domingo, 4 de dezembro de 2016

Israel e Palestina

No site G1 (migração dos judeus) continuo na tentativa de compreender a complexidade das crenças.
Isso, utilizar o termo "crença" é mais abrangente que "religião".

Fotos extraídas do site Terra Santa Viagens




sábado, 3 de dezembro de 2016

Jerusalém e A Viagem de Théo

Na tentativa de compreender as religiões e suas diversas características comuns e exclusivas, leio hoje A VIAGEM DE THÉO.

Por que tantas pessoas se aproximam de uma religião ou sentem vontade de ter uma vivência espiritual qualquer? Por que não somos todos ateus? Foram perguntas assim que levaram Catherine Clément a escrever este livro, um romance sobre os fundamentos das religiões mais praticadas no mundo - catolicismo, judaísmo, budismo, protestantismo, islamismo, etc. Com um conhecimento profundo do tema e um admirável equilíbrio intelectual, ela nos faz viajar na companhia de Théo e Marthe - ele, um adolescente que vive enfiado nos livros e sofre de uma doença grave; ela, uma mulher cosmopolita que esbanja vitalidade. Juntos eles vão aos principais centros sagrados do mundo e, enquanto visitam os templos e participam das festas rituais, oferecem-nos a certeza de que as religiões são uma das maiores aventuras que a humanidade já pôde sonhar. (Resenha Livraria Cultura)

Lindas fotos no site Viagem
Texto também extraído do site acima.

Yerushaláim para os judeus, Al-Quds para os muçulmanos, Jerusalém para os cristãos e para o resto do mundo. Tema central na disputa sexagenária com os vizinhos palestinos, a capital “una e indivisível” assim desejada por Israel mistura religiões, cheiros, sabores e vestimentas.
Milenar nas pedras de seu Centro Histórico, a Cidade Velha, ela fica no coração do pontiagudo mapa israelense e tem 800 mil habitantes – quase dois terços de judeus, um terço de muçulmanos e 2% de cristãos. Essa divisão demográfica reflete a ligação umbilical dos judeus com a cidade. É para lá que, no mundo todo, eles se voltam durante as orações. É sobre ela que, na diáspora, eles afirmam “no ano que vem, em Jerusalém”. A história judaica se refere à região há pelo menos 4 mil anos, desde o patriarca Abraão.
Jerusalém é também o berço do cristianismo. Na Cidade Velha, Jesus foi crucificado, morto, sepultado e ressuscitou no terceiro dia. A 10 quilômetros, em Belém, ele nasceu. Essas passagens bíblicas, familiares ao catolicismo, deram a nações como o Brasil os feriados superlativos da Páscoa e do Natal.
Para o Islã, Jerusalém é chamada de “a sagrada” e representa sua terceira cidade mais importante, atrás apenas das sauditas Meca (“A Honrada”) e Medina (“A Iluminada”). Mais nova na narrativa islâmica, ganhou relevância quando a mesquita Al-Aqsa foi estabelecida na Cidade Velha, no ano 705.
Nas fotos acima, conheça a importância de oito grandes atrações religiosas de Jerusalém para judeus, muçulmanos e cristãos.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Insistir é a regra

São só "palavras reclamando palavras"...
São os meus devaneios e agora a prática, ou melhor, a busca pela prática da escrita...
Foi uma dica para aprender a escrever: -"Insista! Leia muito e escreva muito, leia mais e escreva ainda mais!"
 
Alex faz hoje um curso novo - Letras.
Escolheu poucas disciplinas por vez (o mínimo que a faculdade pela qual optou permite).
Não sabe se terminará o curso, pois não necessita do título da graduação.
Está só brincando de aprender - um estudo direcionado.
 
E assim combinamos de ler juntos o livro A LÍNGUA DE EULÁLIA para fazermos um debate, uma discussão literária.
 
Fui contaminada, então, com a ideia de voltar ao banco da escola.
Exatamente assim:
  • sem compromisso com o título;
  • com tempo;
  • com liberdade de escolha pelas disciplinas.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Marcos Bagno

Temos quem o considera "grande pesquisador" e quem o considera "revolucionário sem causa".
Importante ouvir tudo a seu respeito, ler suas obras e discursos e chegar a uma conclusão por si só.
Afinal, ser infeliz nos comentários políticos não tira o mérito de um linguista articulado e (bem) intencionado.

Bagno é aquele tipo perigoso que, dada a constatação de que níveis de linguagem reproduzem, por óbvio, desigualdades sociais, logo conclui que a língua é causa da desigualdade, não uma consequência dela. Então ele tenta mudar a sociedade mudando, ora vejam!, a língua! Fez-se um teórico supostamente refinado do assunto e convence os ignorantes e os incautos com as suas facilidades. Uma coisa é constatar, e todos estamos de acordo, que, no geral, as aulas de gramática têm um nível sofrível; outra é decretar a sua inutilidade. (Reinaldo Azevedo).

É professor do Departamento de Línguas Estrangeiras e Tradução da Universidade de Brasília, doutor em filologia e língua portuguesa pela Universidade de São Paulo, tradutor, escritor com diversos prêmios e mais de 30 títulos publicados entre literatura e obras técnico-didáticas. Atua mais especificamente na área de sociolinguística e literatura infanto-juvenil, bem como questões pedagógicas sobre o ensino de português no Brasil. Em 2012 sua obra As memórias de Eugênia recebeu o Prêmio Jabuti. Escreve uma coluna sobre questões de linguagem na revista Caros Amigos. (Wikipédia).

