

Sempre digo e repito que as letras salvam.
As letras revelam direitos. Desnudam caminhos e denunciam dor e vitórias.
No link acima, a história de uma ex-menina de rua que sobreviveu aos abusos de seus "salvadores".
Abaixo as letras que efetivamente deram a ela uma nova chance, uma nova vida:

“... o Dr. Francisco da Chagas Praça... deferiu, sem dolo nem malícia, a Guarda Provisória da menor Maura de Oliveira à primeira qualificada Marisa Molina de Melo... do que, para constar, lavrei o presente termo...”

Maura definiu esse documento, em seu livro, como mais importante do que a certidão de nascimento ou o bilhete da sorte premiado.

E a poesia que retrata a menina de rua...

Lua nova demais
Dorme tensa a pequena
sozinha como que suspensa no céu
Vira mulher sem saber
sem brinco, sem pulseira, sem anel
sem espelho, sem conselho, laço de cabelo, bambolê
Sem mãe perto,
sem pai certo
sem cama certa,
sem coberta,
vira mulher com medo,
vira mulher sempre cedo.
Menina de enredo triste,
dedo em riste,
contra o que não sabe
quanto ao que ninguém lhe disse.
A malandragem, a molequice
se misturam aos peitinhos novos
furando a roupa de garoto que lhe dão
dentro da qual mestruará
sempre com a mesma calcinha,
sem absorvente, sem escova de dente,
sem pano quente, sem O B.
Tudo é nojo, medo,
misturação de “cadês.”
E a cólica,
a dor de cabeça,
é sempre a mesma merda,
a mesma dor,
de não ter colo,
parque
pracinha,
penteadeira,
pátria.
Ela lua pequenininha
não tem batom, planeta, caneta,
diário, hemisfério,
Sem entender seu mistério,
ela luta até dormir
mas é menina ainda;
chupa o dedo
E tem medo
de ser estuprada
pêlos bêbados mendigos do Aterro
tem medo de ser machucada, medo.
Depois mestrua e muda de medo
o de ser engravidada, emprenhada,
na noite do mesmo Aterro.
Tem medo do pai desse filho ser preso,
tem medo, medo
Ela que nunca pode ser ela direito,
ela que nem ensaiou o jeito com a boneca
vai ter que ser mãe depressa na calçada
ter filho sem pensar, ter filho por azar
ser mãe e vítima
ter filho pra doer,
pra bater,
pra abandonar.
Se dorme, dorme nada,
é o corpo que se larga, que se rende
ao cansaço da fome, da miséria,
da mágoa deslavada
dorme de boca fechada,
olhos abertos,
vagina trancada.
Ser ela assim na rua
é estar sempre por ser atropelada
pelo pau sem dono
dos outros meninos-homens sofridos,
do louco varrido,
pela polícia mascarada.
Fosse ela cuidada,
tivesse abrigo onde dormir,
caminho onde ir,
roupa lavada, escola, manicure, máquina de costura, bordado,
pintura, teatro, abraço, casaco de lã
podia borralheira
acordar um dia
cidadã.
Sonha quem cante pra ela:
“Se essa Lua, Se essa Lua fosse minha...”
Sonha em ser amada,
ter Natal, filhos felizes,
marido, vestido,
pagode sábado no quintal.
Sonha e acorda mal
porque menina na rua,
é muito nova
é lua pequena demais
é ser só cratera, só buracos,
sem pele, desprotegida, destratada
pela vida crua
É estar sozinha, cheia de perguntas
sem resposta
sempre exposta, pobre lua
É ser menina-mulher com frio
mas sempre nua.
(Poema encomenda,1995)
Elisa Lucinda

Garfield

Ballet Jovem no Palácio das Artes



A Fundação Clóvis Salgado convida os mineiros para a estreia das novas coreografias SOSTENUTO, de Luis Arrieta (esse link abrirá em nova janela), e DIÁLOGOS, de Rui Moreira (esse link abrirá em nova janela), do Ballet Jovem Palácio das Artes. Os bailarinos vão fazer também uma homenagem ao bicentenário do compositor polonês Chopin, com a coreografia IUNGO, e mostrarão ao público a última montagem do Ballet Jovem, CONTRACAPA.


SOSTENUTO
O coreógrafo argentino Luis Arrieta buscou no dicionário o verbo sustentar para definir o desenvolvimento da coreografia SOSTENUTO. A construção do movimento foi elaborada no sentido de “Impedir que se caia, amparar, estimular, equilibrar-se”, como define o verbo no dicionário. A trilha sonora é do compositor Sergei Rachmaninoff.

Sobre a coreografia, Luis Arrieta explica que se trata, basicamente, da investigação do espaço e das dimensões. Segundo ele, “a proposta é trabalhar a descoberta do espaço cênico. Para o bailarino, este é apenas o seu local de trabalho, mas para os espectadores, se constitui em um lugar mágico, em um espaço que sustenta os artistas para que possam falar e contar suas histórias”. Arrieta revela ainda o papel que o palco vai desempenhar na coreografia: “Usamos o palco e o espaço cênico como um lugar de descoberta e através de todas as sugestões deste verbo Sustentar / Sostenuto, trabalho com este trio”.

DIÁLOGOS
Em DIÁLOGOS, o Ballet Jovem Palácio das Artes contou com duas participações especiais: o coreógrafo Rui Moreira e o Grupo de Percussão do CEFAR, que assina a trilha sonora. Os músicos Breno Bragança, Caio Plínio, Gabriel Bruce, Natália Mitre e Rodrigo Nargel criaram a trilha a partir da composição de elementos acústicos e eletrônicos em diálogo com o movimento. As vozes dos bailarinos, incluídas na música, expressam o antagonismo entre luz e sombra e foram manipuladas digitalmente, servindo de base para a inserção dos instrumentos de percussão.

Para a coreografia, Rui Moreira buscou suas pesquisas gestuais, como a apropriação dos movimentos de danças étnicas e populares mesclando com técnicas acadêmicas. Segundo ele, “o inesgotável e inspirador caldeirão de culturas do Brasil me toca profundamente, e venho transformando este interesse em peças coreográficas para diferenciados elencos”. No primeiro momento, propõe uma profusão de movimentos abstratos que dialoga com a música ao vivo e desenham o espaço cênico de maneira a oferecer ao público uma gama possibilidade de percepções poéticas sem que se construam imagens concretas. É um exercício sensorial envolvendo a subjetividade do movimento e seus signos.



Evento: Ballet Jovem Palácio das Artes - Sostenuto e Diálogos
Data: 08 e 09 de junho
Horário: 20h30
Local: Grande Teatro PALÁCIO DAS ARTES
Valor: R$ 10,00 (inteira), R$ 5,00 (meia-entrada*)

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Ópera La Traviata



Eu estive lá! Sério! Uma ligação às 19:20 para uma ópera que começaria às 20 horas.
Vamos?! Ingresso popular/promocional com lugar marcado? Sem ter de disputar lugar com bolsas?
Não acredito! Claro que vamos!
Na foto acima a evidência está no ingresso - PLATEÍA I. FILA G. POLTRONA 1.
Significa que estava bem no meio, na mesma linha do maestro Roberto Tibiriçá!
O que entendo de ópera? Absolutamente nada até ontem...
Hoje, apenas um pouquito mais, rs. Só poderei contarei os detalhes após um pouco de estudo.
Por ora, o que posso dizer é que adoreeeei! Principalmente o 3º. ato...
Se a característica da ópera é o drama, a tragédia, então terei de admitir que prefiro dança...
O 3º. ato acontece numa festa no Palácio de Flora em Paris. A atração é um toureiro, cinco touros e um grupo de ciganas. Creio que são as cores e o movimento que me fascinam...
http://www.youtube.com/watch?v=Tc-PjPf-uIE&NR=1
Impressionou-me também a iluminação. Que efeitos!
No youtube podemos encontrar várias interpretações para a obra do italiano Giuseppe Verdi (1813 - 1901). 
Daniel, se você me chamar para ir à Lua, eu vou! Agradeça a sua amiga, mais uma vez!


segunda-feira, 24 de maio de 2010

La Traviata no Palácio das Artes

A Fundação Clóvis Salgado abre a Temporada de Óperas 2010 com a primeira ópera apresentada no Grande Teatro do Palácio das Artes: La Traviata, de Giuseppe Verdi.
Os amantes de ópera terão a oportunidade de conferirem as récitas de La Traviata com dois elencos distintos:
- Nos dias 18, 22 e 26.05: Rosana Lamosa, Martin Muehle, Licio Bruno.
- Nos dias 23, 25 e 27.05: Elizeth Gomes, Marcos Paulo, Luiz Gaeta.