Obras:
Lista incompleta
  • A invenção das horas (contos) (1988)
  • O papel roxo da maçã (infantil) (1989)
  • Rua da Soledade (contos) (1995)
  • A Vingança da Cobra (Infanto-juvenil) (1995)
  • A Língua de Eulália (novela sociolinguística) (1997)
  • Pesquisa na escola: o que é, como se faz (1998)
  • Preconceito linguístico: o que é, como se faz (1999)
  • Dramática da língua portuguesa: tradição gramatical, mídia & exclusão social (2000)
  • Português ou brasileiro? Um convite à pesquisa (2001)
  • Norma linguística (org.) (2001)
  • Linguística da norma (org.) (2002)
  • Língua materna: letramento, variação & ensino (org.) (2002)
  • O espelho dos nomes (infantil) (2002)
  • A norma oculta: língua & poder na sociedade brasileira (2003)
  • Murucututu, a coruja grande da noite (infantil) (2005)
  • Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação linguística (2007)
  • Não é errado falar assim! Em defesa do português brasileiro (2009)
  • As caraminholas de Barrigapé (infantil) (2009)
  • Vaganau (poesia) (2010)
  • Gramática: passado, presente e futuro (2010)
  • Gramática, pra que te quero? Os conhecimentos linguísticos nos livros didáticos de português (2011)
  • Festa no meu jardim (infantil) (2011)
  • O tempo escapou do relógio (infantil) (2011)
  • As memórias de Eugênia (romance) (2011)
  • Gramática pedagógica do português brasileiro (2012)
  • Conversa de gatos (infantil) (2012)
  • Gramática de bolso do português brasileiro (2013)
  • Sete erros aos quatro ventos: a variação no ensino de português (2013)
  • Marcéu (infantil) (2013)
  • Língua, linguagem, linguística (2014)
  • Pororoca, pipoca, paca e outras palavras do tupi (com Orlene L. S. Carvalho) (2014)
  • Gramática brasileña para hablantes de español (com Orlene L. S. Carvalho) (2015)

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

SPOTLIGHT


Leia o prefácio no site da Amazon.

Ganhador do Prêmio Pulitzer, este livro conta a história real de um grupo de corajosos jornalistas que denunciaram uma sucessão de abusos de crianças, obrigando a Igreja Católica a prestar contas. Em janeiro de 2002, o jornal The Boston Globe publicou uma série de reportagens que chocou o mundo. Centenas de crianças em Boston sofreram abuso sexual por parte de padres – certos de sua impunidade, eles agiam com o aval das autoridades religiosas, que acobertaram seus crimes por décadas. As reportagens revelaram a obscena quantia gasta pela Igreja Católica com subornos para comprar o silêncio das vítimas cujas vidas foram devastadas por pedófilos que, vestidos com o hábito, tinham o Pai Nosso na ponta da língua. A denúncia abalou as estruturas da Igreja Católica e deixou milhões de fiéis no mundo inteiro estarrecidos, furiosos e indignados: a instituição, em vez de servir e proteger a comunidade, usou sua poderosa influência para se resguardar do escândalo. Este relato, que inspirou o filme Spotlight, indicado ao Oscar em 6 categorias, é uma exposição violenta e importante do abuso de poder por uma das mais altas esferas da sociedade.

“The Boston Globe foi o único jornal que teve a persistência e a coragem de enfrentar essa história, forçando a arquidiocese de Boston a quebrar o sigilo de documentos internos, que escancararam, finalmente, as proporções do escândalo.” – Peggy Noonan, The Wall Street Journal

sábado, 15 de outubro de 2016

Ler para uma criança...

Além de ler para uma criança, compro livros para minhas crianças.
E o pedido (uma gravação de voz, doce, doce: - Vovó, vc pode me dar?...), desta vez, é a continuação do livro que já presenteei:

 
CLUBE DA TIARA EM MANSÕES DE RUBÍ - PRÍNCESA OLÍVIA E A CAPA DE VELUDO
A escola de princesas tem convidados especiais - príncipes. A Princesa Olívia sonha com um príncipe que a reverencie, bem como Diamantina. Qual delas será a mais perfeita e a escolhida pelo príncipe? Elas não imaginavam, mas a escolha do príncipe irá revelar que princesas perfeitas são autênticas, não tentam parecer o que não são, nem prejudicam as outras pessoas.

Compre Junto

 

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

A Santa Aliança - cinco séculos de espionagem no Vaticano

Desta vez o que me chamou a minha atenção não foi os dizeres contidos nas orelhas do livro e sim o trechinho dos Agradecimentos que o autor escreveu, iniciando sua obra:

"E, por último, e muito em especial, um agradecimento a todas as pessoas e órgãos que me colocaram entraves, barreiras e dificuldades para evitar a publicação deste livro. Foi isso que me aguçou a curiosidade e, portanto, a minha pesquisa."



Resenha do wook:
"Quem não se lembra daquilo que já foi escrito sobre a morte de João Paulo I? Ou do muito que já foi dito sobre os verdadeiros mentores do atentado perpetrado na Praça de São Pedro e que por pouco não matou João Paulo II?
Ou, mais recentemente, quem não reparou nos livros que já foram publicados, tentando repetir o sucesso alcançado por Dan Brown (Código Da Vinci e Anjos e Demónios)?
Só que Eric Fratini foi mais longe. Vencendo o seu próprio cepticismo, começou a procurar informações sobre a 'Santa Aliança', o verdadeiro nome da 'Entidade', sabendo à partida que tanto num caso como noutro tais designações só escondem aquilo que em outros estados vulgarmente se chamam serviços secretos.
[...] O resultado são 440 páginas que o autor define como um misto de 'ensaio histórico ou político' ou uma 'novela de intriga e mistério' que relatam cinco séculos de operações encobertas que têm sido levadas a cabo pelos serviços secretos do Vaticano, sem que o comum dos mortais de aperceba."
Armando Rafael, Diário de Notícias

Leia o que Nelson escreveu sobre o autor no site P3.