A montagem será acompanhada de uma grande exposição no Foyer do Grande Teatro. Foram instalados 11 painéis de 6m de altura para contar ao público a história da ópera, já apresentada no Palácio das Artes em 1971, ano de inauguração do teatro; e em 1998, após o incêndio que destruiu parte do espaço. O público poderá ver ainda figurinos destas montagens e mais de 40 croquis e amostras de tecidos utilizados por Raul Belém Machado no espetáculo de 1998. Também estarão expostos no Foyer recortes de jornais antigos, cartazes e diversos outros materiais informativos sobre a mais amada ópera de Verdi. Para a exposição, a entrada é franca.

La Traviata - história
A obra de Giusepe Verdi possui três atos e quatro cenas. A ópera é baseada no romance A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas Filho, que escreveu a obra inspirado na história real de Marie Duplessis, uma das musas da alta sociedade parisiense na década de 1840, amante de Dumas. Na literatura brasileira, José de Alencar criou o romance Lucíola em cima da mesma trama.

Violetta Valery era uma cortesã inteligente e culta que vivia em Paris, na primeira metade do século XIX. Suas festas, sempre suntuosas, contavam com a presença de aristocratas e burgueses da sociedade parisiense. Em uma destas comemorações, Violetta conhece Alfredo Germont, que se revela apaixonado por ela. Apesar afirmar de que não corresponde ao amor de Alfredo, a cortesã acaba cedendo a este sentimento e abandona a capital francesa para viver e dedicar-se somente a seu amor. Entretanto, a vida do casal é perturbada por intrigas dos criados e do próprio pai de Alfredo, o que faz com que Violetta acabe se separando dele e voltando para Paris. A partir daí, uma série de encontros e desencontros muda o rumo da história, que acaba em tragédia.
A primeira apresentação de La Traviata ocorreu no Teatro La Fenice, em Veneza, no dia 06 de Março de 1853. O espetáculo, entretanto, foi um enorme fracasso, e as primeiras críticas recebidas pela ópera foram muito duras, classificando-a como, por exemplo, uma “apresentação pública da prostituição” e “uma história insustentável para a música”.
Já no ano seguinte, a reapresentação da ópera foi um sucesso absoluto, e com o passar do tempo, La Traviata se tornou talvez uma das mais populares de todas as obras do gênero.

Grande Teatro do Palácio das Artes, Av. Afonso Pena, 1.537, Centro, (31) 3236-7400. Récitas esta terça e nos dias 22, 25, 26 e 27, às 20h; dia 23, às 18h. R$ 50 (plateia 1), R$ 40 (plateia 2) e R$ 30 (plateia superior). Dia 25, ingressos a preços promocionais: R$ 10 para qualquer lugar do teatro. Os bilhetes para este dia serão vendidos somentes nos dias 24 e 25.

Moleskine

Bloco de notas de bolso, surgiu, inicialmente, no século XIX, época durante a qual foi utilizado por artistas como o pintor holandês Vincent Van Gogh. Já no século XX personalidades da cultura como o pintor francês Henri Matisse, o poeta francês André Breton, o pintor espanhol Pablo Picasso, o romancista e jornalista norte-americano Ernest Hemingway e o escritor e viajante Bruce Chatwin surgiram como utilizadores deste bloco.

Apesar de bastante popular, deixou de ser produzido e comercializado em 1986. Nessa altura era confeccionado por uma pequena empresa familiar de Tours, em França. Bruce Chatwin, um dos maiores adeptos do Moleskine, encomendou previamente cem unidades para levar numa viagem à Austrália. Quando o bloco já não era vendido, ofereceu um ao seu amigo escritor chileno Luis Sepúlveda, antes de este partir numa expedição à Patagónia. Sepúlveda acabou, a par de Chatwin, por ser um dos maiores divulgadores do Moleskine, que voltou a ser produzido em finais do século XX, em 1998, por iniciativa de uma empresa italiana. O bloco Moleskine ganhou então uma nova vida e passou a ser um objecto na moda, com vendas enormes à escala mundial. Nas campanhas publicitárias para o seu relançamento foram utilizadas as palavras elogiosas de Bruce Chatwin entretanto falecido.
Devido ao crescente sucesso do Moleskine, foram sendo introduzidas novas versões do bloco que se adaptaram às necessidades dos seus compradores.
O pequeno caderno tem um conceito muito simples. Tem uma capa preta e dura impermeável, um elástico para permanecer fechado, um marcador de folhas em tecido e uma bolsa interior no final para guardar pequenas folhas soltas. O seu tamanho, 9X14 cm, foi idealizado de modo a caber num bolso. Actualmente existe uma versão maior com 13X21 cm. Há blocos com folhas brancas, com linhas, quadriculadas, com lista de endereços, agenda, com seis bolsas para guardar documentos e com índice para tomar notas por temas. Foi também criada uma linha chamada "cahiers" com capa mole e menos páginas, onde, para além da habitual capa preta, foi acrescentada uma alternativa castanha clara.
O bloco Moleskine apareceu em filmes como O Fabuloso Destino de Amélie e Indiana Jones e a Grande Cruzada.
Moleskine. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2010. [Consult. 2010-05-24].

Disponível na página.

O Pássaro Cativo

Por conta da poesia conheci o trabalho de Elisa Lucinda.
Ou por intermédio do trabalho de Elisa Lucinda conheci a poesia?
Considero a entonação o segredo da emoção...
http://www.escolalucinda.com.br/
No youtube encontraremos vários vídeos
http://www.youtube.com/watch?v=-8cFfrDQ9zQ
http://www.youtube.com/watch?v=03qln0920mk&feature=related

Olavo Bilac
O Pássaro Cativo

Armas, num galho de árvore, o alçapão;
E, em breve, uma avezinha descuidada,
Batendo as asas cai na escravidão.
Dás-lhe então, por esplêndida morada,
A gaiola dourada;
Dás-lhe alpiste, e água fresca, e ovos, e tudo:
Porque é que, tendo tudo, há de ficar
O passarinho mudo,
Arrepiado e triste, sem cantar?
É que, crença, os pássaros não falam.
Só gorjeando a sua dor exalam,
Sem que os homens os possam entender;
Se os pássaros falassem,
Talvez os teus ouvidos escutassem
Este cativo pássaro dizer:
“Não quero o teu alpiste!
Gosto mais do alimento que procuro
Na mata livre em que a voar me viste;
Tenho água fresca num recanto escuro
Da selva em que nasci;
Da mata entre os verdores,
Tenho frutos e flores,
Sem precisar de ti!
Não quero a tua esplêndida gaiola!
Pois nenhuma riqueza me consola
De haver perdido aquilo que perdi ...
Prefiro o ninho humilde, construído
De folhas secas, plácido, e escondido
Entre os galhos das árvores amigas ...
Solta-me ao vento e ao sol!
Com que direito à escravidão me obrigas?
Quero saudar as pompas do arrebol!
Quero, ao cair da tarde,
Entoar minhas tristíssimas cantigas!
Por que me prendes? Solta-me covarde!
Deus me deu por gaiola a imensidade:
Não me roubes a minha liberdade ...
"Quero voar! voar! ..."
Estas cousas o pássaro diria,
Se pudesse falar.
E a tua alma, criança, tremeria,
Vendo tanta aflição:
E a tua mão tremendo, lhe abriria
A porta da prisão...

Do livro: Poesias Infantis, Ed. Francisco Alves, 1929, RJ

sábado, 22 de maio de 2010

Coesão e coerência

Exatamente! Esta é a razão porque escrevo! Para aperfeiçoar minha comunicação escrita.
Há anos sonho ser escritora.
Escrever minhas memórias em versão comédia, rs 
Dizem que sou engraçada...
Apesar de discordar, acreditando que na verdade sou esquisita, seria interessante relatar dramas e dificuldades com bom humor...

Frank McCourt conseguiu essa proeza! Em As Cinzas de Ângela, um livro autobiográfico que inclusive foi adaptado para o cinema sob a direção de Alan Parker, McCourt transformou o sofrimento e a desesperança na obra vencedora do Pulitzer de Biografia de 1996 por conseguir resgatar os sentimentos da criança que foi, levando-nos, através de seu olhar generoso e cheio de humor, a repensar todos os nossos conceitos sobre a miséria e a humilhação humanas.

A infância de Frank McCourt na Irlanda teve todos os ingredientes para render uma história no tom desolado dos textos de Dickens. A pobreza extrema da família, o alcoolismo do pai, a morte dos irmãos, garantiriam a seu texto a trama de grandes tragédias. Suas memórias, no entanto, vão além. Apesar dos sofrimentos que enfrentou, a obra de McCourt consegue ser engraçada e poética, fazendo a narrativa fluir através de um texto lírico, ao compasso do olhar inquieto e surpreso do menino.

Frank McCourt faleceu em julho de 2009, aos 78 anos.
Boa leitura!

Minha neta

Ela adora um livro! E lê, à sua maneira, claro! E canta! kkkkk
E adora a Magali...
Minha querida Islandia, a você minha homenagem! Saudades...

Transporte das minhas magrelas


O Contran publicou uma portaria sobre transporte de cargas do lado externo dos veículos, com um capítulo especial sobre o transporte de bicicletas na traseira ou sobre o teto dos automóveis e caminhonetes, que entra em vigor em 90 dias.


Vejam o texto completo no site do DENATRAN.
http://denatran. gov.br/download/ Resolucoes/ RESOLUCAO_ CONTRAN_349_ 10.pdf  de 17 maio de 2010.


E vamos pedalar!
Fugir do asfalto e correr nas trilhas...
Voltar pra casa com a sensação de ter tirado férias!

A Rainha Estrangulada


Nesta madrugada finalizei O Rei de Ferro. O volume 2 intitulado A Rainha Estrangulada inicia-se quando o filho mais velho, Luís X, conhecido como o Cabeçudo, sobe ao trono em novembro de 1314.
De caráter fraco e inseguro, ele terá que enfrentar os membros da corte: Robert D'Artois, Mahaut, Valois e os fiéis do falecido monarca.
Liberados da tutela do antigo rei, esses nobres urdirão complôs para afetar irremediavelmente o destino de França enquanto o povo morre de fome.
Nesse cenário tumultuado por intrigas e traições, a maior preocupação de Luíz X, contudo, é a anulação do seu casamento com a adúltera Margarida de Borgonha.
Para isso, ele terá que encontrar um novo papa, que conceda a anulação do seu casamento e lhe permita contrair novas núpcias.
[...] Margarida foi aprisionada numa masmorra em Château-Gaillard. Diz-se que ela morreu de tuberculose, pois a punição era além do isolamento ficar exposta aos ventos, já outros afirmam que foi estrangulada...

A morte e o corpo


A intenção não é discutir espiritualidade - se existe vida após a morte ou se o espírito descansa em paz tão somente após determinados ritos.
Gostaria de falar sobre o corpo.
Sim, o corpo sem vida!
Em outro post contei a vocês sobre a naturalidade de uma esquimó diante da morte iminente. Ela cuida para que seu corpo cumpra o ciclo natural da vida - alimentar outro ser vivente.

Considerado que hoje há grande preocupação com o futuro da água potável no mundo é importante salientar que a decomposição ou putrefação de um corpo pode contaminar os lençóis freáticos.
Encontrei trabalhos publicados (*) e também referência a uma resolução da CONAMA (Conselho Nacional de Meio Ambiente) de 28 de maio de 2003 que estabelece critérios mínimos para implantação de cemitérios horizontais ou verticais no Brasil de forma a garantir a decomposição normal do corpo e proteger as águas subterrâneas da infiltração do necrochorume.
Em geral, os cemitérios públicos localizam-se em terrenos de baixo valor imobiliário ou com condições geológicas, hidrogeológicas e geotécnicas inadequadas.
O necrochorume é o líquido proveniente da decomposição humana composto de 60% de água, 30% de sais minerais e 10% de substâncias orgânicas, duas delas altamente tóxicas, a putresina e a cadaverina, que com precipitação em forma de chuva, atinge o lençol freático (cada cadáver pode gerar de 30 a 40 litros de chorume).
Significa que o problema já foi detectado, normas já foram estabelecidas, porém faltam a fiscalização e, principalmente, a conscientização dos responsáveis envolvidos.


(*) Este livro é resultado de uma reportagem especial de rádio que foi finalista do
“Premio Nuevo Periodismo” da Fundación Nuevo Periodismo Iberoamericano,
em 2008, na categoria Sustentabilidade, um dos mais importantes
 prêmios de jornalismo na América Latina.
Publicação: novembro de 2007
Autores:
Fernanda Felicioni,
Flavio F. A. Andrade,
Nilza Bortolozzo


De acordo com estudos do hidrogeólogo Leziro Marques, o cadáver humano pode pôr em risco a saúde dos vivos. “Porque o necrochorume é vertido pela matéria orgânica em decomposição, ele é rico em nutrientes que proliferam uma assembléia de vírus e bactérias, inclusive as bactérias patogênicas, que são as causadoras da maior parte dos óbitos. Se esse necrochorume escapa do túmulo, entra na circulação do lençol freático. Se você tem no caminho desse lençol freático um poço escavado, uma captação, uma fonte, uma pessoa que inadvertidamente consuma essa água, e se ela tiver com a imunidade natural baixa, ela pode ser acometida por uma dessas doenças infecto-contagiosas.”

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Psicopata em Belo Horizonte

“Pensei em dinheiro/ No mundo porco/ Capitalista/ Eu não tive culpa/ Talvez negligente/ E intocável/ Eram dois/ Sem heróis ou princesas/ Apenas o ferro/ Ameaças e gritos/ Velocidade e curvas/ E escuridão/ Minha biografia/ Minhas conquistas/ Nas mãos alheias/ Olhares de maldade/ Olhares de medo/ Meus e deles/ Arquitetar planos?/ Apenas pensar/ E sentir medo/ Poderia acabar logo/ Mas o ferro/ E os gritos/ Acordo. Sonho./ Lembro-me:/ Tudo foi real.”


Essas palavras me impressionam dentro do contexto.
Como uma pessoa no início de uma carreira brilhante pode destruir sua vida?!
Será que é possível discernir um psicopata?
O fato de estar envolvida com um psicopata torna a ambição mais amena, perdoável?

Crime e Castigo


Finalmente a 2a. quinzena de maio!
Chegaram os clássicos nas bancas.
Busque o seu!

http://letraspedacos.blogspot.com/2010/03/classicos-nas-bancas.html

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Desobediência Civil - ter coragem de dizer não!!

DESOBEDEÇA

É uma criança tão boa, tão obediente!
O equívoco começa bem cedo na vida. Desde a primeira infância, a criança aprende a acreditar que ser “bom” é sinônimo de ser “obediente”. Mas não é. Aliás, muito longe disso. Quem quer realmente ser bom necessariamente vai ter que desobedecer autoridades em algum momento da vida.
Prova disso é o clássico Experimento de Milgram, conduzido em 1964 nos EUA. A ideia foi do psicólogo Stanley Milgram, que queria estudar a propensão humana a obedecer a autoridade, mesmo quando isso implica em ser cruel com outros seres humanos (Milgram estava interessado em entender como Hitler foi capaz de mobilizar milhões de pessoas comuns no seu projeto genocida).
Foi um experimento engenhoso (e que hoje certamente seria considerado antiético). Começou com a publicação de um anúncio num jornal pedindo voluntários para um estudo sobre memória e aprendizado.
Os voluntários que se candidataram foram recebidos por um cientista de jaleco branco que explicou o experimento. Eles teriam que se sentar em frente a um vidro e operar uma máquina cheia de botões. Do outro lado do vidro, haveria outro voluntário, um senhor afável, que teria que decorar e repetir uma série de palavras. A cada palavra errada, o voluntário teria que apertar um botão, e o senhor do outro lado do vidro levava um choque. A cada erro, o choque ficava 15 volts mais forte. No final, o senhor dava gritos desesperados e dizia que ia morrer porque tinha um problema cardíaco. Os choques eram fortíssimos e o botão continha avisos de que havia risco de vida.
Bom, nada disso era verdade. Não havia choque nenhum. O senhor era um ator que errava por querer. O objetivo do experimento não era medir aprendizado, mas descobrir se as pessoas seguiriam ordens mesmo com um sujeito estrebuchando de desespero. Resultado: a imensa maioria segue ordens.
65% das pessoas administrou o choque até o limite máximo, de 450 volts. Todos os voluntários se sentiram incomodados e quiseram parar o experimento quando os gritos começaram, lá pelos 300 volts. Quando eles faziam isso, o cientista de jaleco reagia com dureza, dizendo que eles precisavam continuar, que não havia perigo e que eles tinham concordado com as regras do experimento (muito embora todos eles tenham sido avisados no começo de que poderiam parar se quisessem).
Uns poucos reagiram à autoridade e disseram que parariam mesmo assim. Mas a grande maioria obedeceu. O interessante é que, nesse ponto, eles deixaram de se incomodar com o outro. Alguns até começaram a demonstrar uma certa raiva sádica ao apertar o botão. A presença da autoridade como que “desligou” a culpa deles, o senso de responsabilidade sumiu. A partir da bronca do cientista, quase todos estavam dispostos a tudo. E, se o senhor afável morresse… Ora, não foi culpa minha, eu estava só cumprindo ordens.
Outro psicólogo famoso, que aliás estudou com Milgram na mesma escola do Bronx, em Nova York, é Philip Zimbardo, ainda ativo na Universidade Stanford (Milgram morreu em 1984). Zimbardo é autor de outro estudo clássico (igualmente questionado pela ética científica de hoje), o Stanford Prision Experiment. Ele recrutou garotos para fazer o papel de guardas e prisioneiros numa prisão fictícia. Em poucos dias, os guardas tinham virado torturadores covardes e os prisioneiros estavam tendo colapsos nervosos.
Zimbardo, comentando o experimento de Milgram, costuma dizer que o que o mundo precisa é de mais heróis. Só que, para ele, “herói” não é necessariamente alguém inalcançavelmente generoso, que entrega a vida a uma causa, como Gandhi ou Martin Luther King. Herói, para ele, é gente comum, que leva sua vida, mas que, quando vê algo errado acontecendo, tem coragem de dizer não (veja a palestra de Zimbardo no TED).
No experimento de Milgram, algumas pouquíssimas pessoas se recusaram a dar choques, levantaram-se indignadas e saíram gritando que não participariam mais daquilo. Quando isso acontecia, todos os outros voluntários na sala recusavam-se também a continuar. Um único herói, provou-se então, tem o poder de catalisar uma reação positiva enorme.
A questão é que, quando educamos nossas crianças apenas para serem obedientes, a chance de elas agirem com heroísmo quando a oportunidade aparecer é minúscula. Crianças boas são aquelas que, quando chega a hora de escolher entre o certo e o errado, são capazes de desobedecer.
Por Denis Russo Burgierman
http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/ideias/desobedeca/

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Banalização da violência

Tiroteios, assassinatos, atropelamentos, doenças. Só é manchete de jornal hoje a morte em cenário espetacular ou de pessoas ditas mais importantes.
No texto que encontrei por intermédio do "fofoqueiro google", há uma triste comparação entre manchetes de um mesmo jornal com a distância de um século. O que era notícia há um século perde espaço para atrocidades maiores. Considerado, pois, a "banalização da morte violenta"!
O que me traz aqui é o meu conceito de banalização da violência.
Um devaneio filosófico.


As letras, sempre as letras. Em pedaços...
Leio a obra (ainda!) O Rei de Ferro de Maurice Druon.

Eis a sentença dos amantes das esposas dos descendentes do reino francês: "submetidos ao suplício da roda, com a pele arrancada em vida, castrados, decapitados..."
O local da execução foi tomado por uma multidão não só de homens adultos, como mulheres, crianças e idosos (no século XIV chegar aos 50 anos era um privilégio).
"Pois naquele tempo em que metade das mulheres morria de parto e dois terços das crianças, antes de saírem do berço; em que as epidemias arrasavam os adultos, em que os ensinamentos da Igreja preparavam sobretudo para a morte, em que as obras de arte, crucifixos, esculturas, túmulos, julgamentos últimos propunham constantemente a representação do falecimento, a idéia de morte era familiar aos espíritos e apenas uma maneira excepcional de morrer era capaz, por um momento, de causar certa emoção."


Pois é! O sentir certa emoção numa execução excepcional é que é o ponto!

Banalizar a violência é assistir a uma tortura inemotivo e não o fato de importar-se menos com o anúncio de mortes violentas.
Não distinguir o que seja tortura, o que é seja violência é a questão.
Daí a banalidade!

Não é a morte que deve ser considerada banalização da violência! É sim a violência em vida! A tortura em vida!
É assistir a humilhação de uma criança, de um idoso e pensar não é comigo, nada posso fazer, não é meu parente.
É o abandono material, moral e intelectual!
É o desrespeito no trabalho. É o assédio moral!
É estar com sua vida suspensa, aguardando seu empregador definir se precisa ou não de você, em que local vai querer os seus serviços, se vai. Achar isto tudo normal (não se indignar) é banalizar a violência.
Pois quaisquer descasos é violência!

Dizem que brasileiro não briga, não reclama, não reivindica seus direitos. Creio que é bem assim!
Mas por que?
Claudia
Foto no link

domingo, 16 de maio de 2010

Rotas de fuga!

Ontem me senti tão cansada que concluí que preciso rever minhas rotas de fuga...
Um amigo já me alertara: não é muita coisa para uma única pessoa? Por que fazer parte de tantas tribos? Por que estipular metas humanamente impossíveis de cumprir? Para se sentir frustrada?!
Então, hoje mudei tudo: fui cozinhar! E "modéstia às favas", acredito que neste inverno poderei convidar amigos para tomarmos CALDOS!!

imagem http://vejabrasil.abril.com.br/goiania/editorial/m205/bares

sábado, 15 de maio de 2010

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Maternidade e felicidade

Esqueci-me de parabenizar as mães neste último domingo. Sem problemas. Uma homenagem tardia ainda é uma homenagem.
Hoje minha amiga Raquel soube que vai ser mamãe. Quanta felicidade percebia-se nas poucas palavras que chegaram na minha caixa postal! Ao telefone eu orientava uma colega que trabalhava na mesma agência. Doce coincidência! Dê a ela o meu abraço, bem apertado! Em poucos minutos, outra mensagem: adorei o abraço!
As flores e o abraço de verdade estão na minha lista de prioridades, apesar da insônia.
Quero ver aqueles olhos brilhando!
A todas as mães que sentiram comigo essa emoção, os meus parabéns!

Papel de parede e a insônia

Não imaginei que ficaria tão lindo como papel de parede...

Estou eu aqui às voltas com a insônia me certificando de que para fazer bem poucas das muitas coisas que programei para o dia de hoje, algumas serão adiadas, reprogramadas para outra data. Quais?
Como priorizar? Por que o meu dia não tem 48 horas? Lógico que considero que o resto do mundo terá as normais 24 horas.

Tentei um remédio até então infalível - a leitura. Foram 25 páginas d'O Rei de Ferro e a mente continua trabalhando... o sono não é forte o suficiente para domar meus pensamentos e "apagar" tudo. Acordaria restaurada para executar tarefas imprescindíveis à realização de tantos projetos em curso.
E por sinal, grandes projetos! Adoro este blog assim como aquele que criei para falar das lingeries - http://www.coreselacos.blogspot.com/.
Adoro meu trabalho, o espanhol, os esportes, os livros, a família e os amigos...
Adoro estudar e viajar.
Amo minha vida, de verdade!
À você que faz parte dela, um brinde!
Claudia

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Voltando ao que nos interessa...

Adoro uma cafeteria! Aquela com livraria é ainda mais atraente! Café com Letras, Leitura, Status, Travessa...
Creio que tenho ainda muitos locais agradáveis para conhecer e desfrutar.
Hoje estive numa destas e anotei um título que me chamou a atenção.
Minto! Não só um, mas alguns!
Sempre gostei da "outra versão" da história...

A verdadeira e mais completa história sobre A lista de Schindler, que salvou milhares da morte certa, contada por um sobrevivente e importante personagem deste drama, Mietek Pemper, que mesmo sendo judeu atuou como secretário de Amon Goth, o nazista que comandava o campo de concentração.
Devido a sua importante atuação em toda a operação de salvamento ele foi consultor do filme a Lista de Schindler de Steven Spielberg.

Se você ler antes de mim, conte-me os detalhes...

Está pronto!!

O novo blog foi criado! http://www.coreselacos.blogspot.com/

Nova criação

Em breve vocês conhecerão meu novo blog criado especialmente para expor lingeries e outra de minhas paixões: embalagens!
Laços, sempre laços!
Aguardem!
E a grande coincidência é procurar um imagem de beijo (para me despedir) e encontrar esta imagem da Do Dance lá da minha terrinha natal - Barbacena, onde tudo começou.
De volta às origens!

Éi... não é um Adeus! Só uma justificativa pela ausência de postagens sobre livros...

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Os pingos

Uma dupla perfeita! O casal Mary (texto) e Eliardo França (ilustração) é um dos grandes fenômenos do mercado editorial brasileiro destinado ao público infantil. Juntos têm mais de 140 títulos publicados nos últimos 40 anos. Os Pingos é uma das muitas criações do casal que já se tornaram material de apoio didático utilizado nas escolas de todo o Brasil.


Pingo de Ouro
          Pingo de Céu               
 Pingo de Lua
              Pingo de Flor
Pingo de Mar
      Pingo de Sol
  Pingo de Fogo

Dúvida

Qual convite aceitar?
Qual o projeto viável?
Será que a viagem que escolhi será a mais inesquecível?

Esta foto é do álbum do meu amigo Marcos que vive hoje intensamente nos EUA fazendo doutorado. Naquele álbum tem muitas fotos que expressam um projeto em andamento...

E qual é o meu projeto?